Opinião

Responsabilidade Social em tempos de pandemia

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O dever humanitário deve ser sempre uma tônica em nossas vidas, porem neste doloroso momento de pandemia requer mais esforços, empenho e um novo olhar frente a tanta dor e insegurança. Em nosso Estado e país as ações de responsabilidade sociais sempre foram importantes para mitigar os problemas das camadas mais vulneráveis, independente dos fatores geradores de pobreza. Mas, neste momento em que até mesmo as nações mais ricas e poderosas se prostraram diante deste vírus que rouba a vida e fragiliza economias mundiais, precisamos fazer mais.
O setor corporativo é um gerador de riquezas, emprego, tecnologia, avanços, por si ao garantir a renda de milhares de brasileiros cumpre seu papel, porem esta etapa sempre avançou e precisa decolar agora para acalentar os mais necessitados. Estamos diante de situações adversas, garantir emprego neste momento, pagar salários em dia são desafios, mas se sua empresa é mais abastada que outras, não hesite em estender um pouco mais as mãos. É preciso, é urgente!
A sobrevivência depende agora de um ciclo mais solidário, feliz da empresa que hoje consegue estender um fio de esperança em forma de cilindros de oxigênio, máscaras, álcool em gel, pagamentos de exames a funcionários, compra de medicamentos e até cestas básicas. Sempre alguém vai necessitar, sempre será o de origem mais humilde, aquele trabalhador que ainda precisa mais do que o salário para sobreviver, precisa da sua solidariedade.
O momento pede mais correntes do bem para acalentar choro, fome e medo. Feliz e próspera as empresas que podem levar essa luz ate mesmo fora dos pilares de sua própria empresa. Recentemente o próprio governo de Mato Grosso fez uma campanha sensibilizando inúmeras empresas quanto à doação de cilindros de oxigênio. Parabéns deu certo, em 48 horas, a força tarefa arrecadou 200 cilindros de oxigênio, uma doação equivalente a R$ 1 milhão.
Na realidade sabemos o que isso quer dizer, vidas com certeza foram salvas. E sabemos que outras mais poderão ser, mas também dependerá da sua responsabilidade social. Infelizmente a fome voltou a ser uma realidade cruel, a doação de alimentos também pode fazer parte da sua responsabilidade social. Vamos nos unir, nos respeitar e nos salvar!
Amir Maluf, CEO do Grupo São Benedito

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Opinião

O VERDADEIRO MARKETING DE RELACIONAMENTO

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Um desafio complexo às empresas é estabelecer um relacionamento real com o cliente. O grande problema é que a maioria tem uma miopia em relação as suas ações, e patinam para conseguir estabelecer esse envolvimento a longo prazo.

O marketing de relacionamento é um processo complexo e contínuo. O primeiro passo é fazer o dever de casa: satisfazer o desejo do cliente. Para isso, você precisa se equilibrar numa corda bamba entre expectativa, desejo do seu consumidor; e a experiência de consumo que sua marca oferece a ele. Essa equação vai escalonar o grau de satisfação do seu público-alvo.

Dever de casa feito, é hora do passo dois: a confiança. Em qualquer relação humana a confiança não é algo conquistado de maneira simples. Basicamente você precisa estabelecer uma relação, como uma construção, tijolinho por tijolinho. O marketing de relacionamento se estabelece através de uma série de experiências entre marca e consumidor, e não necessariamente, essa experiência tem que ser de compra e consumo do produto ou serviço. Tem que ir além! Por isso os esforços que as organizações fazem para se mostrarem relevantes a sociedade onde atuam mercadologicamente. As organizações devem buscar uma conexão com o seu consumidor, isso deve acontecer de diversas formas com ações sociais, sustentáveis, artísticas, folclóricas, esportivas, culturais, e até mesmo fornecendo conteúdos interessantes ao seu público-alvo através de seus canais de comunicação.

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E por fim, o terceiro e fundamental passo do relacionamento com o cliente, a lealdade. Essa é a premissa mais relevante para estabelecer fidelidade as marcas. Ela é antecedida pela satisfação , confiança e comprometimentos, que são conquistados nos passos anteriores. Para os pesquisadores José Sarto Castelo, José de Oliveira Cabral e Arnaldo Coelho , a “verdadeira” lealdade à marca, representa uma atitude favorável e um compromisso para com uma marca específica, resultando na recompra consistente da marca ao longo do tempo.

Uma recente pesquisa feita por Shikha Sota, Harish Chaudhry, Apurva Chamaria e Anurag Chauhan, fez um levantamento sobre os estudos publicados a respeito de marketing de relacionamento (CRM) nos anos 2007 a 2016, e identificou uma predominância no uso do programa de fidelidade como grande norteador das estratégias de relacionamento com o cliente. Existe uma confusão entre fidelidade e compra repetida. Há uma diferença grande entre esses conceitos, e as organizações que compreenderem, de fato, esses pilares, farão um CRM de verdade e conquistarão a sonhada lealdade.

Caíque Loureiro é Publicitário, Especialista em Marketing e Mestrando pela ESPM/SP na linha de pesquisa do comportamento do consumidor, sua dissertação avalia a influência das variáveis externas na decisão do voto no período eleitoral. Atua como Professor de Graduação e Pós-graduação em MT e RO, e como marqueteiro político e cultural no Brasil.

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