Economia

Dados sobre finanças e metas fiscais serão apresentados em audiência pública

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A Secretaria de Fazenda (Sefaz) apresenta na próxima terça-feira (29), em audiência pública, a prestação de contas referente ao 2º quadrimestre de 2020. A apresentação foi requerida pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO), da Assembleia Legislativa, e é uma exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Assim como nas audiências anteriores, essa será realizada de forma virtual, devido a pandemia do Covid-19. O evento ocorre a partir das 9h do dia 29 de setembro, com transmissão pelos canais de comunicação da Assembleia Legislativa.

A participação na audiência pública ocorrerá por meio de plataforma digital (CLIQUE AQUI). Os interessados devem solicitar a inscrição pelo e-mail: participacaopopular@al.mt.gov.br. De acordo com a Assembleia Legislativa, é facultado o ingresso simultâneo de até 20 inscritos, conforme cronologia das inscrições.

Na ocasião, a Sefaz explanará sobre o comportamento da receita e das despesas no período, as metas estipuladas na Lei Orçamentária Anual e as efetivamente alcançadas pelo Tesouro do Estado. Ainda serão evidenciados os principais aspectos do resultado primário de Mato Grosso, do resultado nominal, e da dívida pública consolidada.

A Secretaria de Fazenda aproveita a oportunidade para convidar a todos, população, sociedade civil organizada e imprensa, para participar e acompanhar a referida audiência, que tratará de temas fiscais de interesse público.

Fonte: GOV MT
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Economia

Dólar cai em linha com exterior, mas ajuste é limitado com inflação no radar

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Por Silvana Rocha |O dólar segue em baixa ante o real, acompanhando a tendência no exterior em meio a expectativas de um desfecho positivo para as negociações políticas em torno de novos estímulos fiscais nos EUA e a melhora das bolsas no exterior, principalmente na Europa, após os dados positivos de atividade industrial na Alemanha e Zona do Euro em outubro.

O ajuste de alta dos juros futuros é monitorada pelos agentes de câmbio. O IPCA-15 subiu 0,94% em outubro – maior taxa para o mês desde 1995 (+1,34%) e mais que o dobro da alta de 0,45% em setembro. Ainda assim, o indicador acumula ganhos de 2,31% no ano e avanço de 3,52% em 12 meses, abaixo da meta de inflação de 2020 (4% ao ano).

Contudo, o investidor olha para a falta de insumos e a alta de preços de matérias-primas, que ameaçam comprometer a recuperação da indústria e podem causar mais inflação, uma vez que os índices de preços já vem subindo principalmente por causa do aumento de alimentos na esteira do crescimento da demanda pela China. Com a elevação nos custos de outras cadeias produtivas, tende a ocorrer maior pressão na curva de juros, com o mercado reforçando suas apostas de alta da taxa Selic na reunião do Copom de dezembro, de acordo com analistas.

Às 9h38 desta sexta-feira, o dólar à vista caía 0,22%, a R$ 5,5819. O dólar futuro para novembro cedia 0,21%, a R$ 5,5825.

Fonte: Estadão Conteúdo – São Paulo
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