Cotidiano

Pós-operatório de 30 dias será no Ginásio Olímpico de Sinop

Publicado

na

O atendimento dos pacientes pré-agendados para a APAE serão transferidos para o ginásio.

O atendimento pós-operatório de 30 dias dos pacientes submetidos à cirurgia de catarata na 14ª edição da Caravana da Transformação serão realizados no Ginásio Olímpico José Carlos Paga, em Sinop. As consultas ocorrem entre os dias 03 e 06 de julho, a partir das 5h. Os atendimentos dos pacientes previamente agendados para pós-operatório na sede da APAE Sinop serão transferidos para o ginásio. Para ser atendido, o paciente precisa apresentar documento de identificação e o comprovante de agendamento.

A avaliação de 30 dias é a última etapa do acompanhamento pós-cirúrgico oferecido pela Caravana para que os pacientes recebam alta médica. Neste atendimento, são avaliados a cicatrização e a evolução de cada um por meio de uma série de exames clínicos. Além disso, os atendidos recebem orientações sobre cuidados necessários para a recuperação completa.

Caso não recebam alta médica, os pacientes continuam sendo acompanhados pelo programa do Governo do Estado por meio da unidade fixa da Caravana da Transformação, localizada em Várzea Grande. Os paciente também podem contar com o canal de atendimento para registro de dúvidas ou intercorrências pelo telefone 0800 770 7011. A central funciona de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h, horário de Brasília, e a ligação é gratuita.

Leia Também:  Prazo para pagamento do processo seletivo da SMS termina nesta segunda-feira (26)

14 edições

Em 14 edições, a Caravana da Transformação atendeu mais de 350 mil cidadãos mato-grossenses e realizou 66.409 cirurgias oftalmológicas. Destas, mais de 52 mil só de catarata. A Caravana da Transformação de Sinop ocorreu entre os dias 21 de maio e 02 de junho. Durante esse período, mais de 18 mil pessoas passaram pelo estacionamento do Estádio Gigante do Norte.Foram 4.281 consultas oftalmológicas, que resultaram em 5.165 cirurgias, sendo 4.170 de catarata, 513 de pterígio e 464 de yag laser.

A programação contou também com serviços de cidadania, entre dos dias 23 e 26 de maio, com emissão de 1ª e 2ª vias de documentos de identificação, CPF, certidões de nascimento,óbito e casamento, cadastro em programas sociais e outros. Mais de 20 mil atendimentos foram realizados (saiba mais aqui). Além disso, foram ofertados exposições, atividades culturais e educativas, cursos e exposições.

Nesta edição foram atendidos moradores de Sinop, Sorriso, Cláudia, Feliz Natal, Santa Carmem, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Lucas do Rio Verde, Nova Maringá, Nova Mutum, Nova Ubiratã, São José do Rio Claro, Santa Rita do Trivelato, Tapurah, Vera, Diamantino, Tabaporã, União do Sul, Nova Santa Helena, Terra Nova do Norte, Colíder, Guarantã do Norte, Marcelândia, Novo Mundo, Peixoto de Azevedo e Apiacás.

Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cotidiano

Mato Grosso registra 100 mortes de crianças indígenas

Publicado

na

Com base na Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011), o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) obteve dados oficiais relativos à mortalidade na infância relativos a mortes de crianças indígenas de 0 a 5 anos.

Os dados parciais dão conta da morte de 825 crianças. Destas, 100 óbitos em Mato Grosso.

Os demais óbitos foram nos estados do Acre (66), Alagoas (3), Amazonas (248), Amapá (9), Bahia (16), Ceará (3), Maranhão (29), Minas Gerais e Espírito (24), Mato Grosso do Sul (51), Pará (49), Paraíba (4), Pernambuco (17), Paraná (11), Rio Grande do Sul (18), Rondônia (7), Roraima (133), Santa Catarina (7), São Paulo (6) e Tocantins (24).

Os dados fazem parte do relatório “Violência contra os povos indígenas do Brasil – 2019”.

“O maior número de mortes se deu entre crianças do sexo masculino, com 447 óbitos, sendo que os casos de crianças do sexo feminino foram 378”, apontou relatório.

O Estado do Amazonas registrou o maior número de óbitos de crianças indígenas, com 248 ocorrências, seguido de Roraima, 133 óbitos. “Mato Grosso vem a seguir, com o registro de 100 óbitos de crianças, especialmente entre o povo Xavante, com 71 mortes”, reforça.

Conforme o Cimi, as diversas mortes ocorreram por doenças tratáveis, como broncopneumonia, desnutrição, diarreia, malária ou pneumonia. Um total de 114 crianças vieram a óbito por diferentes tipos de pneumonia.

Outras 53 morreram por diarreia e gastroenterite de origem infecciosa presumível. O órgão de assistência à saúde registrou também 28 óbitos de crianças por morte sem assistência.

Fonte: Diário de Cuiabá

Leia Também:  Roupas e calçados lideram compras por impulso, diz pesquisa
Continue lendo

PUBLICIDADE

POLÍTICA

ECONOMIA

VARIEDADES

MAIS LIDAS DA SEMANA