Flanelinha é preso e confessa que matou mulher a tesourada no Centro de Cuiabá

Rafael Medeiros Da Redação

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), prendeu o suspeito de matar uma mulher, na madrugada de terça-feira (27.11), na região central de Cuiabá. O suspeito, Denivaldo Albino da Silva, 41 anos, foi preso em flagrante nesta quarta-feira (28) e foi autuado no crime de feminicídio.

O corpo da vítima do sexo feminino foi encontrado no chão, trajando short jeans e blusa branca. Ela encontrava-se descalça e caída na calçada da avenida Presidente Marques, próximo ao colégio Liceu Cuiabano. Ela estava sem documentação e ainda não foi identificada.

A vítima apresentava uma perfuração pequena nas costas, região escapular, provocada possivelmente por uma tesoura, a qual o suspeito confessou ter usado. Ele foi preso na posse de uma bolsa e um guarda chuva que usava na noite do crime. Com ele também foi encontrado uma tesoura pequena de ponta fina.

O delegado Frederico Murta contou que imagens colhidas pela equipe da investigação em vários pontos da localidade mostram o crime cometido por um homem alto, gordo, de cabelos compridos e barba.

Com base nas imagens, os policiais encontraram o suspeito na mesma localidade do crime, na praça Santos Dumont da Avenida Getúlio Vargas, onde costuma tomar conta de carros.

O suspeito, conhecido como “Barba”, quando localizado nesta tarde estava cabeça raspada e barba feita. Em interrogatório, contou que contratou a mulher para fazer um programa. Ambos estavam sob efeito de drogas, momento que a mulher tentou a roubá-lo, alegando que iria chamar o marido.

O preso disse que achava que a mulher tinha armado contra ele, então pegou uma tesoura e desferiu um golpe nas costas dela. “As imagens mostram eles discutindo e em luta corporal, chegando o suspeito a pisar na vítima. Ele pesa cerca de 100 quilos e ela muito miuda e magra. Depois ele chega por trás e efetua um golpe nas costas dela. A perfuração atingiu um dos órgãos  que fez a vítima vomitar todo o sangue do corpo”, disse o delegado.

O corpo encontra-se Instituto Médico Legal (IML) para procedimentos de necrópsia e identificação.

 

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