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Projeto Ronda Escolar têm resultados positivos na redução da violência

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Pautadas em ações preventivas, ostensivas e educacionais, o projeto ‘Ronda Escolar’ – realizado pelo grupamento da Guarda Municipal de Várzea Grande – e que atua nas escolas da Rede Pública Municipal e também em instituições particulares – tem contribuído para a diminuição da violência em frente às unidades escolares, bem como a redução de pequenos furtos nas comunidades localizadas no entorno das escolas.

De acordo com os dados operacionais da Guarda Municipal, desde o início do ano letivo, já foram computadas mais de 300 operações com a ‘Ronda Escolar’ e visitas feitas pelos agentes da Guarda dentro das unidades escolares. “Toda ação realizada tem por objetivo dar segurança e tranquilidade aos alunos e pais, e todos que integram o corpo docente e administrativo das escolas”, destacou o secretário de Defesa Social e comandante da Guarda Municipal, Evandro Homero Dias.

Como lembra o Comandante as atribuições da Guarda não restringem apenas nas rondas no entorno de escolas, mas também no trabalho de conscientização dos estudantes, com palestras ou visitas periódicas nas unidades escolares, seja para interação, ou para uma possível averiguação de ocorrência. “É comum os servidores da educação e estudantes conversarem com guardas municipais, numa demonstração de satisfação de ver o importante serviço que eles desenvolvem, como um agente protetor e amigo da escola”.

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O coordenador operacional da Guarda Municipal, Juliano Lemos, disse que a instituição de segurança municipal vem realizando esse trabalho desde 2016, obtendo resultados positivos uma vez que com a execução do projeto ‘Ronda Escolar’, os dados estatísticos apontaram uma diminuição de ocorrências no entorno das escolas atendidas, bem como a ocorrência de pequenos delitos ou furtos, nas proximidades das unidades escolares.

“A ronda escolar é uma iniciativa que deu certo, hoje indispensável para a segurança dos alunos, direção escolar e corpo técnico além da proteção do próprio patrimônio público. Atuamos em três frentes de trabalho, a primeira age no patrulhamento e visitas regulares nas escolas da rede pública. A segunda é voltada para o planejamento e a segurança de eventos promovidos pelas unidades escolares, já a terceira se refere às  ações sociais realizadas pela Guarda Municipal, como o Teatro de Fantoche, que aborda de forma lúdica, diferentes temas. A Guarda Cidadã busca trabalhar de modo a contribuir para a segurança e a formação dos alunos da Rede Pública aumentando cada vez mais os laços de cooperação entre a instituição de segurança municipal e a secretaria de Educação”, completou Juliano Lemos.

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O secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Sílvio Fidelis, disse que a parceria com a Guarda Municipal define as responsabilidades legais de cada órgão na garantia dos serviços de segurança preventiva realizada em todas as Escolas Municipais de Educação Básica e também nos Centros Municipais de Educação Infantil. “A Guarda Municipal é uma parceira indispensável da Escola e a sua atuação tem fortalecido as políticas públicas do setor, que além de garantir educação de qualidade tem oferecido segurança aos alunos, com o policiamento intensivo e preventivo, garantindo a integridade física de alunos e professores”, pontuou.

Qualquer ocorrência envolvendo alunos ou comunitários no entorno das escolas, a comunidade poderá entrar em contato com a Guarda Municipal por meio do telefone: 0800 646 3190 ou 153. As ligações são gratuitas. Além disso, a população pode também acessar o email: operacionalgmvg.smds.vg@gmail.com, e formalizar denúncia.

 

 

 

Por: Secom/VG

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LINHA DURA: Juíza mantém prisão de 14 acusados de integrar quadrilha em MT

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A juíza Ana Cristina Mendes manteve a prisão de 14 dos 15 alvos da Operação Renegados na audiência de custódia realizada durante toda a tarde de terça-feira (4) no Fórum em Cuiabá.

Eles são suspeitos de integrarem uma organização criminosa composta, entre outros membros, por policiais civis e militares. O grupo é acusado de crimes como concussão, corrupção, peculato, roubo e tráfico.

Apenas a acusada Kelle de Arruda Santos teve prisão preventiva convertida em domiciliar. Ela alegou ser mãe de uma criança com comorbidades e menor de 12 anos.

A magistrada submeteu a acusada a um série de medidas restritivas, inclusive o uso de tornozeleira eletrônica.

A operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e Polícia Judiciária Civil para o cumprimento de 22 mandados de prisão contra policiais civis e militares, criminosos, e até mesmo a namorada de um investigador. Sete dos alvos ainda não foram encontrados.

Informações iniciais contam que 12 dos alvos foram encaminhados para o Centro de Custódia de Cuiabá.

Outros dois presos, tratam-se de policiais militares, sendo que um deles foi encaminhado ao Batalhão da Rotam (Rondas Ostensivas Tático Móvel), e outro para Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças.

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“Renegados”

A Operação Renegados foi deflagrada pelo Gaeco em parceria com a Corregedoria da Polícia Civil. Ao todo, foram expedidos 44 mandados judiciais, sendo 22 deles de prisão.

Segundo apurou o MidiaNews, o grupo de policiais presos é suspeito de extorquir ladrões e traficantes usando informações repassadas por “olheiros remunerados” em bairros de Cuiabá.

Eles arregimentavam os olheiros – geralmente jovens criminosos – pagando-lhes uma quantia periódica. Em troca, estas pessoas avisavam os policiais sobre a chegada de carregamento de drogas ou a presença de carros roubados em algum imóvel do bairro.

Com a informação, ainda conforme o apurado pela Reportagem, os policiais davam o flagrante nas quadrilhas e exigiam dinheiro, joias e até droga para não apreender o produto ilícito nem prender os bandidos.

Parte dos policiais presos nesta terça-feira tinha bastante tempo de corporação e era lotada na Terceira Delegacia de Cuiabá, que fica no Coxipó.

Por: MidiaNews

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