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Combate e prevenção ao abuso sexual será tema de evento na ALMT

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Redação (com informações da assessoria)

 

Formas de combate ao abuso sexual infantil bem como medidas de auxílio às crianças que são vítimas serão o assunto principal do “I Simpósio Quebrando o Silêncio – Abuso: debater para prevenir”.

O evento será realizado nesta quinta-feira (22), a partir das 19h, no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, em uma iniciativa liderada em conjunto pelos deputados estaduais Wilson Santos (PSDB) e Sebastião Rezende (PSC) que une a Assembleia Legislativa de Mato Grosso e a Igreja Adventista do Sétimo Dia.

As inscrições poderão ser feitas no site www.al.mt.gov.br. Não há nenhuma cobrança de valor financeiro, apenas 2 litros de suco concentrado, que serão destinados ao Hospital de Câncer de Mato Grosso.

Com o tema central “O abuso e seus desdobramentos: o educador enquanto agente de transformação e prevenção”, a pedagoga Isabel Passos vai conduzir uma palestra no primeiro dia do evento.

Natural de Petrolina (PE), a pedagoga é formada pela Universidade Estadual da Bahia (Uneb) e é especialista em psicoterapia sistêmica de família casal e indivíduo, mestranda em psicologia social pela Universidade Federal do Vale do São Francisco, em Pernambuco, e estudos em terapia sexual sistêmica pela Escola de Milão da Itália.

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O evento “Quebrando o Silêncio” é um projeto da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que promove ações contra a violência na família, igreja, escola e comunidade e completa 17 anos em 2019.

A cada ano, a campanha ganha ênfase especial e desta vez tem como tema principal o combate ao abuso sexual contra crianças e adolescentes.

 

 

Foto: Ilustração

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Faissal critica o aumento da conta de energia elétrica

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O deputado estadual Faissal Calil (PV), criticou na terça-feira (01), no plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) a decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de cobrar a bandeira vermelha de patamar 2, que resultará em um aumento de R$ 6,24 (seis reais e vinte e quatro centavos) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Para o parlamentar, faltou sensibilidade a agência e a Energisa, concessionária que distribui energia elétrica no estado.

De acordo com Faissal, existem diversas formas de operacionalizar o sistema sem onerar ainda mais o consumidor, principalmente em tempos de economia em crise, por conta da pandemia da Covid-19. Para o deputado, a concessionária de enregia poderia, juntamente com a agência, fomentar a implantação de empresas geradoras de energia mais baratas, utilizando energia solar, por exemplo.

“Não é prudente, em um período como o que estamos vivendo, um aumento dessa magnitude em um item de nossa economia tão fundamental, como a energia elétrica. A população, que precisa se preocupar com a manutenção de seus empregos, com a queda no faturamento de seus negócios e com a possibilidade desta crise permanecer até meados do ano que vem, agora precisa se preocupar ainda com um reajuste na conta de luz”, apontou.

Para o deputado, Mato Grosso permite que empresas produzam e forneçam energia elétrica de forma limpa e renovável, como a solar e a eólica. Segundo o parlamentar, a Energisa deve incentivar empresas e criar parcerias que impactem positivamente no preço final da energia para o consumidor.

“O aumento na energia elétrica impacta em toda a economia. Buscando fontes mais baratas, a Energisa atuaria positivamente em toda a cadeia produtiva de Mato Grosso. Nosso estado, por exemplo, é conhecido por conta de seu calor. Temos sol o ano inteiro. Porque não incentivar, por exemplo, a construção de pequenas usinas de energia solar? Acredito que isso seria positivo para investidores, para a própria concessionária, que compraria energia mais barata e, finalmente, para o consumidor, que pagaria um preço menor na conta de luz.”, concluiu Faissal.

Fonte: ALMT

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