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Ações da primeira-dama de Mato Grosso são referencia para o país

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As ações da 1ª dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes, repercutem aqui em Brasília junto do terceiro setor das ações sociais antes durante e já antecipando-se para o pós-pandemia.

A primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, por estar desempenhada suas ações com muito sucesso, tem desenvolvido um importantíssimo papel em Mato Grosso, que chegou chamar atenção da 1ªDama do país, Michele Bolsonaro e a ministra da área, Damares. Ao ponto das ações o governo federal se espelharem nas ações de Virgínia em Mato Grosso.

Com toda a certeza, em especial na área social, Virginia Mendes não ocupa nenhum cargo público na atual gestão do esposo, o governador Mauro Mendes. Ela atua de forma voluntária, criando projetos sociais e executando ações e programas do Governo de Mato Grosso.

Virginia Mendes sempre deixou claro que a sua principal missão é o social, com um olhar atento à população vulnerável. Ela tem atuado de forma direta e intensa em prol de diversas causas, com o apoio das secretarias do Governo, principalmente com a secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, Rosamaria Carvalho.

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Entre os programas de ação social estão: Vem Ser Mais Solidário, Ser Família, Ser Criança, Ser Idoso, Ser Criança, criação da Delegacia 24h da Mulher, criação da Carteirinha do Autista, Ser Inclusivo, Ser Cidadão Indígena, Programa Aconchego, Bazar Solidário, Arena Encantada, Casamento Abençoado, Cartão Ser Família Emergencial.

Da Redação com Assessoria

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Com pedido de vista no STF, composição da mesa diretora da ALMT pode ser alterada

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Após abrir divergência no julgamento sobre a reeleição para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o ministro Gilmar Mendes pediu vista do processo, que está em análise no plenário virtual do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido de vista foi apresentado nesta terça-feira (21).

A ação foi apresentada em março deste ano, após a reeleição do deputado estadual Eduardo Botelho (DEM) para seu terceiro mandato como presidente da Assembleia Legislativa. Nove dias após a proposição, o ministro Alexandre de Moraes concedeu liminar impedindo a posse de Botelho, o que levou à realização de uma nova eleição da Mesa Diretora da ALMT.

Proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR), a ação questionava a possibilidade de múltiplas reeleições para o mesmo cargo na Mesa Diretora, apontando que a Constituição Federal impedia este tipo de conduta no Congresso Nacional. Assim, as casas legislativas estaduais e municipais deveriam seguir o mesmo entendimento, permitindo apenas uma reeleição para o mesmo cargo de um membro da Mesa Diretora.

O processo foi a julgamento virtual pela primeira vez em 11 de junho, mas foi suspenso devido a um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, o decano da corte, que não havia apresentado seu voto até então.

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O julgamento virtual retomado na última sexta-feira, 17 de setembro, ocasião em que o ministro Gilmar Mendes abriu divergência do relator do caso, Alexandre de Moraes. Mendes manteve a maior parte da decisão do relator, que limitou a uma única reeleição, mas abriu brecha para que Botelho pudesse ser reconduzido à Presidência.

“Ante o exposto, divirjo em parte do Ministro Relator e julgo procedente o pedido para conferir interpretação conforme a Constituição Federal […] e estabelecer que é permitida apenas uma reeleição ou recondução sucessiva ao mesmo cargo da Mesa Diretor, mantida a composição da Mesa de Assembleia Legislativa eleita antes da publicação do acórdão da ADI 6524 (06/04/2021)”, disse Gilmar em seu voto.

Antes do pedido de vistas, o ministro Ricardo Lewandowski acompanhou o voto de Gilmar Mendes, estabelecendo o placar de 2 a 1 para a decisão que permite a recondução de Botelho à presidência da Assembleia.

Não há data para a retomada do julgamento. Falta ainda a manifestação de sete ministros.

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