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Verdades cruéis

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Neste final de semana assisti o primeiro de seis vídeos no canal do Instituto Brasil Paralelo, do qual sou assinante. Título: “O desenvolvimento histórico do Globalismo”.

Veio confirmar uma série de informações que tenho organizado sobre ao assunto. E confirmou a tendência de construção de um sistema de governança global cuja base principal é desconstruir as soberanias regionais de todos os países. A pandemia tornou-se uma importante arma dentro do pânico geral como chance de abrir caminhos para um sistema de governo baseado em grandes corporações internacionais, tipo Organização das Nações Unidas.

Dentro da desconstrução da soberania nacional, no caso brasileiro, a pandemia serve de pano de fundo para a derrubada política ou moral do presidente da República pelo fato de sua corrente política ser conservadora.

O globalismo prega uma “nova ordem mundial”, baseada na substituição de todos os valores morais familiares, de gênero, religiosos
O globalismo prega uma “nova ordem mundial”, baseada na substituição de todos os valores morais familiares, de gênero, religiosos, políticos e econômicos. Falarei sobre isso noutro artigo. Vamos ao Brasil.

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Uma frente globalista nacional se esforça ao máximo pra destruir Jair Bolsonaro, neste momento o presidente e da República. Ela é formada pela mídia, por parte considerável do serviço público de alta patente, do Judiciário, do Ministério Público Federal, pelos partidos de oposição, pelo Congresso Nacional, pelas universidades públicas, por parte da igreja católica, pela OAB, pelas centrais sindicais e pelo sindicalismo que opera no serviço público.

Mas parte considerável das instituições públicas e privadas foram aparelhadas durante os governos Fernando Henrique até Dilma pra desenvolverem uma atitude de desconstrução de qualquer governo que pense ao contrário da linha globalista.

Pelo que vê acima, toda a estrutura do Estado brasileiro está profundamente comprometida com o desmonte da soberania nacional, consciente ou não. A maioria vai na onda esquerdista e no oba-oba anti-Bolsonaro sem compreender que por detrás está uma imensa conspiração mundial chamada globalismo.

A ingovernabilidade proposta está minando o governo ao limite. Aqui, não se trata de defender Bolsonaro. Mas de proteger o Brasil contra uma onda poderosa cientificamente construída pra destruir a soberania do Brasil como nação.

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No correr da semana que passou alguns passos importantes foram dados na direção do “esquerdismo progressista” que é uma guarda-chuva no mundo inteiro sob o qual se esconde a conspiração.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso propôs em artigo publicado neste fim de semana, a construção de candidatura presidencial de centro globalista na próxima eleição de 2022. Usou palavras mais suaves.

Outro passo foi dado pelos partidos de oposição pra se construir uma candidatura em 2022 entre Lula e Bolsonaro. O centro pretendido na verdade é a construção de uma viabilidade globalista brasileira.

Encerro. O globalismo é antes de mais nada anti-nacionalista. Sugiro os vídeos do Instituto Brasil Paralelo e um pouco de leitura sobre o tema. Nova Ordem Mundial não é nada do que parece. É globalismo puro!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

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O VERDADEIRO MARKETING DE RELACIONAMENTO

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Um desafio complexo às empresas é estabelecer um relacionamento real com o cliente. O grande problema é que a maioria tem uma miopia em relação as suas ações, e patinam para conseguir estabelecer esse envolvimento a longo prazo.

O marketing de relacionamento é um processo complexo e contínuo. O primeiro passo é fazer o dever de casa: satisfazer o desejo do cliente. Para isso, você precisa se equilibrar numa corda bamba entre expectativa, desejo do seu consumidor; e a experiência de consumo que sua marca oferece a ele. Essa equação vai escalonar o grau de satisfação do seu público-alvo.

Dever de casa feito, é hora do passo dois: a confiança. Em qualquer relação humana a confiança não é algo conquistado de maneira simples. Basicamente você precisa estabelecer uma relação, como uma construção, tijolinho por tijolinho. O marketing de relacionamento se estabelece através de uma série de experiências entre marca e consumidor, e não necessariamente, essa experiência tem que ser de compra e consumo do produto ou serviço. Tem que ir além! Por isso os esforços que as organizações fazem para se mostrarem relevantes a sociedade onde atuam mercadologicamente. As organizações devem buscar uma conexão com o seu consumidor, isso deve acontecer de diversas formas com ações sociais, sustentáveis, artísticas, folclóricas, esportivas, culturais, e até mesmo fornecendo conteúdos interessantes ao seu público-alvo através de seus canais de comunicação.

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E por fim, o terceiro e fundamental passo do relacionamento com o cliente, a lealdade. Essa é a premissa mais relevante para estabelecer fidelidade as marcas. Ela é antecedida pela satisfação , confiança e comprometimentos, que são conquistados nos passos anteriores. Para os pesquisadores José Sarto Castelo, José de Oliveira Cabral e Arnaldo Coelho , a “verdadeira” lealdade à marca, representa uma atitude favorável e um compromisso para com uma marca específica, resultando na recompra consistente da marca ao longo do tempo.

Uma recente pesquisa feita por Shikha Sota, Harish Chaudhry, Apurva Chamaria e Anurag Chauhan, fez um levantamento sobre os estudos publicados a respeito de marketing de relacionamento (CRM) nos anos 2007 a 2016, e identificou uma predominância no uso do programa de fidelidade como grande norteador das estratégias de relacionamento com o cliente. Existe uma confusão entre fidelidade e compra repetida. Há uma diferença grande entre esses conceitos, e as organizações que compreenderem, de fato, esses pilares, farão um CRM de verdade e conquistarão a sonhada lealdade.

Caíque Loureiro é Publicitário, Especialista em Marketing e Mestrando pela ESPM/SP na linha de pesquisa do comportamento do consumidor, sua dissertação avalia a influência das variáveis externas na decisão do voto no período eleitoral. Atua como Professor de Graduação e Pós-graduação em MT e RO, e como marqueteiro político e cultural no Brasil.

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