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UFMT tem clássicos da música e do cinema em sua programação cultural

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Clássicos – da música e do cinema. Esses são os eixos das atrações da semana na agenda cultural de junho da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). As atividades se iniciaram nesta nesta terça-feira (11) e seguem até domingo (16).

O Teatro Universitário será palco das apresentações musicais. Na quinta-feira (13), a partir das 20h e com entrada gratuita, será apresentado o espetáculo “MPB Camerístico – Fortalecimento da Memória Coletiva e Integração da Comunidade”. Com o objetivo de valorizar a discografia nacional com a seleção de obras de diversos autores, a atividade contará com a participação de membros externos e internos da academia atuando como músicos e bailarinos convidados, propiciando o intercâmbio entre diferentes níveis de experiência profissional e faixas etárias. No repertório, canções de Baden Powell, Danilo Caymmi, Cazuza, João Bosco, Ivan Lins e Djavan, dentre outros.

Já no domingo (16), a partir das 10h, a Orquestra Sinfônica da UFMT apresentará o já tradicional concerto de câmara. Desta vez, o espetáculo contará com duas formações peculiares: o “Quarteto de Trombones” e o “Coral de Trombones, Bombardino e Tubas”. O espetáculo é gratuito.

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Cinema

Já as apresentações cinematográficas ocupam espaço dentro e fora do Câmpus de Cuiabá.  Na quarta-feira (12), às 14h30, a sala Névio Lotufo do Cineclube Coxiponés recebe a sessão Dias de Cinefilia, que conta com a curadoria e mediação de Gabriel Billy. Nesta semana será apresentado o filme “Como eliminar seu chefe”. Por fim, na sexta-feira (14), às 14h, a Sessão KinoMundo exibe o filme “O ódio”. As entradas são gratuitas.

Ainda no Câmpus de Cuiabá, mas em outro espaço – no auditório do Centro Cultural – tem sequência a Sessão Afrocine do Coletivo Quariterê.Nesta quinta-feira (13), às 19h, serão exibidos os filmes “BUP”, de Dandara Morais; “Carne”, de Mariana Jaspe; “Cartuchos de Super Nintendo em anéis de Saturno”, de Leon Reis; “Terra não dita, mar não visto”, de Lia Leticia; e “Hic” de Alexander S. Buck. A sessão Afrocine conta com curadoria de Anna Maria Moura e mediação do Coletivo Audiovisual Negro Quariterê.

A agenda Cuiabá tricentenária itinerante, integrante da temporada cultural e artística de 2019, é uma realização da Pró-reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (Procev).

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Confira a programação de junho completa.

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TCU confirma informações de falsificação na troca do BRT pelo VLT em 2011

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OTribunal de Contas da União (TCU) confirmou que a substituição da escolha do BRT pelo VLT, em 2011, feita pela gestão do Governo de Mato Grosso à época, ocorreu por meio de um laudo falsificado.
A decisão do TCU que confirmou a adulteração foi dada em 2014 pelos ministros Walton Rodrigues, Aroldo Cedraz, Benjamin Zymler, Raimundo Carreiro, José Múcio Monteiro, Bruno Dantas, Marcos Bemquerer Costa e André Luís de Carvalho.
O esquema foi descoberto pela Procuradoria da República do Distrito Federal, que enviou representação sobre o caso à Corte de Contas.
De acordo com o MPF, a adulteração ocorreu no bojo de um processo que tramitava no Ministério das Cidades, órgão que estava com a responsabilidade de avaliar se acatava ou não a mudança do BRT pelo VLT para atender às necessidades de mobilidade da Baixada Cuiabana para a Copa do Mundo de 2014.
Vale lembrar que o próprio ex-governador Silval Barbosa, em sua delação premiada, confirmou que o projeto inicial era implantar o BRT, mas houve a troca de modal para viabilizar recebimento de propina na ordem de R$ 18 milhões.
O MPF narrou ao TCU que duas servidoras do Departamento de Mobilidade Urbana do Ministério do Ministério das Cidades (Demob), Luiza Vianna e Crsitina Soja, retiraram do processo administrativo uma nota técnica produzida pelo analista de infraestrutura do ministério.
Nessa nota técnica, o analista se manifestou de forma contrária à alteração do BRT pelo VLT, tendo em vista critérios como a impossibilidade de entregar a obra dentro do prazo e outras irregularidades contidas nas estimativas de custos feitas pelo Governo de Mato Grosso.
As duas servidoras, que eram chefes do analista, exigiram que ele modificasse a nota técnica para ficar “em sintonia com a decisão do governo”. Como o analista se recusou, elas produziram novo documento favorável ao VLT “e o inseriram no processo em substituição à peça elaborada pelo analista”.
“Essa nova nota técnica apresenta a mesma numeração da anterior e apresenta data retroativa de 8/9/2011, embora, segundo o Ministério Público, tenha sido produzida posteriormente, em data incerta entre os dias 14 e 26/10/2011”, diz trecho da representação.
A troca de laudos foi confirmada pelas próprias servidoras durante reunião na Demob, cujo áudio foi levado à mídia. Elas foram advertidas em processo administrativo disciplinar e respondem a uma ação de improbidade pelos fatos.
Para o ministro relator do caso no TCU, Walton Rodrigues, é “inegável” a gravidade dos ilícitos cometidos pelas servidoras.
“A nova peça técnica foi preparada pela servidora Cristina Maria e contou com o “de acordo” da servidora Luiza Gomide, no propósito de transparecer o fato desse documento haver sido elaborado pelo Departamento de Mobilidade Urbana antes da decisão que aprovou a nova matriz de responsabilidades para a Copa do Mundo FIFA 2014″.
Rodrigues registrou que Cristina e Luiza violaram a integridade do processo administrativo e dos motivos que fundamentaram a troca do modal.
“Tal norma era ou, pelo menos, deveria ser de conhecimento dos agentes públicos, sobretudo por ocuparem cargos de direção e de gerência. Ao terem potencial consciência da ilicitude, era-lhes exigível conduta diversa […] Assim, a subtração de documento avilta o princípio do controle ao ocultar informações essenciais ao exame da regularidade dos atos administrativos, sobretudo em relação aos aspectos da economicidade, eficiência, eficácia e efetividade”, afirmou.
O ministro votou por condená-las à multa de R$ 2,4 mil e foi acompanhado pelos demais membros.

Fonte: SECOM/MT

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