Economia

BC diz que iniciou processos formais de fiscalização de participantes do PIX

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Em meio a relatos de tentativas de fraudes no cadastramento das chaves do PIX, o Banco Central (BC) afirmou nesta quinta-feira, 15, por meio de nota que “já iniciou processos formais de fiscalização de participantes” do sistema. A autarquia, no entanto, não esclareceu os motivos para a fiscalização, nem informou quantas instituições financeiras estariam sendo alvo deste processo.

“O Banco Central informa que monitora e supervisiona continuamente o processo de cadastramento de chaves PIX, já tendo iniciado processos formais de fiscalização de participantes”, afirmou o BC na nota. “Caso detecte irregularidades nesses processos, incluindo eventuais cadastramentos indevidos, o Banco Central punirá os infratores nos termos da regulação vigente.”

Em sua comunicação, o BC não deu detalhes sobre a questão dos “eventuais cadastramentos indevidos”. O Broadcast entrou em contato com a autoridade monetária para saber, exatamente, o que motivou a comunicação desta tarde. Até o momento, o BC não respondeu.

O PIX é o novo sistema de pagamentos instantâneos do Brasil. O processo de cadastramento das chaves começou em 5 de novembro. Desde então, há diversos relatos na internet de tentativas de fraudes, inclusive por meio da montagem de sites falsos de bancos, para roubo de informações dos clientes.

A chave de usuário é um identificador de contas do PIX. O cliente pode cadastrar um número de celular, e-mail, CPF, CNPJ ou um EVP (uma sequência de 32 dígitos a ser solicitado no banco). Por meio da chave, será possível receber pagamentos e transferências 24 horas por dia, 7 dias por semana, todos os dias do ano. A chave é um “facilitador” para identificar o recebedor, mas não é indispensável para receber um PIX.

O sistema começará a funcionar em 16 de novembro. Até o momento, o BC habilitou 707 bancos, fintechs e cooperativas para o lançamento do PIX. Até a noite de ontem, haviam sido cadastradas 33.772.391 chaves no novo sistema.

Fonte: Estadão Conteúdo – São Paulo

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Dólar cai em linha com exterior, mas ajuste é limitado com inflação no radar

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Por Silvana Rocha |O dólar segue em baixa ante o real, acompanhando a tendência no exterior em meio a expectativas de um desfecho positivo para as negociações políticas em torno de novos estímulos fiscais nos EUA e a melhora das bolsas no exterior, principalmente na Europa, após os dados positivos de atividade industrial na Alemanha e Zona do Euro em outubro.

O ajuste de alta dos juros futuros é monitorada pelos agentes de câmbio. O IPCA-15 subiu 0,94% em outubro – maior taxa para o mês desde 1995 (+1,34%) e mais que o dobro da alta de 0,45% em setembro. Ainda assim, o indicador acumula ganhos de 2,31% no ano e avanço de 3,52% em 12 meses, abaixo da meta de inflação de 2020 (4% ao ano).

Contudo, o investidor olha para a falta de insumos e a alta de preços de matérias-primas, que ameaçam comprometer a recuperação da indústria e podem causar mais inflação, uma vez que os índices de preços já vem subindo principalmente por causa do aumento de alimentos na esteira do crescimento da demanda pela China. Com a elevação nos custos de outras cadeias produtivas, tende a ocorrer maior pressão na curva de juros, com o mercado reforçando suas apostas de alta da taxa Selic na reunião do Copom de dezembro, de acordo com analistas.

Às 9h38 desta sexta-feira, o dólar à vista caía 0,22%, a R$ 5,5819. O dólar futuro para novembro cedia 0,21%, a R$ 5,5825.

Fonte: Estadão Conteúdo – São Paulo
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