É lançado projetos culturais e 13º Festival de Siirri, e reforça incentivo às tradições cuiabanas

Da redação (com informações da assessoria)

 

 

 

 

“Valorizar nossas raízes para que elas se mantenham vivas nos corações cuiabanos, principalmente dos mais jovens, que serão os que estarão à frente, daqui alguns anos, da Capital calorosa”. Foi com essa frase de “avivamento”, que o prefeito Emanuel Pinheiro iniciou a solenidade de dois importantes lançamentos culturais, na noite desta quinta-feira (2), no Museu do Rio, um dos espaços culturais mais tradicionais de Cuiabá.

Na ocasião, o chefe do Executivo Municipal anunciou os 51 projetos culturais, que foram selecionados e aprovados para 2019, destacando o diferencial deste processo, onde as ações serão descentralizadas, chegando às quatro regiões da Capital, oportunizando mais acesso à cultura aos menos favorecidos.

“Vamos levar cultura à toda cidade, com o desenvolvimento desses belíssimos projetos culturais, que englobam vários eixos, em diversos segmentos, descentralizando essas ações aqui da área central e chegando à áreas periféricas, onde se encontram aqueles que mais precisam do poder público. Só tenho a agradecer e dizer para o meu povo, que enquanto eu for prefeito, vou lutar para que recebam o melhor e suas vidas sejam dignificadas”, expressou.

Os 51 projetos aprovados em fevereiro deste ano, abrangem sete segmentos culturais, que serão desenvolvidos ao longo do ano, sendo eles nas esferas Audiovisual, Patrimônio Histórico, Cultura popular, Folclore e Artesanato, Artes Cênicas, Artes Visuais, Música, e Literatura e Humanidade.

FESTIVAL DE SIRIRI

Pinheiro também divulgou a retomada do Festival de Siriri, que neste ano terá a vem em sua 13ª edição, presentear a Cuiabá dos 300 anos com o que há de mais lindo de suas tradições.

“Estou muito feliz com toda essa festa, que estamos realizando nesse marco de três séculos de história da minha amada Cuiabá. E neste momento, valorizar nossas raízes, por meio do resgate de importantes eventos, que ficaram esquecidos durante anos, é manter viva essa essência de um povo hospitaleiro, receptivo. Sem contar, que o Siriri nunca foi tão lembrado quanto agora, como o Flor Ribeirinha sendo destaque internacional, nos orgulhando mais ainda de sermos filhos desta terra”, acrescentou.

O tradicional Festival acontecerá durante três dias do mês de maio – 17, 18 e 19 -, no Espaço Liu Arruda, no Museu do Rio. O evento terá participação de oito grupos provenientes dos diversos quintais da ‘cuiabania’. São eles: Flor Ribeirinha, Flor do Campo, Flor do Atalaia, Flor do Cerrado, Raízes Cuiabanas, Coração Franciscano, Voa Tuiuiú e São Gonçalo Beira Rio.

“O prefeito nos determinou que tudo fosse desenvolvido com a máxima qualidade. Para isso, ele não mediu esforços e destinou recursos da Fonte 100, em um ato histórico também, para que pudéssemos (e tivéssemos) condições de trabalhar ações pautadas na cultura, que atendessem as necessidades e anseios da população e dos nossos artistas. Nos pediu também que tudo tivesse a máxima transparência e que envolvem a todos no processo, onde tanto os munícipes, como a classe artística estivessem presentes, debatendo e agregando com suas ideias, reforçando, assim, a base dessa gestão, que é de ‘uma administração construída junto com todos e de portas abertas’. E hoje, nesse ato histórico, comemoramos o alcance dessas metas e lançamos essas duas importantes ações culturais”, frisou o secretário de Cultura, Esporte e Turismo, Francisco Vuolo.

Todas as fases do processo dos projetos culturais, desde a seleção até a aprovação, foram realizadas pelo Conselho Municipal de Cultura, envolvendo os membros de cada segmento – que tem a prerrogativa para exercer esse papel amparado pela Lei nº 273/11.  Este ano, o Município destinou um recurso de R$ 2.099,700 do Fundo Municipal de Apoio ao Estímulo à Cultura, para que essas ações pudessem ser desenvolvidas na Capital. Nisso, para cada segmento cultural, foi destinado o valor de R$ 300 mil. Este valor é distribuído por cada segmento e seus projetos, que podem ser coletivos ou individuais.

“Todo esse novo contexto de valorização das ações culturais, principalmente, quando falamos em levá-las para os bairros periféricos, traz o sentido de que, realmente, o processo está se concretizando, e não só a classe artística vai ganhar com isso, mas toda a população. E mais importante, levar essas ações para todos os “cantos” da cidade, oportunizando o acesso à leitura para as pessoas”, disse a contadora de histórias Alice de Oliveira, umas das preponentes aprovadas, com o projeto “III Contos do Mato –  Arena Literária 300 Anos”.

Já para o desenvolvimento do Festival de Siriri, foi destinado um recurso de R$ 350 mil. Esse recurso, oriundo da Fonte 100, cobrirá gastos de serviços como: assessoria jurídica, produção, licenças, contratação de empresas de iluminação, tendas, praça de alimentação, contratação de artistas locais para shows, locação de arquibancadas, decoração e ajuda de custo para os grupos de Siriri participantes, ajuda de custo para os grupos.

“Estamos, e falo em nome de todos os grupos, muito gratos por esse resgate e a confiança de deposita em nós, para mover essa festa linda, que será a retomada do Festival, o prefeito vem mostrando muito amor pelas nossas tradições e valorizando os artistas locais. Isso é de extrema importância para nossa classe, que por muito tempo ficou esquecida, abandonada pelos governantes”, declarou Domingas, Líder e fundadora do Grupo Flor Ribeirinha.

O público presente na solenidade, foi presentado com várias apresentações, incluindo os grupos d Siriri e artistas locais, que entoaram clássicas canções da terra calorosa.

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