Prefeito garante que área é da prefeitura e obra de hospital veterinário será lançada em março

Dois dias após adiar o lançamento da obra do Hospital Veterinário Municipal, devido ao surgimento de um suposto proprietário da área localizada próximo ao cemitério Bom Jesus, no bairro Parque Cuiabá, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) disse que sua equipe analisar o caso, confirmou que o terreno é público. Ele também garantiu a retomada do projeto depois do feriado de carnaval.

Segundo o prefeito, o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano de Cuiabá, Juarez Silveira Samaniego se debruçou no caso e confirmou que a justiça deu ganho de causa a uma ação do Ministério Público que pediu a reintegração da área em 2015.

“Em 2015 o Ministério Público entrou com uma ação requerendo esta área pedindo a sua reintegração. A justiça já deu ganho de causa. Ele entrou com o pedido de paralisar a obra e não ganhou. Já temos a documentação completa. Eu quis dar uma oportunidade para o munícipe, mas eu já sabia”, disse o chefe do Executivo em entrevista a imprensa nesta quarta-feira (19).

“A área é do município e eu nunca tive dúvida disso. Mas dei uma oportunidade. Se aparece um munícipe com documentos, tenho que dar oportunidade dele provar que tem razão. Talvez ele pode ter sido vítima lá atrás desses documentos plantados. Mas não tenho nenhuma dúvida de que a área é do município e vamos marcar uma nova data após o carnaval para lançar a obra do hospital veterinário municipal”, assegurou.

O lançamento da obra seria realizado na última segunda-feira (17), mas por conta do aparecimento do empresário Luiz Alberto Gebrim, que chegou ao evento com documentos que comprovariam que a área é dele, o projeto acabou sendo suspenso.

O terreno em questão fica às margens da rodovia Palmiro Paes de Barros, próximo ao cemitério Parque Bom Jesus, no bairro Parque Cuiabá.

A obra do Hospital Veterinário Municipal é proveniente de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) do Supermercado Comper com o Executivo municipal. A obra, segundo a prefeitura custará R$700 mil e esse dinheiro todo será pago pela empresa privada.

Por Carlos Gustavo Dorileo

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