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Casal internado com Covid comemora alta juntos; 31 pacientes foram liberados em 11 dias

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Desde a última segunda-feira (5), até a terça-feira (13), 30 pacientes que estavam internados no Hospital Municipal São Benedito com Covid-19, receberam alta. Uma das pessoas que comemoraram foi a Marieli de Avila Fagundes, que teve alta nesta segunda (12), no dia de seu aniversário. Ela estava internada na unidade de saúde junto com o marido, Robson Gonçalves, que também recebeu alta no mesmo dia.

O presente não podia ter sido melhor para a família. Segundo a filha de Robson e enteada de Marieli, Daniela Mamoré Gonçalves, de 29 anos, os dois foram internados no início da semana passada e deixaram o hospital bastante emocionados e agradecidos pela alta médica, assim como ela.

“Gratidão é palavra que resume o que sinto hoje, primeiramente gratidão à Deus por proteger e cuida meu amado pai e minha madrasta, que recebeu no seu aniversário esse presente de poder ir para o aconchego do seu lar. Gratidão àqueles anjos que Deus arruma em nossas vidas que chamamos de amigos, e que sem nada em troca não mediram esforços pra ajudar a cuidar deles. Gratidão aos anjos que cuidaram deles no hospital enquanto nós (família) não podemos cuidar e dar carinho e atenção”, disse.

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A jovem conta que já contraiu o vírus no início do ano, e o irmão está com a Covid, mas se tratando em casas, apenas com sintomas leves da doença. No entanto, mesmo assim fez questão de fazer um alerta à população que não respeita as regras de Biossegurança.

“Infelizmente muita gente só aprende quando sente na pele, porque por mais que as notícias mostrem todos os dias, realmente as pessoas só levam a sério quando acontece próximo. É uma situação que não desejo para ninguém, a preocupação que a gente passou, o medo e a incerteza, porque uma hora está bom e de repente já não está, é muito ruim. Então a gente vê tanta notícia de morte, bem mais do que as de altas, não divulgam muito as recuperações e deveriam fazer isso mais”, desabafou.

O prefeito Emanuel Pinheiro também comemorou as altas recebidas durante a última semana. “Eu fico muito feliz de ver a nossa população sendo curada. Fico ainda mais agradecido por poderem ter esse atendimento de qualidade nas unidades públicas de Cuiabá e espero que muitos ainda possam se recuperar desse vírus, que tem nos assolado há mais de um ano”, disse.

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LINHA DURA: Juíza mantém prisão de 14 acusados de integrar quadrilha em MT

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A juíza Ana Cristina Mendes manteve a prisão de 14 dos 15 alvos da Operação Renegados na audiência de custódia realizada durante toda a tarde de terça-feira (4) no Fórum em Cuiabá.

Eles são suspeitos de integrarem uma organização criminosa composta, entre outros membros, por policiais civis e militares. O grupo é acusado de crimes como concussão, corrupção, peculato, roubo e tráfico.

Apenas a acusada Kelle de Arruda Santos teve prisão preventiva convertida em domiciliar. Ela alegou ser mãe de uma criança com comorbidades e menor de 12 anos.

A magistrada submeteu a acusada a um série de medidas restritivas, inclusive o uso de tornozeleira eletrônica.

A operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e Polícia Judiciária Civil para o cumprimento de 22 mandados de prisão contra policiais civis e militares, criminosos, e até mesmo a namorada de um investigador. Sete dos alvos ainda não foram encontrados.

Informações iniciais contam que 12 dos alvos foram encaminhados para o Centro de Custódia de Cuiabá.

Outros dois presos, tratam-se de policiais militares, sendo que um deles foi encaminhado ao Batalhão da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Móvel), e outro para Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças.

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“Renegados”

A Operação Renegados foi deflagrada pelo Gaeco em parceria com a Corregedoria da Polícia Civil. Ao todo, foram expedidos 44 mandados judiciais, sendo 22 deles de prisão.

Segundo apurou o MidiaNews, o grupo de policiais presos é suspeito de extorquir ladrões e traficantes usando informações repassadas por “olheiros remunerados” em bairros de Cuiabá.

Eles arregimentavam os olheiros – geralmente jovens criminosos – pagando-lhes uma quantia periódica. Em troca, estas pessoas avisavam os policiais sobre a chegada de carregamento de drogas ou a presença de carros roubados em algum imóvel do bairro.

Com a informação, ainda conforme o apurado pela Reportagem, os policiais davam o flagrante nas quadrilhas e exigiam dinheiro, joias e até droga para não apreender o produto ilícito nem prender os bandidos.

Parte dos policiais presos nesta terça-feira tinha bastante tempo de corporação e era lotada na Terceira Delegacia de Cuiabá, que fica no Coxipó.

Por: MidiaNews

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