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Processo seletivo do HMC com 1.892 vagas encerra as inscrições hoje

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Encerra neste domingo (16), o prazo para inscrição do processo seletivo da Prefeitura de Cuiabá, destinado a contratação de servidores para o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) Dr. Leony Palma de Carvalho.

No total, o seletivo que foi lançado no dia 13 de maio, destina 1.892 vagas, sendo 1.248 imediatas e mais 600 cadastros de reserva, subdivididos nos níveis médio, médio técnico e superior.

As remunerações que estão acima da média praticada nacionalmente e tem a aprovação de sindicatos da Capital, têm iniciais de R$ 1.127,39 a R$ 5.522,02. Os proventos ainda terão acréscimos como insalubridade, auxilio alimentação, dentre outros inerentes ao regime jurídico dos contratos temporários com base na Consolidação das Leis do Trabalho – CLT.

“Sob a determinação do prefeito Emanuel Pinheiro, a Comissão de acompanhamento do Processo Seletivo elaborou estudo técnico detalhado acerca de todas as categorias englobadas no certame, consultando as principais fontes de pesquisa salariais de mercado, bem como os pisos salariais das categorias profissionais relacionadas, com o objetivo de trazer completa adequação com o que é praticado no mercado de trabalho. Além disso, tendo em vista que a contratante é uma empresa pública, os aprovados terão acréscimos como insalubridade, alimentação e todos os direitos e respaldos resguardado ao trabalhador de carteira assinada”, explicou o diretor geral da Empresa Cuiabana de Saúde Pública, Alexandre Beloto.

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Dentre as ofertas do certame, estão vagas para Recepcionista, Motorista (CNH B e CNH D), Porteiro, Eletricista, Vigia Patrimonial, Telefonista, Pedreiro, Técnico em Contabilidade, Técnico de Enfermagem, Técnico de Farmácia, Técnico de Hemoterapia, Técnico de Higienização Bucal e Técnico de Imobilização Ortopédica (Gesseiro), Administrador, Advogado, Analista de Rede, Analista de Sistemas, Assistente Social, Cirurgião Dentista, Cirurgião Dentista (Bucomaxilo, Facial e Traumatologista), Contador, Enfermeiro Assistencial, Engenheiro Clinico, Estatístico, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Nutricionista, Pedagogo Hospitalar, Psicólogo, Psicólogo Organizacional, Secretário Executivo, Técnico de Nível Superior (Vigilância em Saúde), Tecnólogo em Recursos Humanos e Terapeuta ocupacional, entre outras funções.

INSCRIÇÕES

As inscrições devem ser feitas até 16 de junho, no site do organizador, o Instituto Selecon (www.selecon.org.br). O valor da taxa de inscrição é de R$ 60 para as funções de níveis médio e técnico e de R$ 70 para as de nível superior. Para efetivar a participação no processo seletivo, é preciso quitar o valor da inscrição, pois ela somente será validada após a confirmação do pagamento do boleto bancário. Há vagas reservadas para as cotas.

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O processo seletivo é composto por uma prova objetiva de conhecimentos gerais e específicos, de acordo com a função, e análise de títulos. A prova objetiva está prevista para o dia 14 de julho. O resultado final do processo seletivo está previsto para o dia 8 de agosto.

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Mato Grosso registra 100 mortes de crianças indígenas

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Com base na Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011), o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) obteve dados oficiais relativos à mortalidade na infância relativos a mortes de crianças indígenas de 0 a 5 anos.

Os dados parciais dão conta da morte de 825 crianças. Destas, 100 óbitos em Mato Grosso.

Os demais óbitos foram nos estados do Acre (66), Alagoas (3), Amazonas (248), Amapá (9), Bahia (16), Ceará (3), Maranhão (29), Minas Gerais e Espírito (24), Mato Grosso do Sul (51), Pará (49), Paraíba (4), Pernambuco (17), Paraná (11), Rio Grande do Sul (18), Rondônia (7), Roraima (133), Santa Catarina (7), São Paulo (6) e Tocantins (24).

Os dados fazem parte do relatório “Violência contra os povos indígenas do Brasil – 2019”.

“O maior número de mortes se deu entre crianças do sexo masculino, com 447 óbitos, sendo que os casos de crianças do sexo feminino foram 378”, apontou relatório.

O Estado do Amazonas registrou o maior número de óbitos de crianças indígenas, com 248 ocorrências, seguido de Roraima, 133 óbitos. “Mato Grosso vem a seguir, com o registro de 100 óbitos de crianças, especialmente entre o povo Xavante, com 71 mortes”, reforça.

Conforme o Cimi, as diversas mortes ocorreram por doenças tratáveis, como broncopneumonia, desnutrição, diarreia, malária ou pneumonia. Um total de 114 crianças vieram a óbito por diferentes tipos de pneumonia.

Outras 53 morreram por diarreia e gastroenterite de origem infecciosa presumível. O órgão de assistência à saúde registrou também 28 óbitos de crianças por morte sem assistência.

Fonte: Diário de Cuiabá

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