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Metade dos brasileiros vai usar a internet para comprar presente do Dia dos Pais, diz pesquisa

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De acordo com estudo da consultoria Conversion, quase 30% dos consumidores afirmaram, por outro lado, que não vão presentear os pais na data comemorativa  

Julho de 2020 – De acordo com pesquisa inédita da consultoria Conversion, especializada em SEO e marketing de performance, a internet será o principal canal de compras de presentes do Dia dos Pais, marcado para o dia 9 de agosto, para quase metade dos consumidores brasileiros. Segundo o estudo, 49,8% dos entrevistados preferem o comércio eletrônico para adquirir os regalos a serem entregues na data comemorativa.

Por outro, a pesquisa da Conversion mostra que quase 30% dos consumidores afirmaram que não pretendem presentear os pais nesta comemoração. Embora o comércio eletrônico tenha ganhado força durante a pandemia, as lojas físicas, por sua vez, fazem parte da escolha de 14,4% dos consumidores para a compra de itens na data.

Entre os tipos de presentes para o Dia dos Pais, a maior intenção de compra dos brasileiros é, de longe, itens de vestuário, como roupas e acessórios, com 51,8% da preferência dos entrevistados. Produtos de telefonia e aparelhos celulares aparecem na segunda posição da lista, que estão no plano de 23,7% dos entrevistados (veja lista completa abaixo).

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Para Diego Ivo, CEO da Conversion, o uso dos canais digitais para compras em geral, embora já estivessem consolidados entre os consumidores brasileiros, ganharam ainda mais força durante a pandemia. “Mesmo com o isolamento social, o Dia dos Pais será lembrado e até comemorado este ano, mesmo que apenas com presentes enviados por entregadores”, comenta. “Outro fenômeno esperado, porém, triste, é o fato de muitos brasileiros não poderem ou preferirem não presentear seus pais nesta data, já que o País vive uma crise econômica bastante profunda por conta da pandemia”, acrescenta Ivo.

A pesquisa da Conversion foi feita no final de julho deste ano, com brasileiros acima de 18 anos, de todo o Brasil e todas as classes sociais a partir de um questionário estruturado com perguntas fechadas, via Internet, com dados ponderados. A amostra é de 395 pessoas, com nível de confiança de 95% e erro relativo de 4,9 pontos percentuais.

Sobre a Conversion (www.conversion.com.br)
Fundada em 2011, a Conversion atua para entregar performance às empresas e valor de marca aos consumidores. Sob o mote “Performance Criativa”, a Conversion alia dados, comunicação e inovação ao marketing de performance para alcançar metas audaciosas de seus clientes, com trabalho integrado em SEO, Mídias e Branded Content. Atende atualmente 40 empresas, entre startups e grandes organizações, e possui cerca de 60 colaboradores.

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Brasil cria 249 mil empregos formais em agosto, mas saldo do ano é negativo

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Por Bernardo Caram |O mercado de trabalho no Brasil criou 249 mil vagas de emprego com carteira assinada em agosto. O saldo acumulado no ano, porém, ainda é negativo em 849 mil.

Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), apresentados nesta quarta-feira (30) pelo Ministério da Economia, mostram que o país teve 1,239 milhão de contratações formais e 990 mil desligamentos em agosto.

O mercado de trabalho sofreu um tombo com a crise provocada pelo novo coronavírus. Os efeitos foram sentidos a partir de março, quando foi decretada a pandemia e políticas de isolamento fecharam comércios e empresas nas cidades.

Abril teve o pior saldo da crise sanitária, com menos 934 mil vagas. Depois, os números seguiram negativos, com menor intensidade, em maio (-359 mil) e junho (-22 mil).

No mês de julho, o dado voltou para o azul, com 141 mil novas vagas. A evolução dos dados até agosto mostram, portanto, uma gradativa melhora no mercado formal.

O governo argumenta que programas emergenciais evitaram dados piores de emprego na pandemia. Uma das medidas citadas é a que permitiu a suspensão de contratos e redução de jornadas e salários após acordo entre patrão e trabalhador.

Até o momento, 18,4 milhões de acordos desse tipo foram firmados por aproximadamente 1,4 milhão de empresas. O total de trabalhadores atingidos é de 9,7 milhões –muitos foram impactados por mais de um acordo.

Nesta quarta-feira, o IBGE divulgou a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, que também traz dados do emprego, mas com metodologia e abrangência diferentes.

O Caged mede efetivamente quantos empregos com carteira assinada foram criados ou fechados no mês. O levantamento do IBGE, por sua vez, é uma pesquisa feita nos domicílios que estima o número de pessoas em empregos formais e informais, além de desempregados e desalentados (que gostariam de trabalhar, mas não buscaram emprego).

A pesquisa mostrou que o desemprego bateu recorde no trimestre encerrado em julho, atingindo 13,8%. Isso representa 13,1 milhões de pessoas na fila do emprego.

Em julho, o secretário de Política Econômica do governo, Adolfo Sachsida, disse à Folha de S.Paulo que os dados oficiais de emprego não estavam captando a real situação do mercado de trabalho e que os índices de desemprego dariam um “repique grande” em setembro. A avaliação acabou se concretizando.

Com a flexibilização do isolamento no país, muitos trabalhadores voltaram a procurar um emprego e passaram a figurar nas estatísticas oficiais dos desocupados do país. O IBGE só considera desempregado quem está em busca de uma ocupação. Com o isolamento social e o auxílio emergencial, alguns optavam por adiar a procura.

Fonte: Folhapress – São Paulo
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