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Wellington articula R$ 63 milhões e garante produção de medicamentos contra o câncer

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Projeto aprovado pelo Congresso Nacional assegura funcionamento pleno do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN)

O Congresso aprovou o Projeto de Lei 16/2021 que, entre outros, abriu crédito suplementar de R$ 63 milhões para a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Os recursos serão investidos na retomada da produção de radiofármacos, usados para o diagnóstico e tratamento de câncer. A medida foi articulada pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT) e pela deputada Carmem Zanotto (Cidadania-SC).

“Ao lado dos recursos que asseguram o avanço das pesquisas para vacina 100% nacional, sem dúvida alguma, a aprovação dessa proposta representa um dos maiores benefícios para a população, sobretudo para as pessoas que precisam do tratamento do câncer” – frisou Fagundes. Inicialmente, a proposta era destinar apenas R$ 26 milhões para o CNEN.

Com os recursos adicionais aprovados pelo Congresso, o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), responsável pela produção de radiofármacos, retoma a fabricação de remédios contra o câncer. Atualmente, o IPEN fornece 25 tipos diferentes de radiofármacos, o que representa 85% da produção nacional. “A Radiofarmácia do IPEN é extremamente significativa para a vida de milhões de pessoas” – observou o senador do PL de Mato Grosso.

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“Não podemos deixar faltar orçamento para questões tão importantes como esta: o tratamento da saúde” — declarou a deputada catarinense, durante a sessão do Congresso na Câmara. Com a ajuda do senador, é com grande alegria que aprovamos esses recursos porque isso é cuidar da vida das pessoas”, completou.

Durante a reunião da Comissão Mista de Orçamento, o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) também destacou a importância do projeto, ao apontar que “não dá para esperar os produtos para tratamento de câncer”.

Além dos R$ 63 milhões destinados à produção de medicamentos para o diagnóstico e tratamento do câncer, o Congresso aprovou também mais R$ 19 milhões, que serão empregados no funcionamento das instalações laboratoriais que dão suporte operacional às atividades de produção, prestação de serviços, desenvolvimento e pesquisa.

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Serviço de limpeza pública é realizado diariamente na região central por mais de 100 trabalhadores

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Pensando na preservação de um ambiente onde o fluxo de pessoas é extremamente elevado e contínuo, a Prefeitura de Cuiabá desenvolve uma programação de limpeza específica para a região central da Capital. O trabalho é coordenado pela Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) e realizado diariamente.

Conforme a Limpurb, para atender da forma mais eficiente possível a demanda diária da região, o plano de atuação conta cerca de 100 operadores de limpeza que são distribuídos pelas vias, praças e outros equipamentos públicos. As ações ocorrem de segunda-feira a sábado, iniciando logo às 6h e seguindo até às 20h.

Durante o período de trabalho, as equipes são responsáveis por executar serviços como varrição, roçagem, poda de árvores, pintura de meio-fio. Somando a isso, periodicamente e contando com o auxílio de caminhões pipa, as praças são lavadas e higienizadas. Todos os resíduos recolhidos por meio dessas atividades são encaminhados para o aterro sanitário.

“O Centro Histórico é o coração de Cuiabá e merece esse olhar cuidadoso. É isso que o prefeito Emanuel Pinheiro tem buscado fazer desde o seu primeiro mandato à frente de Prefeitura com melhorias nas vias, reforma de praças. Na limpeza não é diferente. Atuamos em toda a cidade, sem nos esquecer dessa região que é por onde todo cuiabano passa”, explica o diretor-presidente da Limpurb, Vanderlúcio Rodrigues.

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Além de ajudar a deixar a cidade ainda mais bonita, as ações de limpeza também ajudam a evitar que uma grande quantidade de lixo tenha como direção as bocas de lobo da região e cheguem até o Rio Cuiabá. Nesse sentido, a Limpurb destaca ainda a importância da participação da população no processo de cuidado da Capital.

“Todo lixo jogado no chão tem um destino. Nossos valorosos servidores trabalham para fazer com esse destino seja o correto e não as bocas de lobo, que muitas vezes acabam entupidas com esses materiais. Mas, é fundamental que o cidadão entenda que ele também deve ajudar o poder público a cuidar da cidade”, finaliza Vanderlúcio.

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