Economia

Mais de 130 mil pessoas entraram em home office ou foram afastadas do trabalho durante a pandemia da Covid-19 em MT

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Foto: PNAD Covid-19

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada nesta quinta-feira (24), aponta que, em agosto deste ano, 62 mil trabalhadores estavam afastados do trabalho e 74 mil estavam em home office devido à pandemia da Covid-19.

O número de pessoas afastadas representa 4,1% do total da população ocupada. Esse índice foi o quarto menor do país, atrás de Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Conforme o levantamento, 167 mil mato-grossenses não ocupados afirmaram que não procuraram emprego no mês passado por causa da pandemia de Covid-19 ou por falta de oportunidade na região onde vivem. Apesar disso, os entrevistados da pesquisa disseram que gostariam de trabalhar.

O IBGE estima que, em agosto, 1,5 milhão de pessoas estavam ocupadas em Mato Grosso, embora 2,7 milhões estivessem em idade para trabalhar, ou seja, tinham 14 anos ou mais de idade.

Já o total de desocupados no estado variou de 174 mil, em maio, para 187 mil, em junho, para 172 mil, em julho, e para 170 mil, em agosto.

A taxa de desocupação no estado foi de 10% em agosto. Essa foi a quarta menor taxa de desocupação entre todos os estados do país, atrás de Santa Catarina, Rondônia e Rio Grande do Sul. Maranhão e Bahia foram os piores no ranking, com 18,1%.

Dentre todas as pessoas ocupadas e afastadas do trabalho no estado em agosto por qualquer motivo (118 mil), 90 mil continuaram a recebendo salário e 27 mil deixaram de receber a remuneração.

O percentual de domicílios que receberam algum auxílio relacionado à pandemia, como o auxílio emergencial e o benefício emergencial de preservação do emprego e da renda, se manteve em agosto, assim como em julho, em 42,5%.

Fonte: G1 MT

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Economia

Dólar cai em linha com exterior, mas ajuste é limitado com inflação no radar

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Por Silvana Rocha |O dólar segue em baixa ante o real, acompanhando a tendência no exterior em meio a expectativas de um desfecho positivo para as negociações políticas em torno de novos estímulos fiscais nos EUA e a melhora das bolsas no exterior, principalmente na Europa, após os dados positivos de atividade industrial na Alemanha e Zona do Euro em outubro.

O ajuste de alta dos juros futuros é monitorada pelos agentes de câmbio. O IPCA-15 subiu 0,94% em outubro – maior taxa para o mês desde 1995 (+1,34%) e mais que o dobro da alta de 0,45% em setembro. Ainda assim, o indicador acumula ganhos de 2,31% no ano e avanço de 3,52% em 12 meses, abaixo da meta de inflação de 2020 (4% ao ano).

Contudo, o investidor olha para a falta de insumos e a alta de preços de matérias-primas, que ameaçam comprometer a recuperação da indústria e podem causar mais inflação, uma vez que os índices de preços já vem subindo principalmente por causa do aumento de alimentos na esteira do crescimento da demanda pela China. Com a elevação nos custos de outras cadeias produtivas, tende a ocorrer maior pressão na curva de juros, com o mercado reforçando suas apostas de alta da taxa Selic na reunião do Copom de dezembro, de acordo com analistas.

Às 9h38 desta sexta-feira, o dólar à vista caía 0,22%, a R$ 5,5819. O dólar futuro para novembro cedia 0,21%, a R$ 5,5825.

Fonte: Estadão Conteúdo – São Paulo
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