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Aula inaugural traz espetáculo que questiona imersão das crianças no mundo digital

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A MT Escola de Teatro realiza, nesta sexta-feira (08), a aula inaugural do curso superior de Tecnologia em Teatro, às 19h30, no Cine Teatro Cuiabá. A solenidade contará com apresentação da peça O Mundo de Hundertwasser, espetáculo de circo teatro que busca uma reflexão sobre como as crianças deixam de vivenciar o mundo porque estão imersas em telas digitais.

O curso superior de Tecnologia em Teatro é oferecido em Cuiabá por meio de uma parceria entre a MT Escola de Teatro, a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel). O evento contará com a presença do secretário-adjunto de Cultura, Paulo Traven, de diretores da Associação dos Amigos Artistas Amigos da Praça (Adaap) e da Associação Cultural Cena Onze, além de produtores e artistas locais.

Ministrado em quatro módulos, o curso oferece formação de tecnólogo e/ou licenciatura, neste caso se continuar os estudos por mais um ano. Após concluir a carga horária, o estudante escolhe uma das sete áreas de ênfase na qual deseja especialização: Atuação, Cenografia e Figurino, Direção, Dramaturgia, Iluminação, Sonoplastia e Produção Cultural.

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O Mundo de Hundertwasser

A peça conta a história de Branca, uma menina que nunca teve contato com a natureza e que se relaciona com o mundo pelas telas digitais. Na história, Branca se encontra com o artista Hundertwasser, que a apresenta as cores, a vida e a alegria do meio ambiente para ela.

O nome da peça é o mesmo do artista que a inspira, Friedensreich Hundertwasser (1928-2000). Ele foi um pintor, arquiteto e ativista ambiental austríaco, que trazia a natureza e a ecologia para a sua arte.

A concepção é de Raul Barretto (Parlapatões) e Helena Cerello (Cia. Le Plat du Jour), responsáveis também pelas atuações. A peça tem direção de Alvaro Assad, diretor teatral e parceiro da dupla.

Os Parlapatões

Com 28 anos de história, o grupo trabalha com comédia, circo e teatro. Além dos espetáculos, mantém um teatro para apresentação das peças e um galpão onde são realizados os treinamento de teatro e circo. Junto com outros grupos de teatro, Os Parlapatões participaram ativamente da criação da SP Escola de Teatro, cujo modelo de ensino é utilizado pela MT Escola de Teatro.

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Serviço

Evento: Aula inaugural do curso de Tecnologia em Teatro e Espetáculo O Mundo de Hundertwasser

Data: 08/03 (sexta-feira)

Horário: às 19h30

Local: Cine Teatro Cuiabá, Av. Pres. Getúlio Vargas, 247, Centro.

Ingressos: R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia) e/ou meia solidária (R$ 10 mais um litro de leite).

Classificação: livre

Mais informações: MT Escola de Teatro  e Grupo Parlapatões

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TCU confirma informações de falsificação na troca do BRT pelo VLT em 2011

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OTribunal de Contas da União (TCU) confirmou que a substituição da escolha do BRT pelo VLT, em 2011, feita pela gestão do Governo de Mato Grosso à época, ocorreu por meio de um laudo falsificado.
A decisão do TCU que confirmou a adulteração foi dada em 2014 pelos ministros Walton Rodrigues, Aroldo Cedraz, Benjamin Zymler, Raimundo Carreiro, José Múcio Monteiro, Bruno Dantas, Marcos Bemquerer Costa e André Luís de Carvalho.
O esquema foi descoberto pela Procuradoria da República do Distrito Federal, que enviou representação sobre o caso à Corte de Contas.
De acordo com o MPF, a adulteração ocorreu no bojo de um processo que tramitava no Ministério das Cidades, órgão que estava com a responsabilidade de avaliar se acatava ou não a mudança do BRT pelo VLT para atender às necessidades de mobilidade da Baixada Cuiabana para a Copa do Mundo de 2014.
Vale lembrar que o próprio ex-governador Silval Barbosa, em sua delação premiada, confirmou que o projeto inicial era implantar o BRT, mas houve a troca de modal para viabilizar recebimento de propina na ordem de R$ 18 milhões.
O MPF narrou ao TCU que duas servidoras do Departamento de Mobilidade Urbana do Ministério do Ministério das Cidades (Demob), Luiza Vianna e Crsitina Soja, retiraram do processo administrativo uma nota técnica produzida pelo analista de infraestrutura do ministério.
Nessa nota técnica, o analista se manifestou de forma contrária à alteração do BRT pelo VLT, tendo em vista critérios como a impossibilidade de entregar a obra dentro do prazo e outras irregularidades contidas nas estimativas de custos feitas pelo Governo de Mato Grosso.
As duas servidoras, que eram chefes do analista, exigiram que ele modificasse a nota técnica para ficar “em sintonia com a decisão do governo”. Como o analista se recusou, elas produziram novo documento favorável ao VLT “e o inseriram no processo em substituição à peça elaborada pelo analista”.
“Essa nova nota técnica apresenta a mesma numeração da anterior e apresenta data retroativa de 8/9/2011, embora, segundo o Ministério Público, tenha sido produzida posteriormente, em data incerta entre os dias 14 e 26/10/2011”, diz trecho da representação.
A troca de laudos foi confirmada pelas próprias servidoras durante reunião na Demob, cujo áudio foi levado à mídia. Elas foram advertidas em processo administrativo disciplinar e respondem a uma ação de improbidade pelos fatos.
Para o ministro relator do caso no TCU, Walton Rodrigues, é “inegável” a gravidade dos ilícitos cometidos pelas servidoras.
“A nova peça técnica foi preparada pela servidora Cristina Maria e contou com o “de acordo” da servidora Luiza Gomide, no propósito de transparecer o fato desse documento haver sido elaborado pelo Departamento de Mobilidade Urbana antes da decisão que aprovou a nova matriz de responsabilidades para a Copa do Mundo FIFA 2014″.
Rodrigues registrou que Cristina e Luiza violaram a integridade do processo administrativo e dos motivos que fundamentaram a troca do modal.
“Tal norma era ou, pelo menos, deveria ser de conhecimento dos agentes públicos, sobretudo por ocuparem cargos de direção e de gerência. Ao terem potencial consciência da ilicitude, era-lhes exigível conduta diversa […] Assim, a subtração de documento avilta o princípio do controle ao ocultar informações essenciais ao exame da regularidade dos atos administrativos, sobretudo em relação aos aspectos da economicidade, eficiência, eficácia e efetividade”, afirmou.
O ministro votou por condená-las à multa de R$ 2,4 mil e foi acompanhado pelos demais membros.

Fonte: SECOM/MT

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