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Para deputado, Centros de Educação de Jovens e Adultos não devem ser fechados

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Em reunião na tarde dessa segunda-feira (16), o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) cobrou da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) que não seja fechado nenhum dos 21 Centros de Educação de Jovens e Adultos (CEJA) em Mato Grosso. Lúdio agendou a reunião a pedido do Fórum de Educação de Jovens e Adultos, diante do anúncio de fechamento de unidades de CEJA pelo governo estadual e a mudança dos alunos para escolas regulares, sob o argumento de cortar gastos.

“Essa visão do atual governo, de otimizar espaços para economizar com conta de luz e água, salários de professores e técnicos, é uma visão economicista que não leva em consideração o impacto dessas mudanças sobre a comunidade escolar. A identidade da EJA tem que estar acima de qualquer outro critério na tomada de decisão, e a decisão tem que ser tomada com participação dos CEJAS, com diálogo”, afirmou Lúdio.

O secretário Alan Porto concordou em debater com o Fórum o projeto da Seduc para mudar o formato da EJA em Mato Grosso e deve apresentar um estudo em nova reunião, no dia 27 de novembro. Lúdio propôs que a Seduc não dê andamento a mudanças na EJA antes da apresentação do estudo e discussão com os professores, e o secretário se comprometeu a paralisar qualquer ação nesse intervalo.

Para a coordenadora do Fórum de EJA, Rosemary da Luz, é importante manter o formato dos CEJAs, com a identidade e o ambiente escolar, e qualquer decisão de mudança a ser tomada precisa passar antes por um processo de diálogo. A professora Ivana Bognar observou as dificuldades de integrar os alunos do EJA a escolas regulares. “Um idoso não vai frequentar a mesma escola que tem crianças”, disse.

“O CEJA, com aproveitamento de carga horária, é diferente do EJA ofertado em escolas regulares com matrícula anual. Precisamos trabalhar com o conceito de equidade”, disse o professor Claudio Scalon, destacando a diversidade existente no CEJA, que atende a parcelas vulneráveis da população. Na definição da professora Keila Alves, o CEJA é um local onde jovens e adultos vão buscar seus sonhos.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep), Valdeir Pereira, afirmou que é preciso fortalecer a política que já vem sendo ofertada, e não fechar os CEJAs. O deputado estadual Henrique Lopes (PT) também afirmou a necessidade de diálogo e de a Seduc deixar claro qual é o projeto para a política de EJA em Mato Grosso.

Fonte: ALMT

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Vacinação contra covid-19 para crianças começa hoje (20); Vereador Dr. Luiz Fernando defende imunização

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Por Márcia Martins
Crianças de 5 a 11 anos começam a ser imunizadas contra Covid-19, a partir desta quinta-feira (20), no polo da Unic Beira Rio, a partir das 9h, em Cuiabá. Durante entrevistas a vários meios de comunicação e em suas redes sociais, o vereador e médico Dr. Luiz Fernando (Republicanos), fez questão de mostrar seu posicionamento favorável à imunização infantil.

Médico há 20 anos, presidente da Comissão de Saúde na Câmara Municipal da Capital, o parlamentar tem diversas leis e projetos voltados para a área da medicina.

“Eu sou a favor da vacinação em crianças. A favor da ciência. Tenho um filho de 5 e de 7 anos e vou levar os dois para se vacinar”, reforça o vereador ao informar que os pais ou responsáveis deverão entrar no site www.vacina.cuiaba.mt.gov.br, escolher o grupo no qual a criança se encaixa e preencher os dados. A primeira criança a receber a dose do imunizante será um garotinho, de 9 anos, que faz parte do grupo de pacientes imunossuprimidos.

De hoje ao dia 22, apenas o polo da Unic Beira Rio realizará a vacinação, devido à quantidade de doses recebidas. Foram 3.580 doses exclusivas para crianças e, conforme dados do Ministério da Saúde, a estimativa é de vacinar 60.659 crianças na Capital.

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Com a chegada de doses novas doses, previstas para a próxima semana, os polos de vacinação Unic Beira Rio (Região Leste), USF Paiaguás (Região Norte), USF Quilombo (Região Oeste), USF do Pedra 90 I e II e ainda USF Parque Cuiabá (Região Sul) – também irão aplicar a vacina. Já nas zonas rurais, a USF Guia, o Programa Amor I e Amor II atenderão essas demandas.

Como embasamento para aprovação e incentivo da vacinação, Dr. Luiz Fernando destaca estudos realizados pela Sociedade Brasileira de Pediatria, Sociedade Brasileira de Imunizações e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Já em relação ao risco de miocardite, que é uma inflamação nas células do músculo do coração (miocárdio), o médico afirma que é muito raro. “Existe certo receio quanto ao desenvolvimento da miocardite após a vacina, mas quero deixar claro que isso é raríssimo, não tenham medo, vacinem as crianças”, orienta.

LIVE – hoje às 19h30 Luiz Fernando vai realizar uma live para debater sobre a vacinação contra Covid em crianças. O debate contará com a participação do pediatra Dr. Maurício Malheiros e será transmitido via instagran.com/drluizfernandoamorim.

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