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Escolas da rede municipal de Educação fazem dia D contra o bullying

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Da Redação (com informações da assessoria)

 

Alunos de unidades educacionais da rede municipal de Educação realizam nos dias 4 e 5 (quinta e sexta-feira), o dia D – Humanização sim! Bullying e Ciberbullying não! A ação faz parte da campanha ‘Sem plateia não tem bullying’, coordenada pela Prefeitura de Cuiabá, com o objetivo de prevenir e combater essa prática.

A secretária-adjunta de Educação, Edilene Machado, falou sobre o dia D. “Nesses dois dias, nas unidades educacionais atendidas pelo Programa Escola da Inteligência, estaremos reforçando as discussões sobre o tema. O objetivo é a prevenção e, para isso, as escolas estarão desenvolvendo várias atividades para estimular a reflexão, a empatia e o respeito às diferenças”, destacou Edilene Machado.

Oito unidades educacionais estarão envolvidas, as Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) Maria Tomich Monteiro da Silva (Ribeirão do Lipa), Maria Lucila da Silva Barros (Jardim Ubirajara), Floriano Bocheneki (Parque Atalaia), Jesus Criança (Nova Esperança), Pe. Raimundo Conceição Moreira da Cruz (Parque Cuiabá), Ana Tereza Arcos Krause (Jardim Industriário II) e Augusto Mário Vieira (Jardim Campo Verde).

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As atividades envolvem aulas especiais, depoimentos, atividades culturais e outras.

‘Sem Plateia não tem bullying’

Uma série de iniciativas já foram e estão sendo realizadas dentro da campanha. As ações envolvem formação dos profissionais da educação em especial os professores mediadores, e orientação aos pais e alunos.

Umas das ações, a caminhada mirim, reuniu no último dia 29 de junho, no centro da Capital, mais de dois mil alunos de Cuiabá e Várzea Grande, e meninas atendidas pelo Projeto Siminina, para conscientizar a sociedade sobre o bullying.

Em setembro, acontecerá o fórum Pelas Emoções e Relações Virtuosas e Saudáveis que trará a Cuiabá a palestrante, Regina Shudo, pedagoga e pós-graduada em Metodologia de Ensino e integrante do Grupo Escola da Inteligência.

Serviço:

Dia D – Humanização Sim! Bullying e Ciberbullying não!

Dias – 4 e 5 de julho (quinta e sexta-feira)

Locais – Unidades educacionais atendidas pelo Programa Escola da Inteligência.

Horário – (Escola Maria Tomich dia 4 07:30 às 08 horas) (Escola Maria Lucila dia 04 às 09:30)

(Escola Floriano Bochenek dia 05 7:30 às 08:20) (Escola Jesus Criança dia 05 10:00)

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(Escola Raimundo Pombo dia 05 vespertino 13:30 às 15:00) (Escola Ana Tereza Krauze dia 05 às 16:00) (Escola Augusto Mario Vieira quinta-feira à tarde)

 

 

Foto: Jorge Pinho

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TCU confirma informações de falsificação na troca do BRT pelo VLT em 2011

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OTribunal de Contas da União (TCU) confirmou que a substituição da escolha do BRT pelo VLT, em 2011, feita pela gestão do Governo de Mato Grosso à época, ocorreu por meio de um laudo falsificado.
A decisão do TCU que confirmou a adulteração foi dada em 2014 pelos ministros Walton Rodrigues, Aroldo Cedraz, Benjamin Zymler, Raimundo Carreiro, José Múcio Monteiro, Bruno Dantas, Marcos Bemquerer Costa e André Luís de Carvalho.
O esquema foi descoberto pela Procuradoria da República do Distrito Federal, que enviou representação sobre o caso à Corte de Contas.
De acordo com o MPF, a adulteração ocorreu no bojo de um processo que tramitava no Ministério das Cidades, órgão que estava com a responsabilidade de avaliar se acatava ou não a mudança do BRT pelo VLT para atender às necessidades de mobilidade da Baixada Cuiabana para a Copa do Mundo de 2014.
Vale lembrar que o próprio ex-governador Silval Barbosa, em sua delação premiada, confirmou que o projeto inicial era implantar o BRT, mas houve a troca de modal para viabilizar recebimento de propina na ordem de R$ 18 milhões.
O MPF narrou ao TCU que duas servidoras do Departamento de Mobilidade Urbana do Ministério do Ministério das Cidades (Demob), Luiza Vianna e Crsitina Soja, retiraram do processo administrativo uma nota técnica produzida pelo analista de infraestrutura do ministério.
Nessa nota técnica, o analista se manifestou de forma contrária à alteração do BRT pelo VLT, tendo em vista critérios como a impossibilidade de entregar a obra dentro do prazo e outras irregularidades contidas nas estimativas de custos feitas pelo Governo de Mato Grosso.
As duas servidoras, que eram chefes do analista, exigiram que ele modificasse a nota técnica para ficar “em sintonia com a decisão do governo”. Como o analista se recusou, elas produziram novo documento favorável ao VLT “e o inseriram no processo em substituição à peça elaborada pelo analista”.
“Essa nova nota técnica apresenta a mesma numeração da anterior e apresenta data retroativa de 8/9/2011, embora, segundo o Ministério Público, tenha sido produzida posteriormente, em data incerta entre os dias 14 e 26/10/2011”, diz trecho da representação.
A troca de laudos foi confirmada pelas próprias servidoras durante reunião na Demob, cujo áudio foi levado à mídia. Elas foram advertidas em processo administrativo disciplinar e respondem a uma ação de improbidade pelos fatos.
Para o ministro relator do caso no TCU, Walton Rodrigues, é “inegável” a gravidade dos ilícitos cometidos pelas servidoras.
“A nova peça técnica foi preparada pela servidora Cristina Maria e contou com o “de acordo” da servidora Luiza Gomide, no propósito de transparecer o fato desse documento haver sido elaborado pelo Departamento de Mobilidade Urbana antes da decisão que aprovou a nova matriz de responsabilidades para a Copa do Mundo FIFA 2014″.
Rodrigues registrou que Cristina e Luiza violaram a integridade do processo administrativo e dos motivos que fundamentaram a troca do modal.
“Tal norma era ou, pelo menos, deveria ser de conhecimento dos agentes públicos, sobretudo por ocuparem cargos de direção e de gerência. Ao terem potencial consciência da ilicitude, era-lhes exigível conduta diversa […] Assim, a subtração de documento avilta o princípio do controle ao ocultar informações essenciais ao exame da regularidade dos atos administrativos, sobretudo em relação aos aspectos da economicidade, eficiência, eficácia e efetividade”, afirmou.
O ministro votou por condená-las à multa de R$ 2,4 mil e foi acompanhado pelos demais membros.

Fonte: SECOM/MT

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