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Polícia Civil recebe primeira parcela para licitação de obra da nova sede

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A Polícia Civil de Mato Grosso se prepara para iniciar a etapa final de construção de sua almejada sede própria. Um prédio de 7,3 mil metros quadrados em um terreno de 12,4 m² foi projetado para receber a instituição no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

Após a cessão de uso de bem imóvel pelo Governo do Estado, a Polícia Civil iniciou em 2017 as tratativas do projeto arquitetônico e a tramitação processual para a edificação da nova sede, que tem um recurso de R$ 30 milhões previstos.

A primeira parcela para execução das obras, no valor de R$ 5.118.335,20 milhões, foi depositada em conta especial abertaespecificamente para a construção do imóvel. A segunda parcela, no valor de R$ 25 milhões, está prevista para dezembro de 2020.

O montante financeiro é proveniente de um “Termo de Ajuste à Adesão” resultante de investigações realizadas pela Polícia Civil no combate à corrupção. O recurso foi obtido junto ao Ministério Público Estadual, por meio Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira), após ação civil pública por ato de improbidade administrativa.

O projeto da sede da Polícia Civil está na Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) para conferência e, posteriormente, passará para as demais fases. A estimativa é de dois anos para execução e entrega da sede.

Projeto

Planejada de forma a atender as necessidades da Polícia Civil, a nova sede será construída em uma área próxima ao Detran. No local funcionarão todas as áreas administrativas, além das diretorias da instituição. O projeto é destinado a proporcionar novas estruturas que possam abrigar de forma apropriada os setores que impulsionam diariamente os trabalhos desenvolvidos pelas delegacias de polícia, refletindo assim no fortalecimento e qualidade dos serviços prestados à sociedade.

O delegado-geral da Polícia Civil, Mário Dermeval Aravechia de Resende, destaca que a instituição trabalha há muitos anos em uma sede locada, com espaço insuficiente para abrigar todos os setores administrativos, de inteligência e de tecnologia. Apesar dos reparos já feitos o edifício apresenta sérios problemas estruturais, sendo assim necessária a mudança

Conforme ele, o novo prédio é quatro vezes maior e não trará mais custeio com aluguel, além de abranger setores novos e mais amplos conforme a demanda da Polícia. Outro fator a ser considerado com o novo projeto é de uma sede com identidade própria, em um endereço bem localizado.

“Nós, policiais civis, teremos uma referência, um símbolo que trará muito orgulho e dignidade para uma das instituições mais importantes do Estado de Mato Grosso. Para conseguir esse prédio houve um grande sacrifício, batalharam-se em muitos projetos, correções e depois de pronto, pleiteou-se para ter o recurso”, destacou Mário Dermeval, acrescentando o apoio do Ministério Público Estadual para que a instituição conseguisse o recurso necessário à obra. “A Diretoria Geral agradece ao MPE pelo apoio para que a Polícia Civil tivesse acesso ao recurso financeiro que custeará a construção e também ao governador Mauro Mendes por permitir que o projeto da sede efetivamente se torne realidade”, concluiu o delegado-geral.

Fonte: GOV MT

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Governo planeja criar uma ‘força tática da Amazônia’

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Por André Borges |O governo Jair Bolsonaro decidiu criar uma nova força de fiscalização, com poder de polícia, para atuar na região amazônica. O plano é ter uma “Força Tática da Amazônia”, dedicada de forma integral e permanente ao combate a crimes na floresta, em paralelo ao trabalho já realizado pelo Ibama e pelo Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), do Ministério do Meio Ambiente.

Estadão apurou que o plano, que é liderado pelo vice-presidente da República, o general Hamilton Mourão, já é estudado pela área jurídica do governo e pelo Ministério de Meio Ambiente, para buscar uma forma de viabilizar a nova força.

A ideia é que esse grupo seja formado, majoritariamente, por militares inativos, com experiência na região. Diferentemente do que ocorre hoje com a presença de militares na região, que têm apenas poder de repressão, esse novo grupo terá autorização para prender, multar e apreender ou destruir equipamentos, funções hoje restritas a agentes do Ibama e do ICMBio que atuam em campo Por essa razão, será vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estadão Conteúdo – São Paulo
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