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Projeto Cuiabá Sempre Criança prossegue nesta quinta-feira com atividades na Praça do Pedra 90

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Redação (com informações da assessoria)

 

Alunos de 15 unidades educacionais da Regional Sul da capital participam, nesta quinta-feira (17), das atividades em comemoração a semana da criança. O projeto Cuiabá Sempre Criança, 300 Motivos para Sorrir, da Prefeitura de Cuiabá, vai levar a 10 mil crianças na faixa etária dos 2 aos 5 anos, matriculados em unidades de creche, Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIS) e Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) que oferecem Jardim I e II, Pré Escola I e II, momentos de muita diversão e entretenimento.

O projeto foi aberto nesta quarta-feira (16), na Regional Oeste, no ginásio do bairro Coophamil, localizado no espaço do IDEAES – Instituto para o Desenvolvimento Econômico Ambiental, Esportivo e Social de Mato Grosso. As atividades do projeto infantil pedagógico reuniram no primeiro dia, mais de 900 alunos que se divertiram com brincadeiras, personagens infantis, contos de histórias, teatro, musica e, para adoçar a brincadeira, muito algodão doce, pipoca, e lanche a vontade.

O secretário de Educação de Cuiabá, Alex Vieira Passos disse que a ação,  inédita no município, vem ao encontro da proposta da gestão Emanuel Pinheiro, de uma gestão humanizada e valorização da família cuiabana. “Recebemos uma missão do prefeito Emanuel Pinheiro de coordenar uma maratona de atividade infantis e usamos a imaginação para colocar essa brincadeira junto com os 300 anos de Cuiabá, num momento em que a Educação passa por uma verdadeira revolução e sempre tendo em mente, deixar nossa  cidade mais leve, alegre”, disse Alex Vieira Passos.

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Com atividades lúdicas e principalmente, usando mais o riso, as mãos, as palavras, o jogo de damas, o elástico e amarelinha o projeto resgata um pouco das antigas brincadeiras. Uma equipe de 20 pessoas, entre monitores, músicos e pessoal de apoio, além de 30 técnicos da Secretaria de Educação estão envolvidos no projeto.

Marcela Rezende Guimarães Martins, líder de equipe da Coordenadoria de Programas e Projetos da Secretaria Municipal de Educação, acompanhou as atividades e falou sobre a importância de iniciativas como essa, para o crescimento e formação das crianças. “É direito da criança brincar e, sair da rotina do ambiente escolar e ser protagonista de um outro espetáculo, contribui para o seu desenvolvimento integral  ”, destacou Marcela lembrando o  impacto positivo da iniciativa, principalmente em regiões carentes da cidade.

As atividades do projeto  acontecem até o dia 23,  quando serão encerradas na Regional Norte, reunindo alunos de 18 unidades educacionais  da região. A programação envolve show musical com a banda infantil Caixa de Brinquedos, troupe de palhaços e muita diversão.

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Nesta sexta-feira (18) o projeto continua na Regional Sul, no Espaço Silva Freire, nos períodos da manhã e a tarde, das 7 às 11 horas, e das 13 às 17 horas. Na segunda-feira (21) as atividades vão acontecer na Regional Leste, na EMEB Madre Marta Cerutti e na terça-feira (22), também na Regional Leste, no ginásio do Complexo Esportivo Dom Aquino, sempre nos mesmos horários.

 

 

 

Foto: Assessoria

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TCU confirma informações de falsificação na troca do BRT pelo VLT em 2011

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OTribunal de Contas da União (TCU) confirmou que a substituição da escolha do BRT pelo VLT, em 2011, feita pela gestão do Governo de Mato Grosso à época, ocorreu por meio de um laudo falsificado.
A decisão do TCU que confirmou a adulteração foi dada em 2014 pelos ministros Walton Rodrigues, Aroldo Cedraz, Benjamin Zymler, Raimundo Carreiro, José Múcio Monteiro, Bruno Dantas, Marcos Bemquerer Costa e André Luís de Carvalho.
O esquema foi descoberto pela Procuradoria da República do Distrito Federal, que enviou representação sobre o caso à Corte de Contas.
De acordo com o MPF, a adulteração ocorreu no bojo de um processo que tramitava no Ministério das Cidades, órgão que estava com a responsabilidade de avaliar se acatava ou não a mudança do BRT pelo VLT para atender às necessidades de mobilidade da Baixada Cuiabana para a Copa do Mundo de 2014.
Vale lembrar que o próprio ex-governador Silval Barbosa, em sua delação premiada, confirmou que o projeto inicial era implantar o BRT, mas houve a troca de modal para viabilizar recebimento de propina na ordem de R$ 18 milhões.
O MPF narrou ao TCU que duas servidoras do Departamento de Mobilidade Urbana do Ministério do Ministério das Cidades (Demob), Luiza Vianna e Crsitina Soja, retiraram do processo administrativo uma nota técnica produzida pelo analista de infraestrutura do ministério.
Nessa nota técnica, o analista se manifestou de forma contrária à alteração do BRT pelo VLT, tendo em vista critérios como a impossibilidade de entregar a obra dentro do prazo e outras irregularidades contidas nas estimativas de custos feitas pelo Governo de Mato Grosso.
As duas servidoras, que eram chefes do analista, exigiram que ele modificasse a nota técnica para ficar “em sintonia com a decisão do governo”. Como o analista se recusou, elas produziram novo documento favorável ao VLT “e o inseriram no processo em substituição à peça elaborada pelo analista”.
“Essa nova nota técnica apresenta a mesma numeração da anterior e apresenta data retroativa de 8/9/2011, embora, segundo o Ministério Público, tenha sido produzida posteriormente, em data incerta entre os dias 14 e 26/10/2011”, diz trecho da representação.
A troca de laudos foi confirmada pelas próprias servidoras durante reunião na Demob, cujo áudio foi levado à mídia. Elas foram advertidas em processo administrativo disciplinar e respondem a uma ação de improbidade pelos fatos.
Para o ministro relator do caso no TCU, Walton Rodrigues, é “inegável” a gravidade dos ilícitos cometidos pelas servidoras.
“A nova peça técnica foi preparada pela servidora Cristina Maria e contou com o “de acordo” da servidora Luiza Gomide, no propósito de transparecer o fato desse documento haver sido elaborado pelo Departamento de Mobilidade Urbana antes da decisão que aprovou a nova matriz de responsabilidades para a Copa do Mundo FIFA 2014″.
Rodrigues registrou que Cristina e Luiza violaram a integridade do processo administrativo e dos motivos que fundamentaram a troca do modal.
“Tal norma era ou, pelo menos, deveria ser de conhecimento dos agentes públicos, sobretudo por ocuparem cargos de direção e de gerência. Ao terem potencial consciência da ilicitude, era-lhes exigível conduta diversa […] Assim, a subtração de documento avilta o princípio do controle ao ocultar informações essenciais ao exame da regularidade dos atos administrativos, sobretudo em relação aos aspectos da economicidade, eficiência, eficácia e efetividade”, afirmou.
O ministro votou por condená-las à multa de R$ 2,4 mil e foi acompanhado pelos demais membros.

Fonte: SECOM/MT

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