Política

Acusado de fazer boca de urna, vereador pode perder mandato

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Por suspeita de compra de votos durante o segundo turno das eleições na Capital, Marcrean Santos (PP), reeleito vereador, pode perder o mandato.

O progressista foi denunciado por praticar boca de urna. 

Marcrean  foi flagrado na porta do Colégio Orlando Nigro, no bairro Pedregal, abordando eleitores.

Ao ser abordado pela Polícia Militar, o parlamentar fugiu do local para não ser preso. 

Além disso, Marcrean ainda teria realizado transporte irregular de eleitor.

“A ocorrência foi na Escola Municipal Orlando Nigro, no bairro Pedregal. Estava fazendo boca de urna para Emanuel Pinheiro. Segundo a testemunha fiscal, ele fazia transporte para quatro idosos. A PM testemunhou para um idoso. Ele não estava sozinho e, quando a PM chegou, viu a ocorrência, ele embarcou rapidamente e foi embora”, diz trecho da nota emitida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT). 

Caso seja condenado pela prática dos crimes eleitorais, o parlamentar deve perder o mandato.

“Em tese, a detenção para o crime de boca de urna pode chegar a até quatro anos ou pode ser substituída por pena alternativa, como doação de cesta básica ou multa”, explicou o Mauro Sérgio Diogo, diretor-geral do TRE. 

Após a polêmica registrada, Marcrean chegou a divulgar um vídeo explicando os fatos.

Ele negou os crimes e afirmou que foi na escola exercer o seu direito de voto e, posteriormente, ficou conversando com eleitores por 30 minutos.

   

Por Kamila Arruda

Fonte: Diário de Cuiabá

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Política

Proposta cria a Comissão Permanente do Pantanal na ALMT

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O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) é o autor do Projeto de Resolução 01/2021, que cria na Assembleia Legislativa a Comissão Permanente do Pantanal Mato-grossense.

A proposta visa patrocinar discussões e mobilizar a sociedade para debater alternativas que viabilizem o desenvolvimento socioeconômico e sustentável do Pantanal.

Entre os objetivos ainda está reunir profissionais conceituados e de renome das diferentes áreas de conhecimento, para discussões técnicas, científicas e políticas que resultem na formulação de sugestões e medidas capazes de contribuir para a superação dos entraves/problemas e construção do processo de desenvolvimento da região.

Também se propõe a discutir o Programa BID Pantanal e outros que tratem do desenvolvimento sustentável do Pantanal.

O parlamentar justifica a necessidade da comissão permanente por conta do aumento do índice de queimadas nos últimos anos que tem devastado a região.

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), as queimadas na região do Pantanal brasileiro aumentaram 210% em 2020, quando comparado ao mesmo período do ano de 2019.

Considerando o período de janeiro a setembro de 2019, foram registrados 4660 focos de incêndio; em 2020, foram registrados 14.489 focos. Até então, o recorde era de 12.536 focos de incêndio, no ano de 2015, fato esse superado nos sete primeiros meses de 2020.

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“A devastação do Pantanal provocada pelas queimadas leva à necessidade de criar uma comissão permanente para discutir a formulação de políticas públicas que possam se converter em investimento pelo Poder Executivo. Os resultados positivos serão alcançados ouvindo especialistas do setor e segmentos da sociedade”, explica Wilson Santos.

 

A tramitação do Projeto de Resolução 01/2021 pode ser acompanhada aqui.

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