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Brasil se mantém em segundo lugar no ranking da Fifa

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A Federação Internacional de Futebol (Fifa) divulgou hoje (12) a atualização de abril do ranking de seleções  masculinas. O Brasil continua em segundo lugar na lista, atrás apenas da Alemanha. As duas equipes lideram o ranking desde o ano passado.

O ranking anterior havia sido divulgado em março. A novidade no topo da lista é a Bélgica, que subiu da quinta para a terceira posição, antes ocupada por Portugal, que, agora, está está em quarto e a Argentina em quinto lugar.

Completam a lista dos dez melhores times, a Suíça (que subiu de oitavo para sexto), França (que passou de nono para sétimo), Espanha (que caiu duas posições e está em oitavo), Chile (que subiu de décimo para nono) e Polônia (que caiu quatro posições e está na décima posição).

De acordo com a Fifa, a seleção com melhor desempenho de março para abril foi o Quirguistão, que subiu 40 posições e agora está na 75ª colocação. Já a maior queda no ranking ficou com o Haiti, que recuou 23 posições e está na 108ª colocação.

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Dentre as 32 seleções que participarão da Copa do Mundo de 2018, na Rússia, entre junho e julho deste, a Arábia Saudita é que está na pior colocação (70º). Dos 20 melhores colocados no ranking, apenas o Chile, Holanda (19º) e Itália (20º) estão fora da Copa deste ano.

Veja a posição atualizada das seleções que participarão da Copa da Rússia:
1º Alemanha
2º Brasil
3º Bélgica
4º Portugal
5º Argentina
6º Suíça
7º França
8º Espanha
10º Polônia
11º Peru
12º Dinamarca
13º Inglaterra
14º Tunísia
15º México
16º Colômbia
17º Uruguai
18º Croácia
22º Islândia
23º Suécia
25º Costa Rica
28º Senegal
35º Sérvia
36º Irã
40º Austrália
42º Marrocos
46º Egito
47º Nigéria
55º Panamá
60º Japão
61º Coreia do Sul
66º Rússia
70º Arábia Saudita

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TCU confirma informações de falsificação na troca do BRT pelo VLT em 2011

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OTribunal de Contas da União (TCU) confirmou que a substituição da escolha do BRT pelo VLT, em 2011, feita pela gestão do Governo de Mato Grosso à época, ocorreu por meio de um laudo falsificado.
A decisão do TCU que confirmou a adulteração foi dada em 2014 pelos ministros Walton Rodrigues, Aroldo Cedraz, Benjamin Zymler, Raimundo Carreiro, José Múcio Monteiro, Bruno Dantas, Marcos Bemquerer Costa e André Luís de Carvalho.
O esquema foi descoberto pela Procuradoria da República do Distrito Federal, que enviou representação sobre o caso à Corte de Contas.
De acordo com o MPF, a adulteração ocorreu no bojo de um processo que tramitava no Ministério das Cidades, órgão que estava com a responsabilidade de avaliar se acatava ou não a mudança do BRT pelo VLT para atender às necessidades de mobilidade da Baixada Cuiabana para a Copa do Mundo de 2014.
Vale lembrar que o próprio ex-governador Silval Barbosa, em sua delação premiada, confirmou que o projeto inicial era implantar o BRT, mas houve a troca de modal para viabilizar recebimento de propina na ordem de R$ 18 milhões.
O MPF narrou ao TCU que duas servidoras do Departamento de Mobilidade Urbana do Ministério do Ministério das Cidades (Demob), Luiza Vianna e Crsitina Soja, retiraram do processo administrativo uma nota técnica produzida pelo analista de infraestrutura do ministério.
Nessa nota técnica, o analista se manifestou de forma contrária à alteração do BRT pelo VLT, tendo em vista critérios como a impossibilidade de entregar a obra dentro do prazo e outras irregularidades contidas nas estimativas de custos feitas pelo Governo de Mato Grosso.
As duas servidoras, que eram chefes do analista, exigiram que ele modificasse a nota técnica para ficar “em sintonia com a decisão do governo”. Como o analista se recusou, elas produziram novo documento favorável ao VLT “e o inseriram no processo em substituição à peça elaborada pelo analista”.
“Essa nova nota técnica apresenta a mesma numeração da anterior e apresenta data retroativa de 8/9/2011, embora, segundo o Ministério Público, tenha sido produzida posteriormente, em data incerta entre os dias 14 e 26/10/2011”, diz trecho da representação.
A troca de laudos foi confirmada pelas próprias servidoras durante reunião na Demob, cujo áudio foi levado à mídia. Elas foram advertidas em processo administrativo disciplinar e respondem a uma ação de improbidade pelos fatos.
Para o ministro relator do caso no TCU, Walton Rodrigues, é “inegável” a gravidade dos ilícitos cometidos pelas servidoras.
“A nova peça técnica foi preparada pela servidora Cristina Maria e contou com o “de acordo” da servidora Luiza Gomide, no propósito de transparecer o fato desse documento haver sido elaborado pelo Departamento de Mobilidade Urbana antes da decisão que aprovou a nova matriz de responsabilidades para a Copa do Mundo FIFA 2014″.
Rodrigues registrou que Cristina e Luiza violaram a integridade do processo administrativo e dos motivos que fundamentaram a troca do modal.
“Tal norma era ou, pelo menos, deveria ser de conhecimento dos agentes públicos, sobretudo por ocuparem cargos de direção e de gerência. Ao terem potencial consciência da ilicitude, era-lhes exigível conduta diversa […] Assim, a subtração de documento avilta o princípio do controle ao ocultar informações essenciais ao exame da regularidade dos atos administrativos, sobretudo em relação aos aspectos da economicidade, eficiência, eficácia e efetividade”, afirmou.
O ministro votou por condená-las à multa de R$ 2,4 mil e foi acompanhado pelos demais membros.

Fonte: SECOM/MT

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