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MT CONSERTADO 1 ano e 9 meses depois e já estamos nos trilhos

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POR JOÃO PEDRO MARQUES | A data era janeiro de 2019, as urnas conferiram a Mendes o comando do Estado que foi recebido em situação caótica: salários atrasados, fornecedores na pendura, viaturas sendo recolhidas, combustíveis cortados, obras paralisadas e um passivo de mais de 4 bilhões de reais sem previsão de pagamento…. Um quadro mais que assustador para quem acabava de chegar e tomar assento no Paiaguás.

Tudo estava desenhado para ser um fracasso, mas contrariando as pessimistas previsões de seus críticos, Mendes debruçou-se sobre o caos, abaixou a cabeça, começou a trabalhar 18 horas por dia, cortou despesas, adotou medidas impopulares, reviu contratos, diminui despesas, adotou a transparência dos atos como ferramenta, sensibilizou a Assembleia e à inseriu no seu projeto de recuperação do Estado como a muito não se via… O legislativo e o Secretário da Casa Civil Mauro Carvalho Junior também foram peças fundamentais neste processo e devem ter reconhecimento.

O estilo Mendes tomou conta dos corredores, funcionários insatisfeitos com vencimentos a receber, sentiram à vontade que emanava do Governador, que de forma célere e impetuosa, decide de forma imediata, transforma problemas em soluções e não tem tempo ruim para trabalhar… O estilo corporativo de Mendes emplacou o sentimento de “meu Mato Grosso” em todos a sua volta.
Sua equipe coesa e afinada, abraçou a causa, vestiu a camisa e 1 ano e nove meses depois os resultados são traduzidos em números reais e palpáveis…. Os portais de transparência nunca foram tão ativos e esclarecedores, uma exigência do chefe que não admite falhas e postergações.

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Obras retomadas, salários rigorosamente em dia, fornecedores recebendo nos prazos contratados, saúde atendendo a população com eficiência, educação saindo do plano do sonho de funcionamento e sendo para todos… A PANDEMIA e suas mazelas foram em MT transformadas em benefícios permanentes para a população, ela passará e as obras provisórias realizadas por todo o Brasil aqui serão para sempre…. Mais uma ação pessoal e inteligente de Mendes.

E a corrupção tão comum em governos? Essa não se ouviu falar! Não existiu! Nenhuma denúncia de corrupção manchou até agora este Governo.

Discreto e sem alardes Mauro Mendes vem reconstruindo Mato Grosso que saiu do Vermelho, tem dinheiro em caixa, continua, apesar de todo o cenário nacional, com seu cronograma e planejamento a todo vapor e coloca novamente horizontes de futuro melhor para todos os Mato-grossenses.

A desesperança que tomava conta da sociedade, desassistida, abandonada com a relapsa presença do Estado nas mais básicas funções, sente hoje, no dia a dia a virada produzida pelo incansável trabalho dessa gestão e com a mão pesada de Mendes que acompanha passo a passo todas as ações de seu governo, pega pesado no pé de seu secretariado e tem a retomada do desenvolvimento e normalidade dos serviços públicos como meta e sede pessoal.

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O legado de ter recebido uma máquina destruída e tê-la transformado em ativa e eficiente ficará, o nome de Mendes será lembrado mesmo com tão severas críticas protagonizadas pelos interesses contrariados de grupos habituados com as facilidades concedidas por seus antecessores, como um homem que prometeu, fez compromissos e os tem honrado com dedicação e muita perseverança.

Mato Grosso e sua gente agradecem.

Parabéns ao Governador e a toda sua equipe.

JPM-João Pedro Marques é Jornalista, advogado e publisher em MT e Brasília;um apaixonado por este ressurgido Mato Grosso!

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O Setembro Amarelo e a saúde pública

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Neste mês, a campanha Setembro Amarelo visa conscientizar sobre os riscos da depressão, que é uma das principais causas de suicídio. O Brasil é o 8° país com maior número de vítimas, sobretudo entre os jovens. Em Mato Grosso, o número de suicídios aumentou 44% no período de 2015 a 2018, saindo de um total de 150 para 216, de acordo a Secretaria de Estado de Saúde (SES).

Sabemos que a depressão é considerada o “mal do século”, mas ainda hoje as pessoas que desenvolvem a doença enfrentam várias barreiras para obter ajuda. Há quem diga que é frescura, fraqueza, falta de Deus, o que não é verdade, por isso a saúde pública deve se organizar para prevenir, diagnosticar, acompanhar e tratar adequadamente os pacientes.

Como parlamentar, médico e membro da Comissão da Saúde da Assembleia Legislativa, tenho um compromisso com estas mudanças, por isso três projetos de lei da minha autoria têm o objetivo de melhorar a assistência à saúde mental aos mato-grossenses, dois deles foram aprovados e seguem para sanção do governo, que não pode se furtar à responsabilidade de estruturar a rede.

O Projeto de Lei nº 685/2019 estabelece um protocolo de identificação, cadastro e acompanhamento dos pacientes na saúde pública; já o PL 940/2019 cria um protocolo de monitoramento e acompanhamento de crianças e jovens na rede de ensino; e o PL 970/2019 institui a avaliação psicológica obrigatória durante o pré-natal para detectar precocemente os fatores de risco e encaminhar a gestante a um serviço de aconselhamento e psicoterapia.

Mais de 90% das pessoas que tentam suicídio têm algum transtorno mental, mas as ideias de suicídio são a ponta do iceberg para alguém que não está conseguindo lidar com os problemas. É como se em um determinado momento o “copo transbordasse” diante de um fator estressante, que pode ser a perda do emprego, o nascimento do filho ou o rompimento do relacionamento.

Infelizmente, a saúde pública ainda deixa desejar, pois a saúde mental é deixada de lado em detrimento de outras doenças. Mesmo tendo bons profissionais, faltam psiquiatras na rede devido a baixos salários, estrutura deficitária e falta de medicamentos. Outro agravante é que o Sistema Único de Saúde (SUS) impõe uma conduta médica que o profissional não tem no consultório particular, por exemplo, de atender uma pessoa a cada 10 ou 15 minutos, quando o necessário poderia ser 1 hora.

“É necessário ouvir esse paciente, deixá-lo falar da sua dor”, dizem os especialistas em saúde mental que apontam para um adoecimento coletivo da população e perdas também para a economia. Um relatório de auditoria acerca dos controles na concessão de licenças médicas aos servidores do governo estadual mostrou, por exemplo, que 46% dos afastamentos médicos do ano de 2016 estavam relacionados a transtornos, como ansiedade e depressão.

Os transtornos mentais, como ansiedade e depressão, já representam o 3º motivo de afastamento do trabalho, seguido por dor nas costas e LER/Dort. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), baixos níveis de reconhecimento e falta de acesso a tratamentos geram perdas globais de até 1 trilhão de dólares por ano. No Brasil, mais de US$ 63,3 bilhões (R$ 348 bilhões), segundo levantamento da London School of Economics (LSE). 

Não há outro caminho para resolver o problema a não ser encará-lo, o que neste caso envolve toda a sociedade e principalmente os três níveis de governo: federal, estadual e municipal. Mas a família também precisa se repensar, porque o tratamento para a depressão é multidisciplinar, envolve uma dieta equilibrada e com “comida de verdade”, boa qualidade de sono, um trabalho que seja fonte de satisfação, bons relacionamentos, prática de exercícios físicos, o uso de medicação e uma religião ou espiritualidade.

Com crianças e jovens, uma educação voltada ao “ser” e não ao “ter”, com mais brincadeiras e menos aparelhos tecnológicos pode ajudar muito! Vamos todos avaliar o papel que nos cabe no Setembro Amarelo?

*Dr. Luis Gimenez é deputado estadual

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