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Deputado e presidente do TJ elogiam vacinação no polo SESI Papa

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A quinta-feira (22) foi um dia marcante e feliz para os envolvidos na vacinação contra a covid-19 no polo SESI Papa. Algumas vacinadoras foram surpreendidas com a gratidão e carinho de pacientes, como um idoso que entregou uma caixa de bombom ao ser vacinado e uma idosa que, de tanta felicidade, desceu do carro e cantou um hino evangélico, logo sendo acompanhada do coro de parte dos presentes.

 

“Porque Ele vive, posso crer no amanhã. 

Porque Ele vive, temor não há,

Mas eu bem sei, eu sei, que a minha vida

Está nas mãos de meu Jesus, que vivo está”… 

 

O cântico podia ser ouvido ao longe e emocionou a muitos dos que foram se vacinar ou estavam ali a trabalho. O dia também foi marcado pela presença de autoridades que foram se vacinar contra a covid-19. No período da manhã, a desembargadora Maria Helena Póvoas, presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que tem 64 anos de idade. “Estamos passando por um quadro difícil, enfrentando uma doença que os cientistas muito pouco sabem sobre ela, mas é de fundamental importância seguirmos as orientações dos estudiosos do assunto. E o caminho é a vacina! A organização no Sesi Papa, onde fui imunizada, está de parabéns!”, comentou.

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Na tarde da última quinta-feira (22), quem também esteve presente no polo SESI Papa, que funciona no modelo drive-thru, foi o deputado estadual Eduardo Botelho. Ele contou que não passou nem 20 minutos na fila de carros e parabenizou o atendimento recebido do espaço. “Muito bem organizado e uma estrutura de vacinação rápida! Muito fácil de chegar e o atendimento muito especial, muito bom, todos muito solícitos, nota 10! A Prefeitura, a Secretaria de Saúde, todos os funcionários aqui estão de parabéns”, disse.

O parlamentar ainda comentou sobre a parceria firmada entre a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e a Prefeitura de Cuiabá na abertura do quinto polo de vacinação contra a covid-19. “Nós colocamos à disposição montar dois polos na Assembleia Legislativa, um fixo e um móvel. E caso venha uma quantidade maior de vacinas e a Prefeitura precise ampliar, nós estamos à disposição para auxiliar e fazer essa parceria com a Prefeitura para montar mais pontos para que seja mais ágil. É isso o que nós queremos”, destacou.

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LINHA DURA: Juíza mantém prisão de 14 acusados de integrar quadrilha em MT

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A juíza Ana Cristina Mendes manteve a prisão de 14 dos 15 alvos da Operação Renegados na audiência de custódia realizada durante toda a tarde de terça-feira (4) no Fórum em Cuiabá.

Eles são suspeitos de integrarem uma organização criminosa composta, entre outros membros, por policiais civis e militares. O grupo é acusado de crimes como concussão, corrupção, peculato, roubo e tráfico.

Apenas a acusada Kelle de Arruda Santos teve prisão preventiva convertida em domiciliar. Ela alegou ser mãe de uma criança com comorbidades e menor de 12 anos.

A magistrada submeteu a acusada a um série de medidas restritivas, inclusive o uso de tornozeleira eletrônica.

A operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e Polícia Judiciária Civil para o cumprimento de 22 mandados de prisão contra policiais civis e militares, criminosos, e até mesmo a namorada de um investigador. Sete dos alvos ainda não foram encontrados.

Informações iniciais contam que 12 dos alvos foram encaminhados para o Centro de Custódia de Cuiabá.

Outros dois presos, tratam-se de policiais militares, sendo que um deles foi encaminhado ao Batalhão da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Móvel), e outro para Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças.

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“Renegados”

A Operação Renegados foi deflagrada pelo Gaeco em parceria com a Corregedoria da Polícia Civil. Ao todo, foram expedidos 44 mandados judiciais, sendo 22 deles de prisão.

Segundo apurou o MidiaNews, o grupo de policiais presos é suspeito de extorquir ladrões e traficantes usando informações repassadas por “olheiros remunerados” em bairros de Cuiabá.

Eles arregimentavam os olheiros – geralmente jovens criminosos – pagando-lhes uma quantia periódica. Em troca, estas pessoas avisavam os policiais sobre a chegada de carregamento de drogas ou a presença de carros roubados em algum imóvel do bairro.

Com a informação, ainda conforme o apurado pela Reportagem, os policiais davam o flagrante nas quadrilhas e exigiam dinheiro, joias e até droga para não apreender o produto ilícito nem prender os bandidos.

Parte dos policiais presos nesta terça-feira tinha bastante tempo de corporação e era lotada na Terceira Delegacia de Cuiabá, que fica no Coxipó.

Por: MidiaNews

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