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OPINIÃO DO DIA: A hora é de união, greves agora não!

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Esse é o Brasil herdado dos anos nebulosos da administração petista.

A mais deplorável das cenas, é que “OS DEPUTADOS E SENADORES DO FAMIGERADO CENTRÃO”, se uniram com estes homens e mulheres de vermelho, de maneira uníssona, alinhando posições e discursos para legarem ao nosso país o verdadeiro caos social.

O tal Centrão é uma seita instalada no Congresso Nacional movida apenas por seus interesses pessoais, deputados e senadores do chamado baixo clero, comandam, articulam e se unem com um só objetivo: se locupletarem de alguma forma.

Ávidos e insaciáveis por emendas, cargos, e postos de controle, encontraram na aprovação da Reforma da Previdência um instrumento de barganha para seus pouco ortodoxos pleitos.

As negociações do governo que não contemplam o famoso “toma lá dá cá”, tão utilizado no passado, tentou ser substituída por amor à pátria amada, respeito ao contribuinte, olhos voltados para a população.

Contudo, o CENTRÃO fez o teatro que apoiava para platéia e holofotes e nos bastidores faziam o jogo que mais são mestres, o da traição, dissimulação, mentiras e cafajestices.

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Continuo achando que os nobres políticos estão testando paciências e brincando com fogo.

Na história política do Brasil, não se via tanto esclarecimento, apoio e aprovação de seguimentos da sociedade como neste momento crucial para reformar o futuro do Brasil.

A consciência da necessidade de medidas é nacional, ampla e irrestrita, alguém ainda tem dúvidas?

As repercussões deste jogo de interesses, que tenta flexibilizar o modelo de condução política do governo federal, começa a surtir movimentos nos Estados.

Sindicatos e associações das mais diversas começam a se mobilizar para tentar parar o país com greves e manifestações a fim de ampliar seu suposto poder de barganhas e de ter seus pleitos atendidos.

Aqui em Mato Grosso, mesmo diante da cabal demonstração do governador Mauro Mendes (DEM), e o empenho de sua gestão, no sentido de viabilizar a administração herdada de forma caótica de seus antecessores, o Sintep e seus dirigentes, marcam greves e começam a agitar o cenário na ânsia de tumultuar o processo de recuperação do Estado.

Mais uma vez, pedem o impossível para o momento, aumentos, reposições, RGA e tantas outras impossibilidades de cessões neste momento.

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Nenhuma sensibilidade, demonstração de boa vontade, paciência ou crédito a um governo com cinco meses apenas a frente da máquina. Uma irresponsabilidade coordenada para desestabilizações.

Vale lembrar que a categoria, foi de forma irresponsável nos governos passados, levada a crer que estavam navegando em águas tranquilas, quando na verdade a situação caminhava silenciosa e camufladamente para o desastre do desequilíbrio econômico estadual que, com o andar da embarcação, seria inevitável.

Décimo terceiro sem pagamento, salários atrasados, fornecedores sem receber, veículos recolhidos, caixa raspado, será que o que tem sido feito e demonstrado até agora não dão credito ao governador e sua equipe à classe do funcionalismo?

O estado não aguenta, não pode e não vai suportar nenhuma concessão irresponsável, tampouco compromissos levianos ou de falsa politicagem.

Mostrar, provar, abrir os números e ser transparente tem sido a tônica deste governo. A hora é de união, não de manifestação!

JPM – João Pedro Marques é advogado e jornalista, com escritórios em Brasília e Mato Grosso.

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TCU confirma informações de falsificação na troca do BRT pelo VLT em 2011

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OTribunal de Contas da União (TCU) confirmou que a substituição da escolha do BRT pelo VLT, em 2011, feita pela gestão do Governo de Mato Grosso à época, ocorreu por meio de um laudo falsificado.
A decisão do TCU que confirmou a adulteração foi dada em 2014 pelos ministros Walton Rodrigues, Aroldo Cedraz, Benjamin Zymler, Raimundo Carreiro, José Múcio Monteiro, Bruno Dantas, Marcos Bemquerer Costa e André Luís de Carvalho.
O esquema foi descoberto pela Procuradoria da República do Distrito Federal, que enviou representação sobre o caso à Corte de Contas.
De acordo com o MPF, a adulteração ocorreu no bojo de um processo que tramitava no Ministério das Cidades, órgão que estava com a responsabilidade de avaliar se acatava ou não a mudança do BRT pelo VLT para atender às necessidades de mobilidade da Baixada Cuiabana para a Copa do Mundo de 2014.
Vale lembrar que o próprio ex-governador Silval Barbosa, em sua delação premiada, confirmou que o projeto inicial era implantar o BRT, mas houve a troca de modal para viabilizar recebimento de propina na ordem de R$ 18 milhões.
O MPF narrou ao TCU que duas servidoras do Departamento de Mobilidade Urbana do Ministério do Ministério das Cidades (Demob), Luiza Vianna e Crsitina Soja, retiraram do processo administrativo uma nota técnica produzida pelo analista de infraestrutura do ministério.
Nessa nota técnica, o analista se manifestou de forma contrária à alteração do BRT pelo VLT, tendo em vista critérios como a impossibilidade de entregar a obra dentro do prazo e outras irregularidades contidas nas estimativas de custos feitas pelo Governo de Mato Grosso.
As duas servidoras, que eram chefes do analista, exigiram que ele modificasse a nota técnica para ficar “em sintonia com a decisão do governo”. Como o analista se recusou, elas produziram novo documento favorável ao VLT “e o inseriram no processo em substituição à peça elaborada pelo analista”.
“Essa nova nota técnica apresenta a mesma numeração da anterior e apresenta data retroativa de 8/9/2011, embora, segundo o Ministério Público, tenha sido produzida posteriormente, em data incerta entre os dias 14 e 26/10/2011”, diz trecho da representação.
A troca de laudos foi confirmada pelas próprias servidoras durante reunião na Demob, cujo áudio foi levado à mídia. Elas foram advertidas em processo administrativo disciplinar e respondem a uma ação de improbidade pelos fatos.
Para o ministro relator do caso no TCU, Walton Rodrigues, é “inegável” a gravidade dos ilícitos cometidos pelas servidoras.
“A nova peça técnica foi preparada pela servidora Cristina Maria e contou com o “de acordo” da servidora Luiza Gomide, no propósito de transparecer o fato desse documento haver sido elaborado pelo Departamento de Mobilidade Urbana antes da decisão que aprovou a nova matriz de responsabilidades para a Copa do Mundo FIFA 2014″.
Rodrigues registrou que Cristina e Luiza violaram a integridade do processo administrativo e dos motivos que fundamentaram a troca do modal.
“Tal norma era ou, pelo menos, deveria ser de conhecimento dos agentes públicos, sobretudo por ocuparem cargos de direção e de gerência. Ao terem potencial consciência da ilicitude, era-lhes exigível conduta diversa […] Assim, a subtração de documento avilta o princípio do controle ao ocultar informações essenciais ao exame da regularidade dos atos administrativos, sobretudo em relação aos aspectos da economicidade, eficiência, eficácia e efetividade”, afirmou.
O ministro votou por condená-las à multa de R$ 2,4 mil e foi acompanhado pelos demais membros.

Fonte: SECOM/MT

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