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Festrilha 2020 Edição Online termina neste fim de semana

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Com a pandemia da Covid-19 muitos eventos populares e tradicionais em Mato Grosso foram cancelados no ano passado. É o caso do maior evento junino mato-grossense, que em 2021, entrou para o campo digital. O VI Festival de Quadrilhas Juninas – Festrilha 2020 Edição Online é realizado no formato de mostra, com um número menor de quadrilhas, e sem caráter competitivo.

O Festrilha é uma iniciativa da Federação Mato-grossense de Quadrilhas (FMTQ) e foi contemplado no Edital Circuito Mostras e Festivais, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

De acordo com a presidente da FMTQ, Marta Negrão, os recursos do edital possibilitaram a realização do evento e manter a tradição viva. “Em 2020 vimos nossos brincantes silenciaram e cessaram os preparativos por conta da pandemia que se instalou. Já não tínhamos mais esperança de conseguir realizar o evento, quando fomos surpreendidos pelos Editais da Secel. Esses editais vieram reacender a chama de uma paixão sufocada”.

Para participar do evento, os grupos de quadrilha junina se inscreveram em edital realizado pela federação e produziram pequenos vídeos para serem apresentados no canal de Youtube da FMTQ youtube.com/FMTQuadrilhas. Foram selecionadas 20 quadrilhas e destinado o recurso de R$ 9.000,00 (nove mil reais) cada uma, para custearem suas despesas anteriores e se organizarem para a próxima temporada.

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A edição online teve início no dia 19 de março com a apresentação dos grupos: Lumiar da Paixão (Ribeirão Cascalheira), Junina A.M.U (Cáceres), Caipiras de Plantão (Tangará da Serra), Coração Caipira (Porto Alegre do Norte) e Exposão Luverdense (Lucas do Rio Verde). No dia 20 se apresentaram: Império Junino (Rondonópolis), Simpatia Junina (Lucas do Rio Verde), Caipiras Unidos (Rondonópolis) campeã de 2019, Os de Fora (Tangará da Serra), Balancê do Cerrado (Nova Xavantina).

A FMTQ preparou diversos prêmios para os dois últimos dias do evento, que ocorrem nesta sexta-feira (26.03) e sábado (27.03). “Para as últimas lives nós preparamos prêmios para encerrarmos o evento em grande estilo, como é de gosto da FMTQ”, destaca a presidente da federação Marta Negrão.

Nesta sexta-feira (26.03), às 20h, o público poderá assistir as apresentações dos Caipiras do Araguaia (Confresa), Beija Flor (Confresa), Pirilampos do Vale (Água Boa), Fogo na Saia (Barão de Melgaço) e Flor do Araguaia (Araguaiana).

No sábado (27.03), a partir das 20h, se apresentam Abalantes do Sertão (Barra do Garças), Jóias do Cerrado (Sorriso), Amor Caipira (Alto Boa Vista), Flor do Sertão (Porto Alegre do Norte) e Brilho Junino (Barra do Garças).

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LINHA DURA: Juíza mantém prisão de 14 acusados de integrar quadrilha em MT

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A juíza Ana Cristina Mendes manteve a prisão de 14 dos 15 alvos da Operação Renegados na audiência de custódia realizada durante toda a tarde de terça-feira (4) no Fórum em Cuiabá.

Eles são suspeitos de integrarem uma organização criminosa composta, entre outros membros, por policiais civis e militares. O grupo é acusado de crimes como concussão, corrupção, peculato, roubo e tráfico.

Apenas a acusada Kelle de Arruda Santos teve prisão preventiva convertida em domiciliar. Ela alegou ser mãe de uma criança com comorbidades e menor de 12 anos.

A magistrada submeteu a acusada a um série de medidas restritivas, inclusive o uso de tornozeleira eletrônica.

A operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e Polícia Judiciária Civil para o cumprimento de 22 mandados de prisão contra policiais civis e militares, criminosos, e até mesmo a namorada de um investigador. Sete dos alvos ainda não foram encontrados.

Informações iniciais contam que 12 dos alvos foram encaminhados para o Centro de Custódia de Cuiabá.

Outros dois presos, tratam-se de policiais militares, sendo que um deles foi encaminhado ao Batalhão da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Móvel), e outro para Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças.

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“Renegados”

A Operação Renegados foi deflagrada pelo Gaeco em parceria com a Corregedoria da Polícia Civil. Ao todo, foram expedidos 44 mandados judiciais, sendo 22 deles de prisão.

Segundo apurou o MidiaNews, o grupo de policiais presos é suspeito de extorquir ladrões e traficantes usando informações repassadas por “olheiros remunerados” em bairros de Cuiabá.

Eles arregimentavam os olheiros – geralmente jovens criminosos – pagando-lhes uma quantia periódica. Em troca, estas pessoas avisavam os policiais sobre a chegada de carregamento de drogas ou a presença de carros roubados em algum imóvel do bairro.

Com a informação, ainda conforme o apurado pela Reportagem, os policiais davam o flagrante nas quadrilhas e exigiam dinheiro, joias e até droga para não apreender o produto ilícito nem prender os bandidos.

Parte dos policiais presos nesta terça-feira tinha bastante tempo de corporação e era lotada na Terceira Delegacia de Cuiabá, que fica no Coxipó.

Por: MidiaNews

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