Opinião

A missão de Primeira-Dama

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Pode ser que em outros momentos o papel da primeira-dama no governo de Mato Grosso não tenha sido cumprido exatamente como mandam hoje os novos tempos. Pode ser, também, que esse papel tenha sido cativado só pela mídia elogiosa e fútil do chamado “jet set” social.

Na verdade, esse é um papel de muito equilíbrio dentro da gestão do governo estadual. Ainda mais se traz junto a experiência da vivência empresarial. A política enxerga a gestão como um conjunto que envolve o desenvolvimento, a gestão dos meios administrativos, mas não alcança a capilarização da temática social. Ainda que existam programas sociais dentro da gestão, há o lado do olhar humano. Talvez aqui esteja o grande papel da primeira-dama: enxergar dentro de uma certa informalidade as necessidades que requerem a humanidade do olhar materno.

A primeira-dama Virgínia Mendes percebeu essa vertente humana e maternal que escapa às metas técnicas de gestão. Sem interferir, e trabalhando paralelamente como uma força auxiliar, tem cumprido a missão de primeira-dama. Com um staff pessoal vibrando na mesma frequência social, ela tem permeado grandes problemas sociais de carentes que, por vezes, não são atingidos dentro das suas necessidades imediatas. O andamento da economia brasileira e novas necessidades sociais e humanas estão infernizando todas as gestões, porque são necessidades novas até então desconhecidas no Estado de Mato Grosso e no país.

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Cito algumas ações da primeira-dama Virgínia Mendes:

– O Programa SER, com várias ramificações.

* Carteira para autistas. Uma iniciativa de alcance inimaginável.

*inclusão social de indígenas, homoafetivos e segmentos antes relegados. São projetos de ações muito efetivas e abertas.

*Delegacia e assistência a mulheres vítimas de violência doméstica que fez a 1a.Dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, e a Ministra Damares, reconhecerem como um exemplo nacional e uma referência de grande valor.

* A força tarefa da Unafe, núcleo de seu comando pessoal que une as pontas de uma enorme rede, traz informações, coordena projetos e estão em atividade presencial e discreta em todos os flancos que desenvolvem alguma atividade social. É um filtro que funciona sob o comando de Virgínia Mendes com grande volume de atendimentos. É a mão profissional e organizada da primeira-dama, participando do setor público.

Tem ainda a distribuição de cestas, cobertores e alimentação a várias categorias sofridas e abandonadas na pandemia, amenizando sofrimentos e trazendo esperanças.

Suas redes sociais mostram de forma clara sua conduta pessoal baseada na fé, na família e no incondicional amor ao marido Mauro Mendes e aos filhos. Os resultados dessa ação social humana fazem grande diferença aos olhos da sociedade mato-grossense. Principalmente a mais necessitada. O papel moderno da primeira-dama é antes de tudo, o olhar maternal de quem conhece as várias faces da vida.

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JPM-João Pedro Marques é advogado e jornalista em Brasília e Mato Grosso

Opinião

Reação da construção civil é real

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Mais uma vez a construção civil resgata a confiança de investidores e de todos os outros setores produtivos deste nosso gigante país ao trazer um clima de prosperidade que se traduz na retomada do crescimento deste segmento. Os motores deste mercado pujante já estavam aquecidos, mesmo diante do período pandêmico, chamando para si mais uma vez a responsabilidade de continuar contribuindo com o fortalecimento da economia brasileira, através de investimentos pesados, projetos ousados e com a geração de emprego e renda. Em Mato Grosso a construção civil orgulhosamente deu a resposta, contribuiu efetivamente para que nosso Estado ficasse com a terceira menor taxa de desemprego do país, ficando atrás apenas dos Estados de Santa Catarina (5,8%) e Rio Grande do Sul (8,8%), conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O percentual de desocupação em Mato Grosso apresentou queda de 9,9% para 9%, entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). No levantamento feito no mesmo período do ano passado, 10,2% da população mato-grossense estava desempregada. Agora diante dos resultados celebramos com afinco a queda do desemprego, dando sinais de recuperação de uma das maiores crises sanitárias do planeta. O otimismo por aqui não é em vão, afinal a taxa registrada em Mato Grosso está abaixo da média nacional, que é de 14,1%.

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Ainda de acordo com o IBGE, estima-se que 1,6 milhão de pessoas em Mato Grosso estavam trabalhando no segundo trimestre deste ano, enquanto o número de desocupados era de 162 mil pessoas. E por que a construção civil exalta esta celebração? A resposta é animadora, claro, que celebraríamos juntamente com qualquer outro segmento, porém segundo o IBGE, a construção civil o foi o único que apresentou aumento no número de trabalhadores contratados, passando de 119 mil, de abril a junho de 2020, para 149 mil, no mesmo período deste ano.

De forma mais ampla, o setor também é expressivo no momento em todo o país, contratando aproximadamente um milhão de trabalhadores, representando 23,5% do total de novos ocupados no país. Os indicadores trazem ainda mais a certeza de que estamos no caminho certo, nosso segmento contribui efetivamente com a roda da economia, fazendo a diferença mais uma vez em um momento que todos nós precisamos exercitar empreendedorismo e força, afinal de contas não geramos empregos para números, mas para homens e mulheres, brasileiros que a cada dia renovam a esperança diante de períodos de transformações.

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Omar Maluf, Ceo do Grupo São Benedito

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