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Governo de MT distribui 185,3 mil testes para detecção da Covid-19 aos 141 municípios

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT),  distribui 185,3 mil testes de detecção da Covid-19 aos 141 municípios de Mato Grosso. A ação tem o objetivo de manter o alto índice de testagem no Estado, que é o segundo que mais realiza testes por 100 mil habitantes conforme ranking feito pela Universidade Federal de Viçosa.

A distribuição faz parte  do pacote de ações do Governo de Mato Grosso, lançado em março, para intensificar o combate ao coronavírus.

Os 10 municípios mais populosos de Mato Grosso receberão os seguintes quantitativos: Cuiabá (15.000), Várzea Grande (13.860), Rondonópolis (11.360), Sinop (7.020), Tangará da Serra (5.080), Cáceres (6.340), Sorriso (4.460), Lucas do Rio Verde (3.260), Primavera do Leste (3.040) e Barra do Garças (2.960). Veja em anexo a relação que cada município do Estado irá receber.

“Essa é uma ação que vai subsidiar a testagem nos municípios e intensificar a detecção da Covid-19. É essencial detectarmos essa doença precocemente, já que desta forma é possível oferecer o acompanhamento médico desde a fase inicial e evitar a contaminação de mais pessoas por meio do isolamento do paciente com coronavírus”, pontua o secretário Estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.

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O quantitativo de testes rápidos por pesquisa de antígeno que cada município irá receber depende do cálculo que considera o critério populacional e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) local. O método para o cálculo pode ser acessado na página 2 da Resolução nº 22 da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).

Recentemente, o Estado de Mato Grosso adquiriu 500 mil testes rápidos por pesquisa de antígeno; a compra anterior foi de 250 mil testes. As unidades serão utilizadas pelos municípios e pelos hospitais ou unidades estaduais. Só o Centro de Triagem Covid-19 já atendeu a mais de 140 mil pessoas.

Para o enfrentamento da pandemia, a SES já adquiriu o total de 70 mil testes RT-PCR.

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LINHA DURA: Juíza mantém prisão de 14 acusados de integrar quadrilha em MT

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A juíza Ana Cristina Mendes manteve a prisão de 14 dos 15 alvos da Operação Renegados na audiência de custódia realizada durante toda a tarde de terça-feira (4) no Fórum em Cuiabá.

Eles são suspeitos de integrarem uma organização criminosa composta, entre outros membros, por policiais civis e militares. O grupo é acusado de crimes como concussão, corrupção, peculato, roubo e tráfico.

Apenas a acusada Kelle de Arruda Santos teve prisão preventiva convertida em domiciliar. Ela alegou ser mãe de uma criança com comorbidades e menor de 12 anos.

A magistrada submeteu a acusada a um série de medidas restritivas, inclusive o uso de tornozeleira eletrônica.

A operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e Polícia Judiciária Civil para o cumprimento de 22 mandados de prisão contra policiais civis e militares, criminosos, e até mesmo a namorada de um investigador. Sete dos alvos ainda não foram encontrados.

Informações iniciais contam que 12 dos alvos foram encaminhados para o Centro de Custódia de Cuiabá.

Outros dois presos, tratam-se de policiais militares, sendo que um deles foi encaminhado ao Batalhão da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Móvel), e outro para Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças.

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“Renegados”

A Operação Renegados foi deflagrada pelo Gaeco em parceria com a Corregedoria da Polícia Civil. Ao todo, foram expedidos 44 mandados judiciais, sendo 22 deles de prisão.

Segundo apurou o MidiaNews, o grupo de policiais presos é suspeito de extorquir ladrões e traficantes usando informações repassadas por “olheiros remunerados” em bairros de Cuiabá.

Eles arregimentavam os olheiros – geralmente jovens criminosos – pagando-lhes uma quantia periódica. Em troca, estas pessoas avisavam os policiais sobre a chegada de carregamento de drogas ou a presença de carros roubados em algum imóvel do bairro.

Com a informação, ainda conforme o apurado pela Reportagem, os policiais davam o flagrante nas quadrilhas e exigiam dinheiro, joias e até droga para não apreender o produto ilícito nem prender os bandidos.

Parte dos policiais presos nesta terça-feira tinha bastante tempo de corporação e era lotada na Terceira Delegacia de Cuiabá, que fica no Coxipó.

Por: MidiaNews

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