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Voltar Polícia Civil investiga fake news relacionada ao agendamento da vacinação em Cuiabá

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), recebeu na tarde desta terça-feira (25.03), o boletim de ocorrência e ofício da Prefeitura Municipal de Cuiabá relatando a possível ocorrência de crimes cibernéticos, com a  divulgação de fake news, em relação as datas e a faixa etária para agendamento de aplicação de vacina para a Covid-19.

O fato gerou aglomeração de pessoas no local de vacinação, atrapalhando a regular atividade de imunização da população cuiabana contra o vírus. A falsa divulgação também provocou grande quantidade de acessos ao site da Prefeitura Municipal, no qual é realizado o agendamento da vacinação.

O número teria ultrapassando a casa de um milhão de acessos na página da internet, fazendo com que o site foi retirado do ar e ficasse indisponível por um período.

De acordo com o delegado da DRCI, Ruy Guilherme Peral da Silva, as investigações para apurar possível prática de crime cibernético já iniciaram e as providências preliminares foram tomadas

“A Polícia Civil atuará fortemente no combate a toda e qualquer prática criminosa, ocorrida no meio virtual, seja por meio de divulgação de fake news, seja pela prática de crimes cibernéticos próprios como invasão de dispositivos informáticos entre outros”, disse o delegado.

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O delegado frisou ainda que o auxílio da população através de denúncias que tragam informações acerca dos possíveis suspeitos é fundamental para esclarecimento do crime em questão e de outros que tenham conhecimento.

A população pode usar os canais de denúncia da Polícia Civil, 197 ou 181, ou também registrar o boletim de ocorrência através do site da delegacia virutal (www.delegaciavirtual.mt.gov.br). A Delegacia de Crimes Cibernéticos também possuí os canais de denúncias que podem ser realizadas através do e-mail drci@pjc.mt.gov.br, ou pelo whatsapp (65) 99973-4429.

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Com pedido de vista no STF, composição da mesa diretora da ALMT pode ser alterada

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Após abrir divergência no julgamento sobre a reeleição para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o ministro Gilmar Mendes pediu vista do processo, que está em análise no plenário virtual do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido de vista foi apresentado nesta terça-feira (21).

A ação foi apresentada em março deste ano, após a reeleição do deputado estadual Eduardo Botelho (DEM) para seu terceiro mandato como presidente da Assembleia Legislativa. Nove dias após a proposição, o ministro Alexandre de Moraes concedeu liminar impedindo a posse de Botelho, o que levou à realização de uma nova eleição da Mesa Diretora da ALMT.

Proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR), a ação questionava a possibilidade de múltiplas reeleições para o mesmo cargo na Mesa Diretora, apontando que a Constituição Federal impedia este tipo de conduta no Congresso Nacional. Assim, as casas legislativas estaduais e municipais deveriam seguir o mesmo entendimento, permitindo apenas uma reeleição para o mesmo cargo de um membro da Mesa Diretora.

O processo foi a julgamento virtual pela primeira vez em 11 de junho, mas foi suspenso devido a um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, o decano da corte, que não havia apresentado seu voto até então.

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O julgamento virtual retomado na última sexta-feira, 17 de setembro, ocasião em que o ministro Gilmar Mendes abriu divergência do relator do caso, Alexandre de Moraes. Mendes manteve a maior parte da decisão do relator, que limitou a uma única reeleição, mas abriu brecha para que Botelho pudesse ser reconduzido à Presidência.

“Ante o exposto, divirjo em parte do Ministro Relator e julgo procedente o pedido para conferir interpretação conforme a Constituição Federal […] e estabelecer que é permitida apenas uma reeleição ou recondução sucessiva ao mesmo cargo da Mesa Diretor, mantida a composição da Mesa de Assembleia Legislativa eleita antes da publicação do acórdão da ADI 6524 (06/04/2021)”, disse Gilmar em seu voto.

Antes do pedido de vistas, o ministro Ricardo Lewandowski acompanhou o voto de Gilmar Mendes, estabelecendo o placar de 2 a 1 para a decisão que permite a recondução de Botelho à presidência da Assembleia.

Não há data para a retomada do julgamento. Falta ainda a manifestação de sete ministros.

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