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Governo de Mato Grosso beneficiará 100 mil famílias de baixa renda

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Cerca de 100 mil famílias de baixa renda que vivem em Mato Grosso serão beneficiadas com o Auxílio Ser Família Emergencial, que será disponibilizado pelo Governo do Estado, em uma ação social coordenada pela primeira-dama Virginia Mendes. O anúncio foi feito pelo governador Mauro Mendes nesta quinta-feira (11.03).

A medida foi um pedido pessoal da primeira-dama ao governador e visa contribuir com a qualidade de vida das famílias impactadas economicamente durante a pandemia da Covid-19. Para ela, a ação é fundamental pelo momento em que centenas de famílias precisam de amparo e assistência.

“Tenho acompanhado as dificuldades que muitas famílias têm passado por conta da pandemia. As 330 mil cestas básicas que entregamos neste último ano auxiliaram muito a diminuir essas dificuldades, mas as famílias precisam de mais e fiz questão de articular junto ao governador essa ação, para amenizar esse sofrimento e dar melhores condições às mães e pais chefes de família”, afirmou Virginia Mendes.

O formato completo do programa contendo valores e meses de duração deve ser apresentado na próxima semana, junto com a Secretaria Estadual de Assistência Social (Setasc). O projeto passará ainda por aprovação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

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“Estamos maturando um programa de assistência social ampliado e trabalhando a fonte de recursos para que possamos alcançar de maneira mais efetiva muitos mato-grossenses, que estão passando por dificuldade na sua capacidade de suprir o seu lar e sua subsistência básica”, destacou o governador.

“Estamos passando por um momento de dificuldade, de grande perturbação na saúde pública que tem reflexos na economia e na vida das pessoas. Na próxima semana teremos um desfecho dessas articulações para encaminhar à Assembleia as devidas formalizações para que este programa possa ser colocado em marcha e alcançar quem precisa desse auxílio do Governo de Mato Grosso”, concluiu Mauro Mendes.

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LINHA DURA: Juíza mantém prisão de 14 acusados de integrar quadrilha em MT

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A juíza Ana Cristina Mendes manteve a prisão de 14 dos 15 alvos da Operação Renegados na audiência de custódia realizada durante toda a tarde de terça-feira (4) no Fórum em Cuiabá.

Eles são suspeitos de integrarem uma organização criminosa composta, entre outros membros, por policiais civis e militares. O grupo é acusado de crimes como concussão, corrupção, peculato, roubo e tráfico.

Apenas a acusada Kelle de Arruda Santos teve prisão preventiva convertida em domiciliar. Ela alegou ser mãe de uma criança com comorbidades e menor de 12 anos.

A magistrada submeteu a acusada a um série de medidas restritivas, inclusive o uso de tornozeleira eletrônica.

A operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e Polícia Judiciária Civil para o cumprimento de 22 mandados de prisão contra policiais civis e militares, criminosos, e até mesmo a namorada de um investigador. Sete dos alvos ainda não foram encontrados.

Informações iniciais contam que 12 dos alvos foram encaminhados para o Centro de Custódia de Cuiabá.

Outros dois presos, tratam-se de policiais militares, sendo que um deles foi encaminhado ao Batalhão da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Móvel), e outro para Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças.

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“Renegados”

A Operação Renegados foi deflagrada pelo Gaeco em parceria com a Corregedoria da Polícia Civil. Ao todo, foram expedidos 44 mandados judiciais, sendo 22 deles de prisão.

Segundo apurou o MidiaNews, o grupo de policiais presos é suspeito de extorquir ladrões e traficantes usando informações repassadas por “olheiros remunerados” em bairros de Cuiabá.

Eles arregimentavam os olheiros – geralmente jovens criminosos – pagando-lhes uma quantia periódica. Em troca, estas pessoas avisavam os policiais sobre a chegada de carregamento de drogas ou a presença de carros roubados em algum imóvel do bairro.

Com a informação, ainda conforme o apurado pela Reportagem, os policiais davam o flagrante nas quadrilhas e exigiam dinheiro, joias e até droga para não apreender o produto ilícito nem prender os bandidos.

Parte dos policiais presos nesta terça-feira tinha bastante tempo de corporação e era lotada na Terceira Delegacia de Cuiabá, que fica no Coxipó.

Por: MidiaNews

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