Por que mudar?

Temos que sermos inteligentes. Ninguém se preocupa com os seus esforços. Apenas com os seus resultados. Para um político correto e honesto você caminhará ao seu lado como um líder enquanto para o desonesto corrupto você será avaliado pelo valor de agregar votos a ele com promessas mediante paga ou cargo.

 

Essa é a diferença. E depois ele irá atrás desse “investimento” de todas mas maneiras possíveis.

 

Os brasileiros testemunharam ao longo dos últimos meses várias tentativas do Congresso Nacional em sabotar a Operação Lava Jato. Tanto no Senado quanto na Câmara dos Deputados, ocorreram várias tentativas de contrariar os interesses da sociedade. A atual geração de políticos está quase toda comprometida com a cultura da corrupção que tem prevalecido no país ao longo das últimas décadas.

Esta será uma eleição rápida, privilegiando quem tem mandato eletivo

Para continuarem no poder, os políticos estão legislando em causa própria, visando blindar seus interesses. Não há como confiar num Congresso que vira e mexe, tenta aprovar algum absurdo na base do “vai que cola”, enquanto a população precisa ficar permanentemente em estado de alerta e ter que ir para as ruas praticamente todas as semanas tentar impedir que projetos absurdos prosperem na Câmara ou no Senado.

 

Este geração de políticos está apodrecida, carcomida pelos vícios das ilicitudes com que vêm manejando seus interesses nos últimos tempos. Alguns em pleno século ainda tentando emplacar filhos e netos na famigerada FAMILIOCRACIA. Outros com promessas de Cargos, Apoio Financeiro, até mesmo cestas básicas. E isso começa também pelo eleitor com sua descrença política e o famoso jeitinho brasileiro de tentar levar vantagem em tudo.

 

Um ou outro se salva em meio as centenas de deputados e as dezenas de senadores, O Brasil pode não ter uma boa opção para a Presidência da República em 2018, mas é certo que existem pessoas honestas nas cidades perfeitamente capazes de substituir os abutres no Senado, na Câmara dos Deputados e nos governos estaduais.

 

A média histórica de renovação da Câmara é de 49%. Do Senado, 50%. A mudança disso depende de nossa mobilização em prol da renovação política. Se cada um e cada uma fizer sua parte a história pode ser bem diferente e as velhas raposas podem ser retiradas do poder.

 

Esta será uma eleição rápida, privilegiando quem tem mandato eletivo e já vem há 4 anos viajando os 4 cantos do Estado, aos novos que representam a renovação que o povo deseja resta as redes sociais e as “vakinhas eletrônicas” permitida pela atual legislação eleitoral algo mais ligado a sorte que competência pois o eleitor como já mencionado perdeu a Fé na política.

 

Resta aos bons, conscientes, líderes, liderarem articulação frente aos servidores públicos, área privada, produtores e empreendedores a vida pregressa de todo e qualquer candidato e exercer o voto consciente.

 

Nesse ano de escolhas, a questão de escolher camionhos e atalhos é por onde se escolhe andar.

 

Quando era criança, meus pais sempre diziam: “Caminhos, meu filho, existem vários. Escolha aquele da honestidade. Esse não atola.

 

MAX CAMPOS é servidor público estadual do INDEA-MT

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