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Pacientes renais em tratamento começam a ser imunizados nesta sexta-feira (16)

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Cerca de 600 pacientes que passam por tratamento de hemodiálise em Cuiabá começarão a ser vacinados contra o novo coronavírus (Covid-19) nesta sexta-feira (16). Os pacientes receberão a dose no próprio local onde passam pelo tratamento médico.

A primeira clínica em que os pacientes serão imunizados é a Clinemat, a partir das 9h30. O responsável pela aplicação das doses será o enfermeiro ou o técnico de enfermagem da própria instituição, com a supervisão de um profissional da Secretaria Municipal de Saúde.

“Faremos a imunização dos pacientes do Clinemat na sexta e sábado. A previsão é que no primeiro dia sejam vacinadas 163 pessoas e no segundo dia 146. A Secretaria Municipal de Saúde tem os nomes e CPFs de todos os pacientes, para garantir que apenas quem realize o tratamento no local seja imunizado”, explica a secretária municipal de Saúde, Ozenira Félix.

Ela revela ainda que, na próxima semana, os pacientes das outras clínicas também receberão o imunizante. “Na segunda-feira (19) e terça-feira (20), serão vacinados os pacientes da clínica Davita e na quinta-feira (22) e sexta-feira (23) serão imunizados os pacientes do Centro de Tratamento Renal – CTR, todos devidamente listados”, comentou.

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Para o prefeito Emanuel Pinheiro, a vacinação desta população é mais um passo importante para o combate à pandemia. “Os pacientes renais são bastante vulneráveis pois precisam sair de casa constantemente para passar pelo tratamento de hemodiálise e isso faz com que estejam mais expostos ao vírus. Decidimos fazer a imunização deste grupo em parceria com as clínicas, pois podemos ter um controle mais rígido das doses, evitando a questão dos fura-filas. Estamos empenhados na imunização dos grupos prioritários, abrimos novos polos de vacinação e estamos acelerando a aplicação das doses, sempre com cuidados sanitários e com muita responsabilidade”, enfatizou Pinheiro.

PREFEITURA DE CUIABÁ

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LINHA DURA: Juíza mantém prisão de 14 acusados de integrar quadrilha em MT

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A juíza Ana Cristina Mendes manteve a prisão de 14 dos 15 alvos da Operação Renegados na audiência de custódia realizada durante toda a tarde de terça-feira (4) no Fórum em Cuiabá.

Eles são suspeitos de integrarem uma organização criminosa composta, entre outros membros, por policiais civis e militares. O grupo é acusado de crimes como concussão, corrupção, peculato, roubo e tráfico.

Apenas a acusada Kelle de Arruda Santos teve prisão preventiva convertida em domiciliar. Ela alegou ser mãe de uma criança com comorbidades e menor de 12 anos.

A magistrada submeteu a acusada a um série de medidas restritivas, inclusive o uso de tornozeleira eletrônica.

A operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e Polícia Judiciária Civil para o cumprimento de 22 mandados de prisão contra policiais civis e militares, criminosos, e até mesmo a namorada de um investigador. Sete dos alvos ainda não foram encontrados.

Informações iniciais contam que 12 dos alvos foram encaminhados para o Centro de Custódia de Cuiabá.

Outros dois presos, tratam-se de policiais militares, sendo que um deles foi encaminhado ao Batalhão da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Móvel), e outro para Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças.

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“Renegados”

A Operação Renegados foi deflagrada pelo Gaeco em parceria com a Corregedoria da Polícia Civil. Ao todo, foram expedidos 44 mandados judiciais, sendo 22 deles de prisão.

Segundo apurou o MidiaNews, o grupo de policiais presos é suspeito de extorquir ladrões e traficantes usando informações repassadas por “olheiros remunerados” em bairros de Cuiabá.

Eles arregimentavam os olheiros – geralmente jovens criminosos – pagando-lhes uma quantia periódica. Em troca, estas pessoas avisavam os policiais sobre a chegada de carregamento de drogas ou a presença de carros roubados em algum imóvel do bairro.

Com a informação, ainda conforme o apurado pela Reportagem, os policiais davam o flagrante nas quadrilhas e exigiam dinheiro, joias e até droga para não apreender o produto ilícito nem prender os bandidos.

Parte dos policiais presos nesta terça-feira tinha bastante tempo de corporação e era lotada na Terceira Delegacia de Cuiabá, que fica no Coxipó.

Por: MidiaNews

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