Distribuir medicamentos é salvar vidas? São tantas opiniões.

Por Halisson Lasmar

Hidroxocloroquina, Ivermectina, Cálcio, Vitaminas, estes termos ou nomes tem sido bombardeados nas nossas cabeças diuturnamente pelas redes, noticiários e mensagens como se fossem caminho de solução ou de aceleração de mortalidades; Em quem ou em o que acreditar?

Infectologistas, os bam bam bans do momento, são na sua maioria contrários à prescrição do coquetel, médicos mais antigos e com muitas vivências ambulatoriais colocam-se favoráveis.

Apesar do total desconhecimento desse novo é devastador vírus, o que fazer? Essa é a dúvida nacional, quiçá, planetária.

Nestes tempos de confinamento onde smarts e TV são a fonte de informação ou desinformação do momento, nossas crenças relacionadas ao problema tem sido questionadas e discutidas pelos ditos especialistas como se as cobaias moribundas tivessem tempo para suas elucubrações transmitidas para nossos lares e cabeças em estúdios climatizados e as mortes não entrassem na pausa do filme COVID19.

Enquanto vaidades técnicas são afrontadas, os óbitos aumentam, infectados crescem e o problema se avoluma… Em Lives, entrevistas e reuniões virtuais não se consegue consensos sobre o assunto enquanto o tempo urge e vai passando.

Mais uma vez desconfiamos que tem política e interesses comerciais assuntando a dona morte pra ver se rende algum para os interessados nas morbidades pandêmicas… Sera que isso é mesmo possível ou está acontecendo?

Andam dizendo que tomar os medicamentos, até outro dia consumidos como melhoral em regiões de garimpo, pode matar mais que o vírus, que sequelas cardíacas serão fatais e que as experiências positivas de quem implantou o coquetel são falácias… Não se sabe mais em quem ou no que acreditarmos.

Enquanto isso carros funerários congestionam trânsito e portas de hospitais, produtores de caixões fazem dupla jornada para dar conta da demanda e famílias enterram seus entes sem direito sequer de despedidas.

Essa guerra de opiniões está simplesmente ignorando fatos, gerando ainda mais insegurança e fazendo preços de medicamentos baratos virarem artigo de luxo com a velha fórmula do aumento ser praticado quando a procura ultrapassa a oferta.

Pequenas prefeituras, que aplicaram o molotov receituário no começo da crise, na pior das hipóteses, inibiram números de infectados e doentes.

Médicos da velha guarda, homens de credibilidade inabalável, vão as redes e defendem com veemência a distribuição do Kit, além disso, experiências pessoais tomam volume de depoimentos de curas e prevenções mas… Os Infectodeuseolojistas em ascensão, batem duro dizendo não, condicionam consultas, prescrições e ameaçam cenários tenebrosos se não forem feitos acompanhamentos exclusivos, seguimento de protocolos e à espera de literaturas científicas que comprovem a medicação…Oras, os caras não estão conseguindo sequer atender o povo nas filas, encontrar uma solução mais viável e ainda querem ditar regras e plantar terror?

No atual estágio, se não matar, engorda, aliás, efeito colateral já implícito pelo confinamento, que não fará grandes diferenças… Tá todo mundo gordo, deprimido e angustiado.

Deem logo KITS, coquetéis, esperança e alento a comunidades distribuindo fartamente os medicamentos a sociedade, é o mínimo poxa! Chega de enrolação.

Ao que parece, o perigo é a coisa funcionar, números decrescerem e desmoralizações de quem está faturando alto com palestras, opiniões e assessorias caírem no descrédito… E isso, torçamos, se Deus quiser.

Pela distribuição dos Kits Já!!!!

Halisson Lasmar é Jornalista e Publicitário.

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