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Nota MT premia 999 consumidores

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A Secretaria de Fazenda realizou na manhã desta quinta-feira (15.10) o sorteio mensal de abril do programa Nota MT. Foram sorteados 1.005 prêmios, contemplando 999 pessoas, com 5 prêmios de R$ 10 mil e 1.000 de 500 reais. Seis contribuintes foram sorteados 02 vezes.

O sorteio foi transferido em razão da suspensão das sorteios da Loteria Federal, em março, por causa da pandemia do coronavírus. Estavam aptos e concorreram às premiações 219.824 consumidores, num total de1.294.571 bilhetes gerados a partir das compras realizadas entre 01 e 30 de abril.

Cinco contribuintes ganharam prêmios de R$ 10 mil, sendo dois de Cuiabá (Maria Viviani Xavier França e Neusa Granja de Alencar), Nova Mutum (Patrícia Carasol Marques), Sorriso (Vinicius Gonçalves da Silva) e Várzea Grande (Wanessa Luzia da Silva).

Entre as cidades com maior número de sorteados, Cuiabá teve 404 ganhadores, Várzea Grande 86, Sinop 72 e Rondonópolis 64. Entre os contemplados cinco são de outros Estados: Paraná (01), Goiás (02) e Pernambuco (01).

Maria Viviani Xavier França, de Cuiabá, que ganhou um dos prêmios de R$ 10 mil no sorteio desta quinta-feira, já havia sido sorteada com o prêmio de R$ 500 no sorteio mensal de outubro de 2019.

O Programa Nota MT possui 182 entidades filantrópicas cadastradas que recebem 20% do valor dos prêmios caso sejam indicadas pelos ganhadores. Neste sorteio, dos 5 ganhadores de R$ 10 mil, 3 indicaram a Associação de Amigos da Criança com Câncer de Mato Grosso AACC, de Cuiabá. As outras 02 entidades foram: Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE de Sorriso e Associação de Proteção dos Animais de Nova Mutum.

 

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Mensal Outubro 12.11.2020
Mensal Maio 19.11.2020

DEZEMBRO

Mensal Novembro 10.12.2020
Especial Natal 17.12.2020

Fonte: GOV MT

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Falta de recursos prejudicou combate aos incêndios no Pantanal

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A falta de recursos e de planejamento prejudicou a luta contra as queimadas no Pantanal. A avaliação foi feita pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), presidente da Comissão Temporária Externa do Senado, criada para acompanhar as ações de enfrentamento às queimadas no bioma. Em entrevista ao programa Conexão Senado, ele avaliou como “decisão equivocada” do Governo Federal a retirada dos brigadistas contratados pelo Ibama para combater os incêndios.

Nos últimos dias, o Ibama teve de reduzir as equipes de brigadistas por falta de recursos, o que surpreendeu o senador. Segundo ele, além de demorar para iniciar o combate ao fogo, o governo retirou as equipes da linha de frente antes do início das chuvas. Para retomar as atividades, o ministério da Economia liberou, na semana passada, uma verba emergencial de R$ 16 milhões.

“Nós temos que manter esses brigadistas, formar novos profissionais e incluir também os voluntários. Até porque a seca vai se prolongar por mais quatro anos” – disse. Ele acrescentou que a aprovação do Projeto de Lei que permite uso de aviões agrícolas no combate aos incêndios também exige medidas adicionais. “Não basta ter os aviões. Combater incêndios é diferente de jogar herbicida na plantação. É preciso mais treinamento” – salientou.

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Segundo Wellington Fagundes, o fogo já destruiu mais de 4 milhões de hectares da vegetação do Pantanal mato-grossense. Em setembro, foram registrados mais de 8 mil focos de fogo no bioma, constituindo um recorde histórico. Com o atraso das chuvas, foi registrado também o pior mês de outubro em focos de incêndio da história, com 2.825 queimadas. O recorde até então, para o mês, era do ano de 2002, quando haviam sido registrados 2.761 focos.

Além da criação de uma brigada permanente para combate aos focos de incêndios no Pantanal Mato-grossense, o presidente da CTE Pantanal voltou a defender a necessidade de criação de programas que possam permitir o uso sustentável do bioma pelas comunidades tradicionais. “Não podemos abandonar o Pantanal” – disse.

Homenagem aos brigadistas – Na audiência que acontece nesta sexta-feira (29.10), Wellington Fagundes anunciou que a CTE Pantanal vai realizar uma homenagem ao piloto da Força Nacional, Renato de Oliveira Souza, que estava a bordo do helicóptero que sofreu um acidente no Pantanal no dia 08 de outubro, vindo a falecer no último dia 27. O piloto era agente especial da Polícia Civil do Distrito Federal e fazia parte da equipe da Força Nacional desde maio de 2016. Tinha 55 anos de idade e já havia atuado em vários Estados, em missões importantes como as Olimpíadas de 2016 e os resgates em Brumadinho, em 2019.

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