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ENERGISA ENTREGA UNIFORMES DO PROJETO VÔLEI KIDS PARA 25 CRIANÇAS DO DISTRITO SUCURI

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Redação (com informações da assessoria)

 

A Energisa Mato Grosso realizou nesta quarta-feira (11.12), a entrega de uniformes para as 25 crianças do programa social Vôlei Kids da Escola Municipal Rural Professora Hilda Caetano de Oliveira Leite, do Distrito Sucuri, em Cuiabá. O projeto, que é desenvolvido pelo Instituto Desportivo da Criança (IDC), atende crianças da rede pública de ensino com idade entre 07 e 16 anos, no período do contraturno escolar. A empresa apoia o projeto por meia da destinação de recursos para o Fundo da Criança e do Adolescente.

Segundo a gerente de projetos do IDC, Selma Lopes, foi um dia de muita alegria para a criançada. “Desde outubro iniciamos o projeto na Escola Hilda Caetano com a parceria da Energisa e na quarta realizamos um dia especial, com a entrega dos uniformes, palestra sobre higiene bucal e ainda bate papo com os colaboradores da Energisa sobre segurança elétrica”, contou.

Selma ressalta que mais que preparar atletas, o projeto proporciona o incremento de competências que os participantes vão levar para o convívio social. “Nosso objetivo não é formar superatletas, sim cidadãos conhecedores dos seus direitos e deveres, aplicando o respeito, companheirismo, lealdade, responsabilidade, exercendo sua cidadania com autonomia. É um projeto de inclusão”, explicou.

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Para a gerente de gestão e projeto, Ana Carolina Ribas, ter esse primeiro contato com os alunos, entregar os uniformes, realizar o bate papo sobre como economizar energia e a segurança que se deve ter com rede elétrica, foi muito gratificante.

“Os alunos adoraram, participaram bastante da nossa palestra, gostaram da informação sobre as pipas, para não soltar perto de redes elétrica. Deu para ver nos olhos deles a alegria, o quanto estavam ansiosos pelos uniformes. E foi muito bom ver que além do esporte o projeto se preocupa em formar cidadãos”, disse. Além do bate papo, foram entregues kits contendo folhetos com informações sobre a energia elétrica para as crianças multiplicarem o conhecimento em casa.

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TCU confirma informações de falsificação na troca do BRT pelo VLT em 2011

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OTribunal de Contas da União (TCU) confirmou que a substituição da escolha do BRT pelo VLT, em 2011, feita pela gestão do Governo de Mato Grosso à época, ocorreu por meio de um laudo falsificado.
A decisão do TCU que confirmou a adulteração foi dada em 2014 pelos ministros Walton Rodrigues, Aroldo Cedraz, Benjamin Zymler, Raimundo Carreiro, José Múcio Monteiro, Bruno Dantas, Marcos Bemquerer Costa e André Luís de Carvalho.
O esquema foi descoberto pela Procuradoria da República do Distrito Federal, que enviou representação sobre o caso à Corte de Contas.
De acordo com o MPF, a adulteração ocorreu no bojo de um processo que tramitava no Ministério das Cidades, órgão que estava com a responsabilidade de avaliar se acatava ou não a mudança do BRT pelo VLT para atender às necessidades de mobilidade da Baixada Cuiabana para a Copa do Mundo de 2014.
Vale lembrar que o próprio ex-governador Silval Barbosa, em sua delação premiada, confirmou que o projeto inicial era implantar o BRT, mas houve a troca de modal para viabilizar recebimento de propina na ordem de R$ 18 milhões.
O MPF narrou ao TCU que duas servidoras do Departamento de Mobilidade Urbana do Ministério do Ministério das Cidades (Demob), Luiza Vianna e Crsitina Soja, retiraram do processo administrativo uma nota técnica produzida pelo analista de infraestrutura do ministério.
Nessa nota técnica, o analista se manifestou de forma contrária à alteração do BRT pelo VLT, tendo em vista critérios como a impossibilidade de entregar a obra dentro do prazo e outras irregularidades contidas nas estimativas de custos feitas pelo Governo de Mato Grosso.
As duas servidoras, que eram chefes do analista, exigiram que ele modificasse a nota técnica para ficar “em sintonia com a decisão do governo”. Como o analista se recusou, elas produziram novo documento favorável ao VLT “e o inseriram no processo em substituição à peça elaborada pelo analista”.
“Essa nova nota técnica apresenta a mesma numeração da anterior e apresenta data retroativa de 8/9/2011, embora, segundo o Ministério Público, tenha sido produzida posteriormente, em data incerta entre os dias 14 e 26/10/2011”, diz trecho da representação.
A troca de laudos foi confirmada pelas próprias servidoras durante reunião na Demob, cujo áudio foi levado à mídia. Elas foram advertidas em processo administrativo disciplinar e respondem a uma ação de improbidade pelos fatos.
Para o ministro relator do caso no TCU, Walton Rodrigues, é “inegável” a gravidade dos ilícitos cometidos pelas servidoras.
“A nova peça técnica foi preparada pela servidora Cristina Maria e contou com o “de acordo” da servidora Luiza Gomide, no propósito de transparecer o fato desse documento haver sido elaborado pelo Departamento de Mobilidade Urbana antes da decisão que aprovou a nova matriz de responsabilidades para a Copa do Mundo FIFA 2014″.
Rodrigues registrou que Cristina e Luiza violaram a integridade do processo administrativo e dos motivos que fundamentaram a troca do modal.
“Tal norma era ou, pelo menos, deveria ser de conhecimento dos agentes públicos, sobretudo por ocuparem cargos de direção e de gerência. Ao terem potencial consciência da ilicitude, era-lhes exigível conduta diversa […] Assim, a subtração de documento avilta o princípio do controle ao ocultar informações essenciais ao exame da regularidade dos atos administrativos, sobretudo em relação aos aspectos da economicidade, eficiência, eficácia e efetividade”, afirmou.
O ministro votou por condená-las à multa de R$ 2,4 mil e foi acompanhado pelos demais membros.

Fonte: SECOM/MT

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