Cotidiano

Mato Grosso registra 100 mortes de crianças indígenas

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Com base na Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011), o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) obteve dados oficiais relativos à mortalidade na infância relativos a mortes de crianças indígenas de 0 a 5 anos.

Os dados parciais dão conta da morte de 825 crianças. Destas, 100 óbitos em Mato Grosso.

Os demais óbitos foram nos estados do Acre (66), Alagoas (3), Amazonas (248), Amapá (9), Bahia (16), Ceará (3), Maranhão (29), Minas Gerais e Espírito (24), Mato Grosso do Sul (51), Pará (49), Paraíba (4), Pernambuco (17), Paraná (11), Rio Grande do Sul (18), Rondônia (7), Roraima (133), Santa Catarina (7), São Paulo (6) e Tocantins (24).

Os dados fazem parte do relatório “Violência contra os povos indígenas do Brasil – 2019”.

“O maior número de mortes se deu entre crianças do sexo masculino, com 447 óbitos, sendo que os casos de crianças do sexo feminino foram 378”, apontou relatório.

O Estado do Amazonas registrou o maior número de óbitos de crianças indígenas, com 248 ocorrências, seguido de Roraima, 133 óbitos. “Mato Grosso vem a seguir, com o registro de 100 óbitos de crianças, especialmente entre o povo Xavante, com 71 mortes”, reforça.

Conforme o Cimi, as diversas mortes ocorreram por doenças tratáveis, como broncopneumonia, desnutrição, diarreia, malária ou pneumonia. Um total de 114 crianças vieram a óbito por diferentes tipos de pneumonia.

Outras 53 morreram por diarreia e gastroenterite de origem infecciosa presumível. O órgão de assistência à saúde registrou também 28 óbitos de crianças por morte sem assistência.

Fonte: Diário de Cuiabá

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Cotidiano

Homem tem surto, sai correndo nu pela rua e cai morto

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Um usuário de drogas teve um surto psicótico. Saiu correndo nu pela rua e caiu morto, por volta das 5h desta sexta-feira (23).

A suspeita é de overdose, seguida de uma parada cardíaca.

O homem, identificado como Luan Anastácio de Andrade, 25 anos, morreu no bairro Capão do Pequi, em Várzea Grande.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e constatou a morte do rapaz, que não apresentava lesões, pelo menos aparentes, mas estava sujo de fezes, que também foram encontradas ao lado do corpo.

Amigos e vizinhos do bairro confirmaram à Polícia Militar que a vítima era usuária de droga.

Policiais da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) fizeram a liberação do corpo para o Instituto Médico Legal (IML).

Agentes da Perícia Oficial do Estado (Politec) fizeram a perícia preliminar e também não constaram sinais de violência no corpo.

Policiais da DHPP informaram que vão aguardar os laudos do IML e da Politec para oficializar as causas da morte do rapaz.

Fonte: Diário de Cuiabá

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