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Celebrando a Páscoa

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Por: Elaine Cruz é
Pastora no Ministério Fronteira, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro; Psicóloga clínica e escolar, especializada em Terapia Familiar, Dificuldades de Aprendizagem e Psicomotricidade; Mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense; palestrante e conferencista internacional, com trabalhos publicados no Brasil e no exterior; Mestre em Teologia pelo Bethel Bible College (EUA); e membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, com oito livros publicados.

 

Com a chegada da Páscoa as pessoas já começam a listar os ovos preferidos: de chocolate branco, cobertos com amêndoas, com recheio de doce de leite ou brigadeiro? Há ovos para todos os gostos, pequenos e grandes, muito calóricos ou até light. Os mais comedidos vão guardando e comendo aos poucos ao longo dos meses seguintes, mas a maioria abre todos de uma vez, escondendo os mais gostosos pela casa para que os seus familiares não usurpem suas delícias. O almoço, preferencialmente um bacalhau bem-feito, fecha os preparativos, e todos ficam satisfeitos por terem comemorado mais uma Páscoa.

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Só que não… (como dizem os mais novos). Mais uma vez nossa sociedade de consumo deturpa o sentido desta festa, tal como faz com as comemorações de Natal. Páscoa não tem a ver com bacalhau, e muito menos com coelhinhos de olhos vermelhos, que nem ovos colocam.

Páscoa é uma festa instituída entre os judeus – Pessach – e comemora a libertação dos hebreus, que viviam como escravos no Egito. A Bíblia relata que um um cordeiro ou cabrito haveria de ser morto, seu sangue deveria ser aspergido nas portas, e na casa onde não houvesse a marca do sangue o primogênito morreria. Portanto, Páscoa significa livramento de morte, salvação, e prefigurava o sacrifício de Jesus em nosso favor.

Jesus realizou a última Páscoa, e a substituiu pela Ceia do Senhor, um ato memorial onde nos lembramos do sacrifício de Jesus na cruz e proclamamos a sua volta. A Páscoa para os cristãos é a passagem da morte para a vida eterna, fala de ressurreição e vida, e especialmente no domingo comemoramos a ressurreição de Jesus, que nos garante a vitória sobre a morte!

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Presenteie seus filhos e netos. Saboreie seu chocolate. Mas não se esqueça de agradecer ao Cordeiro de Deus, que morreu para nos dar vida, fazendo de Jesus a nossa Páscoa.

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Opinião

O Pódio também é para a mulher

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Nos últimos anos, o lugar das mulheres em cargos altos no mercado de trabalho vem aumentando gradativamente a passos largos. A revista Forbes Brasil listou as 20 mulheres de sucesso no Brasil em diversas em diversas áreas, todas dispostas a mudar o conceito de gênero no mercado. Segundo a revista Forbes, a lista aponta mais uma vez que a equidade de gênero na sociedade e no mercado de trabalho é um caminho sem volta. A diversidade nas empresas provou ser um poderoso fator de eficiência, inovação, criatividade, produtividade, harmonia e qualidade em todas as suas dimensões.
O assunto não quer calar, em junho a revista exame ressaltou a varejista de moda Lojas Renner como um dos destaques da 3ª edição do Guia EXAME Diversidade. Segundo a revista, como resultado, 65% dos cargos de liderança, a partir de gerência, são ocupados por mulheres. Já no mapa de sucessão, 76% das pessoas que pleiteiam postos mais altos são do gênero feminino.
O que podemos avaliar desses indicadores; em primeiro lugar é que existe consistência no trabalho de fazer com que as mulheres acreditem que possam evoluir. O melhor nesse contexto é que nós mulheres já ocupamos a gestão sem fronteiras de segmentos. No mercado automotivo de alto padrão, por exemplo, temos um inicio dessa expansão nos altos cargos. Orgulhosamente represento esse setor em Cuiabá. O caminho percorrido para chegar a este pódio foi longo, porem por quase dois anos mantenho essa conquista, e a desempenho com excelência, servindo de referência para toda a região Centro – Oeste e outros Estados, pois se tornou comum mulheres neste segmento atuando apenas como vendedoras, mas como gestoras ainda é raro. Sim sou uma das únicas, uma referência, principalmente no segmento de carros esportivos de luxo.
O motivo desta raridade é que ainda existe algo para ser driblado, o preconceito. É como se uma negociação milionária diante de Lamborghinis, Ferraris e demais super máquinas, só figurava com sucesso o estereótipo “homem de negócios”. Ledo engano e visão ultrapassada, o conservadorismo neste caso, não tem mais espaço e nem sentido. Hoje a relação mudou bastante, a figura feminina está mais familiarizada ao público masculino, apesar de serem ainda os homens a grande maioria nos altos cargos e clientes compradores de carros esportivos.
Hoje, celebro a celeridade com que a visão de mundo vem se modificando, claro, que os resultados nos ajudam neste processo, pois não se trata apenas de gênero, porem de competência. E, mesmo sabendo que a eficiência, inteligência, sagacidade e determinação fazem parte do DNA das mulheres que lutam por um espaço no “Pódio” ainda temos que lembrar o mundo a respeito, e até mesmo a nós, quando nos deparamos com olhares duvidosos. Mas, avante mulheres, não pisem no freio do seu sucesso.

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Rosi Cidram, especialista em carros de luxo

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