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Após articulação do Governo de Mato Grosso, Ministério da Saúde envia 300 cilindros de oxigênio para o Estado

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O Estado de Mato Grosso recebe 300 cilindros de oxigênio do Governo Federal neste domingo (28.03). Os insumos chegam em Sinop às 10h30 e às 12h30, em aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB). Os cilindros serão armazenados no Hospital Regional localizado na cidade, de onde sairá a logística de distribuição aos municípios mais distantes.

A entrega é resultado da articulação feita entre o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), e o Governo Federal.

Após ser notificado por empresas fornecedoras do insumo, o Estado solicitou apoio nacional quanto aos estoques de oxigênio. A ação teve o objetivo de suprir os hospitais que não são geridos diretamente pelo Estado, mas que já passavam por dificuldades ligadas ao baixo estoque de oxigênio.

O secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, explicou que o abastecimento na rede estadual já estava garantido mesmo com o consumo 250% maior que a média normal.

“Os cilindros não são para o Hospital Regional, eles serão encaminhados aos municípios mais distantes. A Secretaria de Estado de Saúde tomou todas as providências necessárias para garantir o contínuo fornecimento de oxigênio nos hospitais mantidos pelo Governo, mas o Estado recebeu notificações de possíveis desabastecimentos em outras unidades, o que evidentemente preocupou. Por isso a força tarefa envolvendo o Governo Federal, Estadual e a iniciativa privada, com o objetivo de evitar qualquer desabastecimento em Mato Grosso”, disse o secretário.

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O gestor ainda explica que a operação de transporte terrestre dos cilindros ao Hospital Regional de Sinop é complexo e envolve o apoio da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) e do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte de Mato Grosso (Sindusmad).

Com o suporte da rede de apoio, será possível realizar o desembarque e o carregamento dos cilindros e, posteriormente, a descarga e o acondicionamento dos insumos em local adequado.

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LINHA DURA: Juíza mantém prisão de 14 acusados de integrar quadrilha em MT

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A juíza Ana Cristina Mendes manteve a prisão de 14 dos 15 alvos da Operação Renegados na audiência de custódia realizada durante toda a tarde de terça-feira (4) no Fórum em Cuiabá.

Eles são suspeitos de integrarem uma organização criminosa composta, entre outros membros, por policiais civis e militares. O grupo é acusado de crimes como concussão, corrupção, peculato, roubo e tráfico.

Apenas a acusada Kelle de Arruda Santos teve prisão preventiva convertida em domiciliar. Ela alegou ser mãe de uma criança com comorbidades e menor de 12 anos.

A magistrada submeteu a acusada a um série de medidas restritivas, inclusive o uso de tornozeleira eletrônica.

A operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e Polícia Judiciária Civil para o cumprimento de 22 mandados de prisão contra policiais civis e militares, criminosos, e até mesmo a namorada de um investigador. Sete dos alvos ainda não foram encontrados.

Informações iniciais contam que 12 dos alvos foram encaminhados para o Centro de Custódia de Cuiabá.

Outros dois presos, tratam-se de policiais militares, sendo que um deles foi encaminhado ao Batalhão da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Móvel), e outro para Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças.

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“Renegados”

A Operação Renegados foi deflagrada pelo Gaeco em parceria com a Corregedoria da Polícia Civil. Ao todo, foram expedidos 44 mandados judiciais, sendo 22 deles de prisão.

Segundo apurou o MidiaNews, o grupo de policiais presos é suspeito de extorquir ladrões e traficantes usando informações repassadas por “olheiros remunerados” em bairros de Cuiabá.

Eles arregimentavam os olheiros – geralmente jovens criminosos – pagando-lhes uma quantia periódica. Em troca, estas pessoas avisavam os policiais sobre a chegada de carregamento de drogas ou a presença de carros roubados em algum imóvel do bairro.

Com a informação, ainda conforme o apurado pela Reportagem, os policiais davam o flagrante nas quadrilhas e exigiam dinheiro, joias e até droga para não apreender o produto ilícito nem prender os bandidos.

Parte dos policiais presos nesta terça-feira tinha bastante tempo de corporação e era lotada na Terceira Delegacia de Cuiabá, que fica no Coxipó.

Por: MidiaNews

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