ALERTA: Pacote do governo não agrada caminhoneiros, que já falam sobre greve em maio. Confira outras informações na coluna JPM desta quinta-feira (18)

POSSIBILIDADE

Caminhoneiros não ficaram satisfeitos com o pacote de medidas anunciadas pelo governo Jair Bolsonaro para ajudar a categoria. Nos grupos de WhatsApp, o plano foi visto como uma “cortina de fumaça”, uma forma de protelar uma possível greve dos motoristas. Alguns já falam, com exaltação, em nova paralisação em 21 de maio – exatamente um ano depois da greve que paralisou o País – caso a situação não melhore.

 

RECLAMAÇÕES

Os caminhoneiros afirmam que não estão pedindo dinheiro para o governo, mas sim melhores condições de trabalho. Nas discussões, eles afirmam que soluções como a linha de crédito para manutenção do caminhão, com taxas menores, já foi testada em outras ocasiões, mas não são colocadas em prática. Eles citam o cartão-caminhoneiro para compra de combustíveis, que não funciona para todo mundo.

DEFESA

Com possibilidade de ficar cada vez mais isolado dos poderes, em Brasĩlia, o presidente do STF, Dias Toffoli, em entrevista concedida na manhã desta quinta-feira à Rádio Bandeirantes, negou que a Suprema Corte brasileira tenha imposto censura à revista Crusoé. Na sua avaliação, a instituição apenas se defendeu de ataques e notícias que ele classifica de inverídicas.”Hoje sou presidente da Corte, querem atingir o STF, por isso temos de ter defesa, não podemos deixar o ódio entrar na nossa sociedade”, destacou o ministro.

 

CONGRESSO POUPADO

Fontes políticas comentam nos bastidores, que  a investigação aberta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar ameaças e a disseminação de notícias falsas contra integrantes da Corte e seus familiares vai poupar deputados federais e senadores,  A “blindagem” dos parlamentares é uma forma de preservar o STF de mais ataques e de novos atritos com o Congresso Nacional.

 POLITICA NERVOSA

A próxima semana promete ter um quadro político recheado de turbulência O estremecimento  das relações entre os Três Poderes nos últimos dias pode deixar sequelas na Esplanada dos Ministérios. O governo bate cabeça com o Congresso que, por sua vez, tem integrantes, ligados e com discurso alinhado ao do presidente Jair Bolsonaro, em pé de guerra com o Supremo Tribunal Federal (STF), a ponto de insistirem pela terceira vez em implementar a chamada comissão parlamentar de inquérito (CPI) da Lava-Toga para investigar magistrados. Já o Supremo está num fogo cruzado com a Procuradoria-Geral da República (PGR), embate deflagrado pela decisão do presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, de abrir inquérito para apurar ataques contra integrantes do tribunal.

ELOGIO

O presidente Jair Bolsonaro disse na manhã desta quinta-feira (18) que a mídia é necessária “para que a chama da democracia não se apague”. A afirmação foi feita durante solenidade de comemoração ao Dia do Exército, realizada na sede do Comando Militar do Sudeste, na zona sul da capital paulista.Em seu discurso, Bolsonaro elogiou a imprensa e disse esperar que “pequenas diferenças fiquem para trás”. Sem citar a recente polêmica protagonizada pelos ministros do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes,

RECADO

Bolsonaro ainda  deu recado direto à imprensa.“Prezados integrantes da mídia, em que pese alguns percalços entre nós, nós precisamos de vocês para que a chama da democracia não se apague. Precisamos de vocês cada vez mais. Palavras, letras e imagens que estejam perfeitamente emanadas com a verdade. Nós, juntos trabalhando com esse objetivo, faremos um Brasil maior, grande e reconhecido em todo o cenário mundial. É isso que nós queremos”, disse

 

FOLGA

Nesta quinta-feira (18), o Senado Federal está  fechado A direção da Câmara Federal mandou aviso geral ontem fim do dia dando ponto facultativo a servidores.Com vários temas importantes e polêmicos, o Congreesso Nacional está parado. Coisas da política.Os presidentes da Câmara e Senado, Rodrigo Maia e Alcolumbre, viajam para Lisboa onde passeiam e cumprem agenda oficial no VII Fórum Jurídico de Lisboa,organizado pela faculdade IDP, de Brasília, do ministro  Gilmar Mendes.

LAVA TOGA

Pressionado por colegas para reabrir a CPI da Lava Toga, o presidente do Senado Federal, (DEM-AP),  na volta a Brasília, será confrontado pelos seus pares para não interferir na votação em plenário, onde será decidido haverá ou não a investigação sobre atos dos ministros do Supremo.

 

 

DISPUTA ACIRRADA

Os candidatos a procurador-geral da República, o cargo mais alto do Ministério Público Federal(MPF), vão começar a disputar a eleição para a chamada lista tríplice. Estar entre os três mais votados pelos colegas é, desde 2003, garantia de ter o nome avaliado pelo presidente da República, o responsável pela nomeação. Em 2019, a história pode mudar, e essa situação ameaça a independência da Procuradoria-Geral da República(PGR), dizem especialistas.

 

MAIS EXONERAÇÃO

Nesta quinta-feira, o general Marco Aurélio Vieira  foi exonerado do cargo de secretário especial de Esporte do Ministério da Cidadania.A decisão publicada nesta quinta-feira (18) no Diário Oficial da União, Vieira foi convidado para o cargo em dezembro de 2018, após o governo federal confirmar a extinção do antigo Ministério do Esporte. A pasta passou a fazer parte do Ministério da Cidadania, chefiado por Osmar Terra (MDB-RS). Até o momento, o governo não divulgou quem será o substituto na secretaria.

LIBERDADE DE IMPRENSA

A ONG Repórteres Sem Fronteiras divulgou o ranking de liberdade de imprensa de 2019. Na edição deste ano, o Brasil perdeu três posições e agora ocupa a 105ª posição entre as 180 nações que compõem a lista.”No Brasil, desde a campanha eleitoral, a imprensa se tornou alvo para os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, tanto nas redes sociais quanto durante as coberturas”, aponta a ONG. Entre os vizinhos da América do Sul, apenas Bolívia (113), Colômbia (129) e Venezuela (148) têm condições piores de trabalho para jornalistas que o Brasil.

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