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Com fim da época de chuva, clima seco começa em Cuiabá

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Com o fim da época de chuva, o tempo seco volta para a Capital mato-grossense. Durante toda a semana, a umidade relativa do ar pode chegar os 25%. As informações são do site ClimaTempo.

Nesta segunda-feira (10), a temperatura máxima registrada pode ser de 34°C, com mínima de 20°C. O dia deve ser de sol, com algumas nuvens e névoa ao amanhecer. Na terça-feira (11), os termômetros variam entre os 35°C e 21°C, com sol entre nuvens.

A estimativa é que não chova em nenhum dia. Na quarta-feira (12), o sol aparece entre nuvens e a temperatura varia entre os 35°C e 20°C. Na quinta-feira (13), deve ser o dia mais quente da semana, em que a máxima pode chegar aos 36°C, com mínima de 20°C.

Na sexta-feira (14), por fim, o sol também aparece entre nuvens, a temperatura máxima prevista é de 34°C, com mínima de 22°C.

Interior

Em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), a estimativa é que a temperatura não se eleve. Nesta segunda-feira (10), por exemplo, os termômetros podem registrar mínimas de 16°C, apesar da máxima de 33°C.

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Já em Sinop (500 km ao norte de Cuiabá), também não deve chover em nenhum dia da semana. A temperatura não difere muito da Capital. As temperaturas variam entre os 33°C e 19°C.

Fonte: Gazeta Digital | Foto: Chico Ferreira

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Bolsonaro se defende de criticas contra incêndios e enaltece o agro brasileiro

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DEFENSOR DO BRASIL

Como já era esperado, o discurso do presidente Jair Bolsonaro na 75ª Assembleia-Geral da ONU ficou centrado na defesa das potencialidades do Brasil. Bolsonaro lamentou o que ele chamou de campanha contra o governo brasileiro usando a mídia dos incêndios florestais na Amazônia e no Pantanal. Nas entrelinhas, o recado foi direcionado aos países que tentam diminuir a participação do agronegócio no mercado mundial. “Nosso agro continua pujante e, acima de tudo, possuindo e respeitando a melhor legislação ambiental do planeta”, concluiu o presidente.

NUMEROS NÃO MENTEM

Sob a ótica do velho ditado de que números não mentem, o presidente Bolsonaro usou e abusou de dados na Assembleia da ONU para justificar a posição do Brasil diante do Mundo. “Somos líderes em conservação de florestas tropicais, temos a matriz energética mais limpa e diversificada, somos responsáveis apenas por 2% da emissão de carbono, garantimos a segurança alimentar a um sexto da população mundial e usamos apenas 27% do nosso território para pecuária e agricultura, números que nenhum outros país possui.

DE OLHO NA VAGA

Começou a romaria ao Palácio do Planalto na tentativa de influenciar a escolha do novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Pensando na troca do ministro Celso de Mello do Supremo, que se aposenta em novembro, juízes, parlamentares, religiosos e autoridades têm frequentado o gabinete do presidente Jair Bolsonaro a fim de indicar a ele um nome para ocupar a vaga do decano no STF. No entanto, presidente já deixou claro que vai indicar uma pessoa de sua inteira confiança para a corte. “Vou indicar alguém que tome cerveja comigo no fim de semana”, esclareceu Bolsonaro.

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EU QUE MANDO

O novo presidente do Banco do Brasil, André Brandão, foi escolha pessoal do presidente Jair Bolsonaro. Tanto que nenhum ministro, muito menos o da Economia Paulo Guedes, comentou sobre a troca. Tudo aconteceu no mais fiel estilo do “quem manda sou eu”. Brandão tomará posse administrativa na sede do banco, em Brasília, mas não haverá solenidade. Está confirmada apenas assinatura de documentos. Brandão tem uma carreira de mais de 30 anos no mercado financeiro, atuando principalmente com o atacado do setor bancário.

RUSGA DO MOURÃO

A intenção do vice-presidente, Hamilton Mourão, de unificar em uma única agência os serviços de fiscalização ambiental não agradou técnicos do Instituto nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Mourão declarou que os sistemas Prodes e Deter são bons, no entanto, não são os melhores. A intenção do geral é ter algo parecido com o que existe nos Estados Unidos. Mourão justifica que haverá mais eficiência e menor custo. Enfim, a rusga está criada.

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DEU ERRADO

Depois de obter o sinal verde de Jair Bolsonaro para criar um programa alternativo ao Renda Brasil, incluindo o projeto na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Pacto Federativo, o senador Marcio Bittar (MDB-AC) não encontra espaço fiscal para um benefício de, pelo menos, R$ 300, como o presidente da República quer, porque poderá custar mais de R$ 100 bilhões por ano. A conta não fecha sem estourar o teto de gastos, lembram especialistas. Não à toa, o relatório que o parlamentar prometeu apresentar ontem não estava concluído, de acordo com interlocutores que estiveram com o emedebista.

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