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Feirão Limpa Nome do Serasa vai até dia 30 e é o maior da história

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O Feirão Limpa Nome da Serasa, que começou no último dia 3 e terminará no próximo 30, é o maior da história. Nele, é possível quitar as dívidas com descontos de até 99% e voltar a ter crédito no mercado em menos de 15 dias úteis.

Também há uma ação especial dentro do evento: mais de 10 milhões de dívidas poderão ser quitadas por até R$ 50.

Para o Feirão Limpa Nome, a Serasa fez parceria com mais de 50 instiuições – são bancos, universidades, redes de telefonia, recuperadoras de crédito e lojas de departamento que estão dando descontos especiais a quem tem nome sujo até o fim do mês. Confira  aqui quais são as empresas que participam.

O WhatsApp da Serasa Limpa Nome é (11) 99575-2096. O telefone, 0800-591-1222. Faça uma consulta pelo seu CPF e verifique se há alguma dívida com oferta disponível.

As ofertas estão disponíveis online e pontos de atendimentos. No entando, a Serasa recomenda a negociação pelo site ou aplicativo, evitando filas e aglomerações, medida contra a Covid-19.

No  Feirão Limpa Nome,  também é possível negociar dívidas de CNPJ. É uma chance única, já que a Serasa não tem previsão de fazer outro feirão similar. Você pode também negociar dívidas “caducas”, que têm mais de cinco anos, no Feirão Serasa Limpa Nome. 

Depois da negociação, o consumidor poderá pagar seu acordo por lotérica, agências bancárias, ou aplicativo do banco desejado.

Após o pagamento da dívida, as empresas têm 5 dias úteis para comunicar os birôs de crédito, que, por sua vez, têm mais 7 dias úteis para tirar o registro dos bancos de dados.

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Cotidiano

MEC determina retorno a aula presencial em universidades dia 4 de janeiro

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O Ministério da Educação publicou no Diário Oficial da União desta quarta-feira (2) portaria que determina que as aulas nas instituições federais de ensino superior deverão ocorrer, de forma presencial, a partir do dia 4 de janeiro de 2021.

Segundo o texto, as instituições devem ter um protocolo de biossegurança instituído pelo MEC.

Apesar do número de contaminados pelo coronavírus ter voltado a subir no País, a portaria, assinada pelo ministro Milton Ribeiro, determina que “os recursos educacionais digitais, tecnologias de informação e comunicação” deverão ser utilizados em caráter excepcional e de forma complementar.

A portaria autoriza aulas virtuais, no caso de autoridades locais suspenderem atividades letivas presenciais.

Será de responsabilidade das instituições a definição dos componentes curriculares que utilizarão os recursos educacionais digitais e a disponibilização de recursos aos alunos que permitam o acompanhamento das atividades letivas ofertadas.

Para os cursos de medicina, as aulas digitais só serão autorizadas para disciplinas teórico-cognitivas do primeiro ao quarto ano do curso.

Por Lorenna Rodrigues
Estadão Conteúdo – São Paulo
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