Economia

Grupo São Benedito retoma lançamento imobiliário com condomínio recorde de vendas

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Historicamente, entre os mais de 50 empreendimentos verticais do Grupo São Benedito, o condomínio Alvorada no Jardim Aclimação, ao lado do Shopping Pantanal em Cuiabá, foi um recorde surpreendente em celeridade de vendas, com expertise em atender as lacunas da construção civil o Grupo lança novamente mais uma torre residencial. O local já é um canteiro de obras, o novo Alvorada é projetado com 25 andares, sendo 6 apartamentos por andar, as metragens variam de 59,84 m² a 72,43 m², as opções incluem 2 ou 3 quatros, sendo 1 suíte, nas áreas comuns o empreendimento é rico em lazer, com a estrutura sofisticada da marca, com salão de festas, brinquedoteca, cinema, salão de jogos e espaço mulher.

“Este é o primeiro lançamento imobiliário do ano do Grupo SB, após entregar mais de 12 grandiosos empreendimentos em Cuiabá em um prazo de seis anos, retomamos a fase de novos projetos. É apenas o início desta nova etapa revestida de grandes novidades e atendendo a demanda habitacional. Neste projeto do Alvorada buscamos adequar com os anseios de quem deseja morar nesta região altamente valorizada, para tanto, modificamos itens em comparação com o primeiro Alvorada, com atualização no projeto no quesito modernidade, deixando-o ainda mais funcional”, explica o empresário Amir Maluf.

Diante das características do novo Alvorada, aliado a localização, valor do metro quadrado ajustado, requinte no acabamento e mais implementos de lazer, muitas unidades já foram vendidas na planta. “Iremos repetir um grande sucesso de vendas, a aceitação deste produto é fantástica diante de tantos atributos, vão desde a confiança na marca São Benedito até o nosso seguro sistema construtivo e designer arrojado”, avalia Amir Maluf.

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Há alguns meses o Grupo São Benedito surpreendeu ao anunciar lançamentos imobiliários ainda para este ano e para 2021, mesmo diante do cenário pandêmico, revelou que iria investir pesado na construção civil. Na avaliação do Grupo, que é uma das maiores e mais fortes empresas deste segmento, o setor não pode parar, pois também é uma importante mola propulsora das economias brasileira e mato-grossense. De acordo com o também empresário Omar Maluf, que integra a equipe de diretores da empresa, a meta é seguir com um cronograma de investimento na construção civil. “Nossa política é avançar sempre, porem de forma segura e estratégica, galgando sempre a recuperação de negócios, projetando um mercado forte, por isso vamos investir pesado no próximo ano, até mesmo com projetos inéditos e luxuosos para Cuiabá. A decisão de retomada de investimentos em maior volume novamente foi tomada após profunda análise de mercado com especialistas em investimentos, acreditamos que haverá um novo “boom” imobiliário em Mato Grosso e nos estados mais desenvolvidos do país. É importante relembrar que as construtoras e incorporadoras atingiram o seu auge, expandindo operações por todo o país em 2013, trazendo posteriormente um mercado menos acelerado até 2018, diante da crise financeira pós copa do mundo e mudanças políticas, porem voltou a registar alta no país de 0,3% em 2019, conforme dados do IBGE. Atualmente o segmento é responsável por um índice entre 8% e 10% do PIB Nacional”, explica Omar Maluf.
Ainda segundo o empresário, em 2019 o setor cresceu 2%. “Os indicadores são seguros e nos faz certeza de que 2021 será novamente um marco próspero para a construção civil, como base forte ainda temos as taxas de juros novamente atrativas, das quais são decisivas para um bom volume de negócios” finaliza o empresário.
Entre as novidades do empreendimento o novo designer de interiores do Alvorada é assinado pela arquiteta Camila Klein, que é uma das maiores referências em decoração e arquitetura de alto padrão do Brasil, a arquiteta gaúcha erradicada em São Paulo é premiada por trazer nos projetos muita criatividade, glamour e sofisticação, tendo no passado integrado a equipe do renomado arquiteto Ruy Ohtake.

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Fonte: Assessoria de Imprensa

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Pandemia provoca redução de investimentos estrangeiros no país

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A crise gerada pela pandemia do novo coronavírus  tem levado à redução dos investimentos estrangeiros no setor produtivo do país. Já os investimentos em ações, títulos e fundos de investimento mostram sinais de reação, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados nesta quarta-feira (25).

Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP), que vão para o setor produtivo da economia, somaram US$ 1,793 bilhão no mês passado, ante US$ 8,221 bilhões em outubro de 2019.

De janeiro a outubro, o IDP chegou a US$ 31,914 bilhões, ante US$ 57,615 bilhões nos dez meses de 2019, com recuo de 44,6%. Nos 12 meses encerrados em outubro de 2020, o IDP totalizou US$ 43,5 bilhões, correspondendo a 2,94% do PIB, em comparação a US$ 49,9 bilhões (3,29% do PIB) acumulados em 12 meses até setembro deste ano.

Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, as incertezas sobre a duração da crise gerada pelo novo coronavírus fazem com que investidores estrangeiros adiem os planos de aplicação de recursos no país. “O adiamento é para esperar ter menor incerteza se vai ter segunda onda, se vai diminuir a contaminação, quando vai ter vacina com efetiva imunização”, disse Rocha.

Até o dia 20 deste mês, o IDP somou US$ 558 milhões e a expectativa do BC é que feche em US$ 1 bilhão . “Os lucros [dos investimentos estrangeiros] estão aumentando em relação aos valores mais baixos registrados há alguns meses, mas ainda não estão nos mesmos patamares do ano anterior. Esse aumento da remuneração do investimento pode ser um indicador [de retomada], mas nos dados até outubro e na parcial de novembro vemos mais uma estabilidade do que melhora”, explicou Rocha.

Ações e títulos

Em outubro, os investimentos em carteira no mercado doméstico totalizaram ingressos líquidos (descontadas as saídas) de US$ 5,471 bilhões, dos quais US$ 2,671 bilhões em títulos de dívida e US$ 2,799 bilhões em ações e fundos de investimento.

Nos dez meses de 2020, houve saídas líquidas de US$ 21,603 bilhões contra o resultado também negativo de US$ 872 milhões, em período similar do ano passado. Até o dia 20 deste mês, o resultado parcial indica ingresso líquido total de US$ 6,134 bilhões.

Segundo Rocha, os investimentos em ações, fundos e títulos foram os que reagiram mais rapidamente à crise gerada pela pandemia, com saída de recursos do país a partir de fevereiro.

“Isso é esperado, os investimentos em portfólio reagem mais rapidamente mesmo. A partir de fevereiro e até maio, tivemos saída todos os meses. Essa saída atingiu US$ 35 bilhões, mas se concentrou em março, quando houve uma saída de US$ 22 bilhões. Se a gente lembrar, esse período de março a abril foi o mais difícil da pandemia tanto no Brasil quanto no exterior, com incerteza muito grande sobre o ritmo de contágio, a taxa de mortalidade e paralisação das atividades produtivas e comerciais em função do isolamento social. Depois disso, a atividade econômica começou a voltar gradualmente. A partir de junho até outubro e também em novembro se a parcial se confirmar, são seis meses de ingressos [desses investimentos]”, disse Rocha.

Rocha acrescentou que os estrangeiros estão voltando a investir no mercado brasileiro. “Os investidores estrangeiros estão recompondo suas exposições ao país, mas essa recomposição ainda é parcial”.

Fonte: iG Economia

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