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Milhares de pessoas optam por busca espiritual e abrem mão do carnaval

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Rafael Medeiros, da Redação

O período do carnaval brasileiro é, antes de tudo, de folga. Mas nem todo mundo está muito a fim de agitação, barulho e bebedeira.  Assim, na contramão da folia tradicional, milhares de jovens de Cuiabá e região optaram por passar os quatro dias de carnaval reunidos em momentos de reflexão e busca espiritual.

O Vinde e Vede, promovido pela cúria da Igreja Católica da Capital e, a Umadecre, encontro da mocidade das Assembleias de Deus reuniram mais de 40 mil pessoas.

O Grande Templo das Assembleias de Deus, estimou a presença de cerca de 25 mil pessoas [dia], no último final de semana.

A Umadecre com o tela ‘Eu sou de Cristo’, recebeu jovens da Cuiabá e do interior, trazendo a eles pregações e louvores, com nomes famosos no mundo gospel, como Fabiana Anastácio – SP e David Eldridge, EUA.

De acordo com o Pastor Rogério dos Anjos, lá é bem vindos jovens de qualquer expressão religiosa. Sem custos para a participação, o evento distribui gratuitamente almoço e jantar aos frequentadores.

“Nosso objetivo, além de reunir a juventude da igreja, é convidar a todos jovens a participar, evitando contato com drogas e com tudo de ruim que ouvimos falar no carnaval. Queremos mostrar a importância de aprender a servir a vontade de Deus, por isso estão todos convidados, seja de qualquer credo, ateu ou atoa”, brinca.

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O evento segue até a última terça-feira (5) [veja programação no final da matéria].

Apenas para o Vinde e Vede, que acontece no Memorial Papa João Paulo II (Sesi Papa), são esperados até terça feira (5), mais de 30 mil pessoas.

O evento chega a sua 33º edição com missas, pregações e apresentações teatrais. O encontro tem entrada gratuita.

“É um encontro de espiritualidade no qual buscamos encontrar a Jesus, sentir e entender o seu chamamento. Isso tem tudo a ver com o tema, ‘Deus é amor e misericórdia’ e com a campanha da fraternidade “Casa comum, nossa responsabilidade”, resume uma das organizadoras, Inês Pereira Vaz.

Para garantir a segurança durante as duas comemorações, ações da Secretaria de Segurança Pûblica, (Sesp) e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), mobilizam centenas de profissionais como policiais civis, militares, bombeiros e fiscais de trânsito para que as manifestações aconteçam com tranquilidade.

Programação vinde e vede:

 

Segunda-feira (4)

14h – Acolhida

15h – Pregação com Padre Laurent

16h10 – Adoração ao Santíssimo Sacramento

17h10 – Intervalo

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17h30 – Entrada dos andores de Nossa Senhora

18h – Grande Cenáculo Mariano – Atos de Consagração

19h – Santa Missa presidida por Dom Milton

21h30 – Espetáculo Família

21h45 – Encerramento

 

Terça-feira (5)

10h – Grupo de Oração e Louvor

11h – Pregação –“Eu e minha casa serviremos ao Senhor com Pe. Ivan, CN

12h – Intervalo

13h30 – Santo Terço

14h – Animação/Coreografia

14h30 – Pregação – A Fé que sustenta a Família com Rodrigo Ferreira

16h – Intervalo e Coreografia

16h20 – Louvor

17h – Pregação – Jesus, Maria e José, Minha Família Vossa é com Rodrigo Ferreira

18h20 – Consagração

18h30 – Intervalo

19h – Espetáculo Família

19h20 – Louvor

19h40 – Santa Missa presidida por Dom Milton e Abertura da Campanha da Fraternidade

21h – Adoração ao Santíssimo Sacramento.

(Informações OBDN)

 

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Brasil cria 249 mil empregos formais em agosto, mas saldo do ano é negativo

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Por Bernardo Caram |O mercado de trabalho no Brasil criou 249 mil vagas de emprego com carteira assinada em agosto. O saldo acumulado no ano, porém, ainda é negativo em 849 mil.

Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), apresentados nesta quarta-feira (30) pelo Ministério da Economia, mostram que o país teve 1,239 milhão de contratações formais e 990 mil desligamentos em agosto.

O mercado de trabalho sofreu um tombo com a crise provocada pelo novo coronavírus. Os efeitos foram sentidos a partir de março, quando foi decretada a pandemia e políticas de isolamento fecharam comércios e empresas nas cidades.

Abril teve o pior saldo da crise sanitária, com menos 934 mil vagas. Depois, os números seguiram negativos, com menor intensidade, em maio (-359 mil) e junho (-22 mil).

No mês de julho, o dado voltou para o azul, com 141 mil novas vagas. A evolução dos dados até agosto mostram, portanto, uma gradativa melhora no mercado formal.

O governo argumenta que programas emergenciais evitaram dados piores de emprego na pandemia. Uma das medidas citadas é a que permitiu a suspensão de contratos e redução de jornadas e salários após acordo entre patrão e trabalhador.

Até o momento, 18,4 milhões de acordos desse tipo foram firmados por aproximadamente 1,4 milhão de empresas. O total de trabalhadores atingidos é de 9,7 milhões –muitos foram impactados por mais de um acordo.

Nesta quarta-feira, o IBGE divulgou a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, que também traz dados do emprego, mas com metodologia e abrangência diferentes.

O Caged mede efetivamente quantos empregos com carteira assinada foram criados ou fechados no mês. O levantamento do IBGE, por sua vez, é uma pesquisa feita nos domicílios que estima o número de pessoas em empregos formais e informais, além de desempregados e desalentados (que gostariam de trabalhar, mas não buscaram emprego).

A pesquisa mostrou que o desemprego bateu recorde no trimestre encerrado em julho, atingindo 13,8%. Isso representa 13,1 milhões de pessoas na fila do emprego.

Em julho, o secretário de Política Econômica do governo, Adolfo Sachsida, disse à Folha de S.Paulo que os dados oficiais de emprego não estavam captando a real situação do mercado de trabalho e que os índices de desemprego dariam um “repique grande” em setembro. A avaliação acabou se concretizando.

Com a flexibilização do isolamento no país, muitos trabalhadores voltaram a procurar um emprego e passaram a figurar nas estatísticas oficiais dos desocupados do país. O IBGE só considera desempregado quem está em busca de uma ocupação. Com o isolamento social e o auxílio emergencial, alguns optavam por adiar a procura.

Fonte: Folhapress – São Paulo
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