Opinião

O padrão de beleza já te fez odiar alguma característica física sua?

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A princípio, quero deixar claro que as primeiras consequências da busca por padrões de beleza idealizados são os problemas emocionais como os sintomas de estresse, depressão, ansiedade, e por ai afora. Não se encaixar nos padrões não é um erro, é um ato de amor próprio que a torna única. Devemos ter em mente que beleza é sentir-se bem consigo mesma. Sabemos que ser belo ou bela é importante nos relacionamentos, somos julgados pela nossa aparência e ela abre portas. Mas, as pessoas podem ser cruéis ao nos julgar amplamente pela aparência, e nós não temos como controlar isso.
Existe outro lado ainda, cobrar e ser cobrada são realidades constantes do universo feminino, mulheres são ótimas em exigir muito de si mesmas. Providenciamos as devidas auto cobranças como ninguém. Não é segredo que somos muito exigentes conosco, mas neste mundo surgiu algo cruel; padrões estéticos, que aliás são inalcançáveis. Ah, este padrão é ditador, lançou moda ao ponderar que a beleza era de berço, até poucos anos atrás, tínhamos que ser altas, magras, com cintura fina, cabelos longos, bronzeadas, loiras, olhos verdes e com traços delicados dos pés a cabeça. Depois o tão famigerado padrão mudou um pouco, a beleza só era real para as saradas, com lábios carnudos, podendo ser morena, ruiva, negra, loira, tanto faz a cor ou comprimento das madeixas, mas o pecado é não ser toda esculpida na academia ou na mesa do cirurgião plástico.
O que isso quer dizer; pra mim é pura loucura ou devaneio. Se alguém ainda mantem uma baixa autoestima porque não esta inserida neste padrão ditatorial é porque ainda não experimentou a essência do amor próprio, e bem de uma identidade autentica. Ou seja, ter personalidade é algo pertinente para as conquistadoras. Nada é mais belo que a segurança de ser quem é. O que quero dizer aqui é que a beleza sempre e sempre será objeto de julgamentos, ótimo, que continue assim! Pois isso é combustível para que desejamos ser melhores todos os dias, por dentro e por for, mas sem padrões cinematográficos.
A luz e ação, independente do padrão de beleza é nato a todos nós, de estatura elevada, média, ou baixa. De cabelos longos, ou curtos, para quem tem lábios mais finos ou a moda Angelina Jolie, magras, saradas ou cheinhas, o que importa é que cada uma de nós saiba despertar a sua beleza! Sim, este é o padrão verdadeiro, se sentir mais bela com sua marca, somos únicos, e não meros rostos e corpos fabricados. Quem ficou fora dos ditos padrões, mas foi superior com sua identidade real, e nem menos bela por isso, fez a diferença nos amores, na carreira profissional e na paz consigo mesma.
Sabe o que é a real beleza? É quando despertamos ou estimulamos os sentidos, nossos ou de outros. A emoção e o impacto que causamos são os termômetros que devemos usar para saber se “meu padrão” está correto. Tenho certeza que você vai adorar descobrir o resultado ao refletir o seu próprio padrão. Isso quer dizer então, que não devemos mudar a aparência? Ser simplesmente 100% naturais, sem tinta nos cabelos, sem esmaltes nas unhas, ou sem mesmo uma harmonização facial, ou cirurgia plástica? Claro que não. Devemos fazer isso e muito mais, desde que possamos entender que padrão de beleza é você quem faz. Alcance a imagem que seja possível a você, sem te ferir emocionalmente, seja aceita por você mesma, e recrie seu novo você, porem com seu próprio padrão por amor próprio. E mais uma vez vale relembrar, se blinde através da autoestima, ela é um super poder, quando você começa a se amar, a sua vida muda. Se assim o fizer vai conseguir endeusar você mesma, antes de endeusar outras. Todos nós podemos buscar esta beleza equilibrando harmonia e autenticidade e um convívio entre saúde e beleza. Seja o seu próprio padrão de beleza.

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Nayara Cerutti, odontóloga com atuação em harmonização orofacial

 

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O VERDADEIRO MARKETING DE RELACIONAMENTO

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Um desafio complexo às empresas é estabelecer um relacionamento real com o cliente. O grande problema é que a maioria tem uma miopia em relação as suas ações, e patinam para conseguir estabelecer esse envolvimento a longo prazo.

O marketing de relacionamento é um processo complexo e contínuo. O primeiro passo é fazer o dever de casa: satisfazer o desejo do cliente. Para isso, você precisa se equilibrar numa corda bamba entre expectativa, desejo do seu consumidor; e a experiência de consumo que sua marca oferece a ele. Essa equação vai escalonar o grau de satisfação do seu público-alvo.

Dever de casa feito, é hora do passo dois: a confiança. Em qualquer relação humana a confiança não é algo conquistado de maneira simples. Basicamente você precisa estabelecer uma relação, como uma construção, tijolinho por tijolinho. O marketing de relacionamento se estabelece através de uma série de experiências entre marca e consumidor, e não necessariamente, essa experiência tem que ser de compra e consumo do produto ou serviço. Tem que ir além! Por isso os esforços que as organizações fazem para se mostrarem relevantes a sociedade onde atuam mercadologicamente. As organizações devem buscar uma conexão com o seu consumidor, isso deve acontecer de diversas formas com ações sociais, sustentáveis, artísticas, folclóricas, esportivas, culturais, e até mesmo fornecendo conteúdos interessantes ao seu público-alvo através de seus canais de comunicação.

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E por fim, o terceiro e fundamental passo do relacionamento com o cliente, a lealdade. Essa é a premissa mais relevante para estabelecer fidelidade as marcas. Ela é antecedida pela satisfação , confiança e comprometimentos, que são conquistados nos passos anteriores. Para os pesquisadores José Sarto Castelo, José de Oliveira Cabral e Arnaldo Coelho , a “verdadeira” lealdade à marca, representa uma atitude favorável e um compromisso para com uma marca específica, resultando na recompra consistente da marca ao longo do tempo.

Uma recente pesquisa feita por Shikha Sota, Harish Chaudhry, Apurva Chamaria e Anurag Chauhan, fez um levantamento sobre os estudos publicados a respeito de marketing de relacionamento (CRM) nos anos 2007 a 2016, e identificou uma predominância no uso do programa de fidelidade como grande norteador das estratégias de relacionamento com o cliente. Existe uma confusão entre fidelidade e compra repetida. Há uma diferença grande entre esses conceitos, e as organizações que compreenderem, de fato, esses pilares, farão um CRM de verdade e conquistarão a sonhada lealdade.

Caíque Loureiro é Publicitário, Especialista em Marketing e Mestrando pela ESPM/SP na linha de pesquisa do comportamento do consumidor, sua dissertação avalia a influência das variáveis externas na decisão do voto no período eleitoral. Atua como Professor de Graduação e Pós-graduação em MT e RO, e como marqueteiro político e cultural no Brasil.

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