Mesmo preso, Lula lidera as intenções de voto da pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta segunda-feira (20)

PESQUISA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à eleição presidencial, lidera as intenções de voto da pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta segunda-feira (20). Lula tem a preferência de 37,3% dos eleitores ouvidos na pesquisa estimulada. Dessa parcela, 17,35% disseram que votariam em Fernando Haddad, candidato à vice-presidência na chapa petista, caso Lula não possa disputar a eleição.Em segundo lugar, Jair Bolsonaro (PSL) registrou 18,3% das intenções de voto na pesquisa estimulada. Na sequência, aparecem Marina Silva (da Rede, com 5,6%), o candidato do PSDB Geraldo Alckmin (4,9%) e Ciro Gomes, com 4,1%. Alvaro Dias (Podemos) tem 2,7% e os outros candidatos não chegaram a pontuar 1%.

REPROVAÇÃO DE TEMER

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à eleição presidencial, lidera as intenções de voto da pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta segunda-feira (20).O presidente da República, Michel Temer, é reprovado por 89,6% da população, de acordo com pesquisa do instituto O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à eleição presidencial, lidera as intenções de voto da pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta segunda-feira (20).MDA, em parceria com a Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgada nesta segunda-feira, 20. Na pesquisa anterior, realizada em maio deste ano, a reprovação era menor, de 82,5%.A aprovação do presidente caiu e passou de 9,7% para 6,9%. Outros 3,5% responderam que não sabem ou não quiseram responder, ante 7,8% da consulta anterior.

RELATOR
O ministro Roberto Barroso, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), vai relatar o processo de registro da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e também apreciar todas os pedidos de impugnação apresentados até o momento para impedir o petista de concorrer novamente ao Palácio do Planalto.Barroso ficará com sete impugnações de Lula, porque já constam do processo de registro três pedidos para barrar o ex-presidente: um do Ministério Público Eleitoral; outro da coligação liderada pelo candidato do PSL ao Planalto, Jair Bolsonaro; e mais um do partido Novo.

AUXÍLIO MORADIA

Relator das ações que tratam do pagamento de auxílio-moradia no Judiciário, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou ao Estado que pretende liberar o tema para julgamento “em breve”. As ações aguardam há dois meses um encaminhamento depois de a Advocacia-Geral da União (AGU) ter informado que não chegou a um acordo na conciliação aberta por determinação do próprio relator.O julgamento das ações estava marcado para o dia 23 de março, mas foi suspenso na véspera porque Fux resolveu atender a um pedido da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e enviar o caso para a conciliação. “Eu vou deliberar. Mas certamente ainda não liberei porque deve haver alguma pendência de algum despacho”, disse Fux, sem esclarecer qual era a pendência.

OPINIÃO

Uma entrevista do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB) causou alvoroço nas redes sociais. Nela o cacique tucano afirmou que, em um eventual segundo turno na disputa pelo Planalto sem a presença do presidenciável tucano Geraldo Alckmin, ele não descartaria uma aliança com o PT para derrotar Jair Bolsonaro (PSL).“Eu espero que o PSDB vá para o segundo turno. O PT deve esperar a mesma coisa, eu não sei o que vai acontecer. Agora, eu nunca fechei portas para nenhum tipo de relacionamento com partidos. Dependendo das circunstâncias, não teria nenhuma objeção quanto a isso”, destacou.

ESTRATÉGIA

Apesar da determinação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), candidatos estão escondendo a legenda à qual pertencem nos santinhos e vídeos divulgados nas redes sociais e em grupos de WhatsApp. Peças publicitárias dos presidenciáveis Henrique Meirelles (MDB), Geraldo Alckmin (PSDB), Ciro Gomes (PDT) e Jair Bolsonaro (PSL) omitem as informações. O TSE determina que a propaganda, “qualquer que seja sua forma ou modalidade, mencionará sempre a legenda”. Na majoritária, é preciso incluir o nome da coligação e os partidos que a compõem.

TENDÊNCIA
Maioria do eleitorado brasileiro, as mulheres continuam representando uma parcela minoritária nas eleições 2018. Mesmo com uma reserva específica de recursos para as campanhas deste ano, o número de candidatas praticamente não se alterou e a proporção oscilou negativamente em relação a 2014. Dados do TSE mostram que há, em 2018, 8,3 mil candidatas, o que representa 30,64% do total. Em 2014, eram 8,1 mil, ou 31,1% de todas as candidaturas. Os números ainda serão consolidados pelo TSE até esta segunda-feira (20), mas a tendência deve se manter

SUB-REPRESENTAÇÃO
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, disse, na manhã desta segunda-feira, 20, que “há uma verdadeira sub-representação feminina na política brasileira”. Empossada na semana passada para chefiar o TSE, Rosa criticou a baixa representação feminina nos espaços de poder, frente a maioria de mulheres no eleitorado.Segundo a ministra, dos pedidos de registros de candidatura realizados para o pleito de 2018, apenas 30,7% são de mulheres.

PESQUISA
O Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional de Justiça (DPJ/CNJ) passará a desenvolver pesquisas de interesse do Poder Judiciário brasileiro. A reunião, que ocorreu no Conselho de Justiça Federal, em Brasília, teve o objetivo de analisar os resultados parciais dos trabalhos, que deverão ser finalizados até o fim do ano e apresentados em seminário. As pesquisas foram encomendadas pelo CNJ.

ELEICAO DF
A eleição no Distrito Federal começa pulverizada e com um terço dos eleitores afirmando que votarão em branco ou nulo.Quatro candidatos aparecem embolados em primeiro lugar nas pesquisas de opinião. Segundo levantamento do Instituto Opinião Política, o atual governador, Rodrigo Rollemberg (PSB), ocupa a primeira posição, com 12,3%. Logo em seguida, a ex-deputada distrital Eliana Pedrosa (Pros) possui 12,1%. Ela foi vice na chapa do ex-governador José Roberto Arruda (PR), barrada em 2014 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com base na Lei da Ficha Limpa.

 

 

FRASE DO DIA

 

“Peço licença para cumprimentar os presentes na figura desta jurista formidável que é a ministra Cármen Lúcia, que com mão firme conduziu o Supremo Tribunal Federal construindo uma pauta de julgamentos que interessa aos mais frágeis e ao fortalecimento da democracia no Brasil”, disse Raquel. “Veremos pelos próximos anos, de modo muito particular, os efeitos da pauta que ela construiu ao tempo em que exerceu a presidência do Supremo Tribunal Federal”, A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou em um seminário no STF (Supremo Tribunal Federal), na manhã desta segunda-feira (20),

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